domingo, 11 de janeiro de 2015

Mídia Sem Máscara - Jihadismo de uns, farisaísmo de outros

Mídia Sem Máscara - Jihadismo de uns, farisaísmo de outros


Em junho de 2014 minha mulher e eu fomos conhecer Istambul. Não por coincidência, procedíamos de Roma. Quiséramos, de fato, experimentar esse salto abrupto, proporcionado por pouco mais de duas horas de voo, entre as duas cidades milenares - a Roma do Ocidente e a Roma do Oriente.

Encontramos uma Istambul fortemente ocidentalizada. O trânsito caótico, aliás, lembra muito o de Roma. No entanto, sobre a buzinação dos automóveis e o ruidoso assédio dos comerciantes é possível ouvir, cinco vezes ao dia, a miríade de minaretes reproduzirem a voz do muezin chamando à oração. É assim que a gente se lembra, frequentemente, de estar num país islâmico.
Durante séculos, o panorama das cidades do mundo cristão foi marcado pela visibilidade das torres das igrejas. Elas se erguiam acima das demais edificações, ganhando altura e sinos exatamente para assinalarem a presença do sagrado. Com o tempo, porém, nos grande centros urbanos, os arranha-céus superaram as torres, os sinos calaram e as igrejas sumiram na paisagem. Em Istambul, diferentemente, os minaretes, sempre visíveis, preservam sua importância simbólica para a religiosidade da população muçulmana.
Daquele primeiro contato com um país islâmico, ficaram-nos duas importantes constatações. Primeiro, foi o fato de que, em momento algum, qualquer de nós - minha mulher e eu - ocidentais, católicos, praticantes, nos sentimos estranhos perante a religiosidade da população local, suas expressões de fé, suas mesquitas, seus cantos e suas práticas religiosas. Tudo nos pareceu bom, digno e respeitável. Ficou ainda mais difícil, então, entender a existência, no Ocidente, de pessoas e organizações que, se dizendo agredidas por manifestações públicas de religiosidade, pretendem aboli-las.
Segundo, foi perceber que não existe, na Turquia, interdição ou rejeição a outras religiões, seus símbolos e suas práticas. Certamente entre outros, há templos católicos, evangélicos e sinagogas, revelando o caráter moderno e civilizado do povo. Um bom exemplo dessa virtude torna-se nítida no interior de Santa Sofia, ou Agia Sophia (Sagrada Sabedoria). Aquela magnífica construção foi catedral de Constantinopla durante 11 séculos. Com a tomada da cidade pelos seljúcidas, em 1453, foi convertida em mesquita. Em 1935, virou museu. Ao visitá-la, observam-se, por toda parte, símbolos cristãos e tentativas de recuperar mosaicos com temas católicos que haviam sido recobertos com tinta durante seu uso como mesquita. Deixamos Santa Sofia pensando sobre a extravagante sensibilidade que faz certas pessoas, em pleno século 21, se sentirem constrangidas, agredidas, com a visão de um crucifixo ou de outro símbolo religioso em local público.
Estas reflexões, me levam, enfim ao ataque terrorista à redação do Charlie Hebdo. Assim como há o ateísmo como doença mental (presente em todas as experiências comunistas do século 20), existe a religiosidade como doença mental, perceptível nos fanatismos e no jihadismo que, com violência crescente, se verifica no islamismo. A intolerância é um mal que pode afetar tanto os crentes quanto os ateus. Não é um mal inerente à crença ou à descrença. É um mal do indivíduo.
Os cartunistas do semanário francês não foram as únicas e singulares vítimas dessa insanidade que iniciou no século 7º e nunca teve fim. Em mais de meia centena de países, seja como vítimas do ateísmo, seja como vítimas de fanatismos religiosos, morrem 20 cristãos por dia no mundo. Centenas de milhares são constrangidos a migrar. Cinco dezenas de países os discriminam negativamente. No Iraque, por exemplo, desde 2003, a população católica perdeu 700 mil membros. Outros 450 mil deixaram a Síria. Duas centenas de igrejas cristãs foram destruídas na Nigéria, durante o último mês de outubro. Mas esses fatos não ganham manchete, não levam ninguém às praças do mundo civilizado, e não geram, na diplomacia de Dona Dilma, qualquer manifestação.
O nome disso é farisaísmo. Enquanto defende a liberdade de criação dos cartunistas franceses, designa para a pasta da Comunicação de seu próprio governo um ferrenho adversário da liberdade de imprensa, que deixou isso bem claro já no discurso de posse.

www.puggina.org

Mídia Sem Máscara - O Ocidente acuado

Mídia Sem Máscara - O Ocidente acuado


Esses radicais já provaram que não aceitam nenhum tipo de diálogo, nenhuma argumentação, humor ou crítica. Ser civilizado não significa abrir mão do poder de fogo na hora da luta,
e sim lutar com honra.
 
Diversos países europeus vêm, já há alguns anos, assumindo uma postura totalmente equivocada no tocante à imigração de refugiados muçulmanos para seus territórios. Parece que os líderes da Inglaterra, França, Espanha e Suécia, entre outros, não conseguiram enxergar a diferença brutal que existe entre acolher um refugiado em sua casa e passar a escritura da casa para o refugiado.
O continente que foi palco da grande maioria das guerras que já aconteceram no mundo, o berço da filosofia, da arte e do conhecimento científico que construíram a civilização ocidental, uma terra onde estão enterrados dezenas de milhões de soldados que lutaram pelas liberdades que tanto valorizamos, está de joelhos diante do avanço do islamismo. O episódio de hoje, em Paris, onde terroristas muçulmanos invadiram a sede do jornal Charlie Hebdo, matando 12 pessoas e ferindo 11, é mais um dos resultados que os governos da Europa vêm colhendo com sua política covarde. Os terroristas, radicais que queriam vingar as piadas feitas com sua fé, não tiveram nenhuma misericórdia com os jornalistas que ali estavam, e cometeram essa chacina com a mesma tranquilidade com que eu ou você matamos um pernilongo que tenta nos picar. Aliás, para os radicais islâmicos, nós não passamos disso: somos seres descartáveis, sem valor algum, somente por não professarmos a mesma fé.
A mídia mundial, que parece sofrer de um embotamento nunca visto antes, insiste que estamos diante de uma minoria ínfima, pois a grande maioria dos muçulmanos são pessoas de bem e pacíficas. Mas a coisa não é bem assim. Os serviços de inteligência de Israel, EUA, Inglaterra e Rússia estimam que entre 15% e 25% dos muçulmanos são radicais, ou seja, acreditam que sua fé é a única salvação para o mundo e que o modo de vida ocidental deve ser exterminado para que o islã possa reinar soberano. Isso significa algo entre 180 e 300 milhões de pessoas dedicadas a destruir o que nós chamamos de casa, o mundo e a cultura ocidental. Como disse, com brilhantismo, Brigitte Gabriel, neste vídeo disponível com legendas no Youtube, são esses radicais que fazem a diferença, e não os 75% a 85% de muçulmanos pacíficos. Os pacíficos não detêm os radicais, não impedem seus ataques, não pegam em armas para combatê-los; sua única contribuição é permanecerem quietos, muitas vezes mudos diante de tragédias como essa.
Do outro lado vemos a civilização ocidental acuada. Na Europa, onde pouquíssimos países permitem o porte de arma aos cidadãos de bem, as chances de que alguém esteja armado durante uma agressão como a de hoje são mínimas. Além disso, a postura que tem sido adotada, a de “somos civilizados e resolvemos as coisas civilizadamente, não com violência” é um tanto ridícula diante do tamanho da ameaça. Não parece, de forma alguma, que estamos vendo os mesmos países que enfrentaram a loucura do nazismo. Há apenas 70 anos os soldados aliados deram suas vidas em batalhas sangrentas para que a liberdade fosse preservada, e a loucura e a matança tivessem um fim. O que está acontecendo é um desrespeito ao sacrifício de tantos; é covarde e vergonhoso.
Já passou da hora dos países europeus imporem limites aos que acolhem como cidadãos. Imigrantes são convidados, e eu sei bem disso, pois sou um deles. Vivo fora da minha pátria, e procuro respeitar os costumes e as leis de onde estou. Mas não é isso que acontece hoje nesses países que citei. Na Inglaterra, por exemplo, bairros inteiros de Londres e de outras grandes cidades são completamente dominados pelos muçulmanos, que impõem sua própria lei, a sharia, criando zonas onde o Estado não tem mais poder. Em algumas cidades da Suécia os policiais não entram em alguns bairros muçulmanos, com medo de enfrentar os radicais. A França segue pelo mesmo caminho. Em Israel, onde há dois meses uma sinagoga foi atacada, a resposta do ministro de Segurança, Izthak Aharonovich, foi imediata: facilitar o porte de armas aos cidadãos. Esta é a única maneira de colocar medo nos radicais agressores, pois um cidadão armado não é como um policial, que anda fardado e com a arma exposta; um cidadão de bem armado é sempre uma preocupação para um terrorista, a última coisa que ele quer encontrar pela frente. Policiais são fáceis de se evitar – nenhum atentado terrorista é impedido pela presença de policiais, pois os terroristas esperam que a polícia saia do local, ou escolhem um local longe da presença de forças de segurança. Um cidadão carregando uma arma escondida é impossível de ser evitado.
Como diz o nome de uma canção da banda Metallica, “Fight fire with fire” – combatamos fogo com fogo. Esses radicais já provaram que não aceitam nenhum tipo de diálogo, nenhuma argumentação, humor ou crítica. Ser civilizado não significa abrir mão do poder de fogo na hora da luta, e sim lutar com honra. Não precisamos decapitar pessoas e nem assassinar inocentes para combater os radicais; mas também não podemos achar que o faremos com canetas e conversas. É hora de mostrar e usar a força.


Flavio Quintela
, escritor e tradutor de obras sobre política e filosofia, é autor do livro “Mentiram (e muito) para mim”.

Mídia Sem Máscara - O atentado na França

Mídia Sem Máscara - O atentado na França

Os esquerdistas são os facilitadores do avanço islamita no Ocidente.
Como o tempo agora é de radicalização e há mortos e feridos nas calçadas das grandes cidades, não é mais possível ignorar os perigos.

Guardadas as devidas proporções, em face dos números dos mortos, o atentando ocorrido ontem em Paris é da mesma natureza do que aquele que derrubou as Torres Gêmeas. É a prova de que o terrorismo islâmico continua ativo em toda parte. Mesmo nos EUA tivemos alguns episódios de franco-atiradores mortais. A novidade é que o fato ocorreu na França, país que tem demonstrado grande simpatia pelos militantes da causa islâmica em várias oportunidades. Em 1995, a mesma Paris já tinha sido objeto de um atentado a uma estação de metrô, que deixou muitos mortos, mas parece que tudo se apagou da memória. Fiquei indignado com a morosidade registrada pela polícia francesa para reagir. As imagens do policial assassinado friamente parecem revelar que ele nem portava arma de defesa pessoal. Presa fácil, galinha morta.

O que move os celerados? Um ódio doentio ao Ocidente, ao seu modo de vida, à sua liberdade, ao cristianismo. Essa gente é semelhante aos nazistas: o que importa é matar e não se importam em se matar. Ao fim e ao cabo, de suas ações brotam sempre cadáveres, seus e/ou dos outros. É a própria cultura da morte que estamos vendo. Não penso haver islamitas do bem; eles se camuflam e, quando a ocasião aparece, transformam-se em guerreiros de Alá. Basta ver como tratam suas mulheres e as punem se vacilarem no uso do véu, para dizer o mínimo.

Um dos pontos de ódio mais relevantes dos islamitas ao Ocidente diz respeito à liberdade que as mulheres conquistaram aqui. De fato, a igualdade entre ambos os sexos é uma realidade, algo intolerável para a mentalidade tribal que os islamitas carregam em si. Para eles, mulher é apenas objeto de sexo e procriação e nada mais, não lhes permitem o exercício da liberdade e da criatividade. São as mulheres as grandes perdedoras na eventualidade de uma sociedade islâmica se estabelecer na Europa, continente no qual isso pode ocorrer com brevidade histórica.

O Islã é ainda mais iracundo com Israel, um símbolo da superioridade moral, política e tecnológica do Ocidente que vive como um enclave em meio ao magma populacional islâmico. O ódio aos judeus é apenas uma variante para o ódio ao Ocidente.

O drama é que as políticas públicas de defesa do Ocidente supõem que os seguidores do Islã são gente normal e que pensa como a gente, valoriza as coisas como as valorizamos. O mesmo se pensava dos nazistas, antes que chegassem ao poder. Esse é o mais terrível engano. Nenhuma sociedade islâmica, talvez que a possível exceção da Turquia, tolera as liberdades com a conhecemos, de opinião, de imprensa, política. Mesmo a Turquia vive sob ataque dos radicais. Há uma mentalidade monárquica dominante, cujo poder deve emanar do clero muçulmano. Vimos isso de forma lapidar na Irã depois de Khomeini. Imediatamente após tomar o poder, as mulheres tiveram restrições impostas e tudo que era Ocidental foi abolido. Foi um retrocesso civilizacional inequívoco.

Os partidos de esquerdas costumam apoiar a causa dos islamitas e a França, toda vida, tem sido esquerdista. Há algo de irônico nisso. A rigor, os esquerdistas são os facilitadores do avanço islamita no Ocidente. Como o tempo agora é de radicalização e há mortos e feridos nas calçadas das grandes cidades, não é mais possível ignorar os perigos. A esquerda usa isso para hipertrofiar o controle policial sobre os cidadãos, quando o certo seria mudar tudo, a começar pela política de desarmamento civil, infame, que reduz a população a alvo fácil dos facínoras, que nunca estão desarmados.

Pior é que a visão dos governantes ocidentais está pautada por um suposto laicismo, que baniu a força religiosa do cristianismo do dia a dia do Estado. Esse mundo supostamente laico, ateu, não tem força moral para barrar o avanço do Islã, cuja população se multiplica a velocidade muito maior do que a do Ocidente. É um problema dramático e lento, mas que projeta uma catástrofe populacional em poucos anos. A ocupação do Islã na Europa está usando as portas das maternidades.

O que esperar? Mais do mesmo. A cada atentado bem sucedido, um espasmo e um espanto, uma reação estupefata diante da catástrofe. Vimos as multidões marchando sobre Paris, como se os dois meliantes matadores de civis indefesos pudessem se impressionar com isso, como se os futuros meliantes fossem recuar. A multidão estúpida não tem força alguma diante de uma vontade férrea, que só pode ser enfrentada se a atitude do poder de Estado for modificada. Estamos longe disso, todavia. O renascer das instituições inspiradas no cristianismo é o único antídoto contra a barbárie islâmica.

http://nivaldocordeiro.net

Mídia Sem Máscara - Cerca de 200 igrejas cristãs foram destruídas por onda de violência

Mídia Sem Máscara - Cerca de 200 igrejas cristãs foram destruídas por onda de violência

Relatório documenta o que a mídia em geral deixa de noticiar.

Houve uma onda de violência anti-cristã realizada por muçulmanos ao redor do mundo, o que incluiu a destruição de cerca de 200 igrejas cristãs na Nigéria durante um curto período por volta de outubro, de acordo com um novo relatório do Instituto GateStone.
A organização de Raymond Ibrahim, um especialista em islamismo e Oriente Médio que tem documentado suas descobertas no livro “Crucificados de Novo: Desmascarando a Nova Guerra do Islamismo Contra os Cristãos”, apresentou uma estimativa da recente onda nesta sexta-feira.
"Em apenas dois meses, de agosto a outubro, cerca de 200 igrejas cristãs foram destruídas na Nigéria pela organização islâmica Boko Haram e pelos seus aliados muçulmanos, depois que eles capturaram cidades e aldeias nos estados do nordeste de Borno e Adamawa", disse o relatório. "Nas palavras do Rev. Gideon Obasogie, o diretor de Comunicação Social Católica da Diocese de Maiduguri no estado de Borno, "a tomada do território pelo grupo, em ambos os estados, deixou 185 igrejas incendiadas e mais de 190.000 pessoas deslocadas devido o [Boko Haram]".
Ibrahim comentou que, "também em outubro, o Centro de Estudos do Cristianismo Global nos Estados Unidos concluiu que, ‘cerca de 100.000 cristãos são assassinados anualmente por causa de suas crenças religiosas, ou seja, um a cada cinco minutos. Além disso, em muitos países, muitas outras minorias religiosas sofrem violência e perseguição. Em países como o Iraque, Síria, Nigéria, Camarões, Sudão, Paquistão, Somália e Egito, os cristãos idosos, mulheres, homens e seus filhos vivem em condições de total insegurança. Eles são expulsos de suas casas; jogados na prisão por blasfêmia e brutalmente mortos durante as celebrações litúrgicas, as igrejas são queimadas. As meninas são raptadas e forçadas a se casarem’".
Entre os outros incidentes de violência muçulmana contra os cristãos, durante esse período de outubro, que foram descobertos por Ibrahim incluem:
Um relatório da mídia árabe descreveu como uma "bomba caseira" explodiu ao lado da Igreja Evangélica de Deus em Minya, no alto Egito. O relatório disse que não houve vítimas.
E na Alemanha, uma "Igreja Cristã Copta no país europeu foi atacada e incendiada". De acordo com o relatório, "O prefeito de Berlim condenou o ataque e o incêndio deliberado da Igreja Ortodoxa Copta Santo Shenouda e Santo Atanásio em Berlim por extremistas ..."
Em seguida, no Iraque, houve atentados que "atingiram e devastaram a Igreja da Ressurreição, perto da cidade de Qaraqosh. O local de culto cristão estava sendo usado como base para os jihadistas, que tinham derrubado a cruz do telhado do edifício".
Nas Filipinas, "Um ataque com granadas em uma igreja durante o culto deixou duas cristãs mortas – Felomina Ferolin, uma enfermeira de 54 anos de idade, e a professora Gina Cabilona, de 39 anos de idade – e a outros três feridos". De acordo com as informações coletadas, "Dois homens em uma moto dispararam um lançador de granadas na porta da Igreja Unida de Cristo antes de fugirem".
E, de acordo com o relatório de Ibrahim, no Sudão, a "força aérea lançou quatro bombas em uma Igreja Episcopal ... nas Montanhas de Nuba". Um pastor relatou que toda a propriedade foi dizimada.
Os ataques, por vezes, assumiram a forma de decisões judiciais, relatou Ibrahim.
Ele disse que no Irã, três cristãos foram condenados a seis anos de prisão por estarem envolvidos em igrejas domésticas. Jason Demars, do Ministério Present Truth, disse no relatório que as autoridades iranianas querem "silenciá-los – depois querem levá-los para longe em um local onde seja difícil de se chegar, para que as suas famílias não os encontrem".
E, no Cazaquistão, dois homens cristãos, Vyacheslav Cherkasov e Zhasulan Alzhanov, receberam penas de prisão por distribuírem literatura cristã depois que as autoridades alegaram que um dos livros incitava ao ódio religioso.
O livro era "Jesus: Mais que um Profeta", que é uma coleção de testemunhos de pessoas que fugiram do islamismo para o Cristianismo.
Ibrahim relata que no Líbano, um cristão convertido do islamismo foi forçado a esconder-se porque o seu pai e os seus irmãos estavam procurando-o para "cortarem a minha garganta".
O relatório GateStone disse que na Malásia, um líder muçulmano estava convocando o povo para encontrar Bíblias e queimá-las.
E no Paquistão, um tribunal confirmou a pena de morte para Asia Bibi, uma mãe cristã que foi acusada de blasfêmia.
No Sudão, um muçulmano convertido ao Cristianismo escapou de um atentado contra a sua vida, quando um homem armado entrou em sua casa e abriu fogo. E no Uzbequistão, um homem cristão foi multado em 50 vezes o salário mínimo mensal do país por ter "literatura religiosa".
Ibrahim escreve que em seu relatório, a compilação não pretende ser exaustiva.
"Embora nem todos, ou mesmo a maioria, dos muçulmanos estejam envolvidos, a perseguição aos cristãos está se expandindo. O relatório 'A Perseguição Muçulmana aos Cristãos' foi desenvolvido para reunir alguns – não todos – dos casos de perseguição que vêm à tona a cada mês. Ele documenta o que a mídia em geral muitas vezes deixa de noticiar. Ele argumenta que essa perseguição não é aleatória, mas sistemática, e ocorre em todas as línguas, etnias e locais", explicou ele.

segunda-feira, 5 de janeiro de 2015

Dilma desautoriza ministro e mostra que novo governo será autoritário e incompetente

nelson_barbosa_01Na contramão – O segundo governo de Dilma Rousseff começou igual ou pior que o anterior. Ainda nas horas de estreia da nova administração, Dilma desautorizou o ministro Nelson Barbosa, do Planejamento, em mais um ato de truculência e destempero comportamental. O que mostra que a presidente reeleita não apenas padece de falta de opinião, mas é refém de setores políticos que insistem em jogar para a plateia, como se a lógica não devesse prevalecer.
Ao tomar posse na pasta do Planejamento, Barbosa disse que o governo enviaria ao Congresso Nacional, ainda este ano, uma nova proposta de reajuste do salário mínimo para o período 2016-2019. Não demorou muito para a presidente, que descansa com a família na base naval de Aratu, na Bahia, determinar que o ministro desmentisse sua própria declaração. Ou seja, a economia brasileira tende a continuar na barafunda que todos conhecem e que colocou o País à beira do precipício da crise.
Para um governo que tem dificuldade de manter o equilíbrio fiscal e busca o aumento de receitas, valorizar o salário do trabalhador é o mínimo que deve fazer, caso queira incentivar o consumo e impulsionar o recolhimento de impostos. Do contrário, o Brasil continuará na trajetória descendente.
Quando Dilma anunciou a atual fórmula de reajuste do salário mínimo, que continuará em vigor, e decidiu que o aumento se daria por decreto presidencial, o UCHO.INFO de pronto afirmou que a medida tinha tudo para ser um tiro pela culatra, especialmente porque o Palácio do Planalto desde então aposta no consumo interno como forma de reverter a crise econômica.
A fórmula vigente reajusta o salário mínimo com base em dupla indexação: o crescimento do PIB de dois anos antes e o índice de inflação, medida pelo INPC, do ano anterior. Como já destacou inúmeras vezes o UCHO.INFO, o salário mínimo de 2016, tomando por base o crescimento da economia em 2014, terá aumento real próximo de zero, uma vez que o avanço do PIB no ano passado deve ficar abaixo de 0,2%. Isso significa que o plano desenhado por Joaquim Barbosa, ministro da Fazenda, e Nelson Barbosa, titular do Planejamento, foi pelo ralo apenas porque a presidente é teimosa, além de ser poço de incompetência quando o assunto é economia.
Únicos nomes respeitáveis da equipe ministerial, Levy e Barbosa certamente não aguentarão desaforos presidenciais por muito tempo, até porque ambos têm o dever de preservar os respectivos currículos. Ou seja, é grande a chance de o novo governo de Dilma Rousseff ser mais do mesmo ou algo ainda pior do que se viu até agora.
Assim, como Joaquim Levy, o ministro do Planejamento começou a trabalhar muito antes do fim do desastrado primeiro governo de Dilma, tendo despachado, no período de transição, no Palácio do Planalto, ao lado do gabinete presidencial. Em outras palavras, Barbosa discutiu a questão do reajuste salarial com diversos assessores palacianos, começando pelo chefe da Casa Civil, Aloizio Mercadante, que continua dando palpites na economia do País.
É no mínimo irresponsabilidade imaginar que Nelson Barbosa anunciou mudanças no cálculo do reajuste do salário mínimo sem o consentimento da presidente da República. E se assim o tivesse feito, nada de errado existira, pois ele e Levy foram chamados por Dilma para colocar a economia verde-loura nos trilhos, o que não acontecerá tão cedo. Em suma, o segundo governo de Dilma começou muito mal e tem todos os ingredientes para piorar. Afina, a presidente se rende à pressão exercida nos bastidores pelos companheiros de legenda.

Link para esta matéria: http://ucho.info/?p=88099

Brasil registra 1º déficit na balança comercial em 14 anos, reflexo dos seguidos equívocos do governo

balanca_comercial_03Prova dos nove – A balança comercial brasileira registrou, em 2014 déficit de US$ 3,930 bilhões, o primeiro desde 2000, informou nesta segunda-feira (5) o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. O resultado é o pior do comércio exterior brasileiro desde 1998, quando o déficit da balança verde-loura atingiu US$ 6,623 bilhões.
As importações feitas por brasileiros em 2014 somaram US$ 229 bilhões, ao passo que as exportações totalizaram US$ 225,1 bilhões. Portanto, o déficit de US$ 3,9 bilhões se explica pelo fato de o volume de importações ter ultrapassado o de exportações.
A economia mundial andando de lado e a crise econômica que chacoalha a Argentina, um dos principais compradores de produtos brasileiros, estão entre os fatores que contribuíram para a piora na balança comercial do País.
A última vez que o país registrou déficit nas transações com outros países, antes do ano passado, foi em 2000, quando as importações superaram as exportações em US$ 731,7 milhões.
Esse cenário mostra de forma clara que a indústria nacional continua à míngua, sem que as autoridades federais tomem alguma providência para reverter a situação. Em meados de 2005, o UCHO.INFO alertou o governo para o perigo que representava os primeiros passos de um processo de industrialização, que com o passar do tempo tornou-se pior e mais grave. À época, os palacianos deram de ombros para o nosso alerta, pois a ordem era salvar Lula do furacão que se formou no rastro do escândalo de corrupção que ficou nacionalmente conhecido como Mensalão do PT.
O resultado desanimador da balança comercial em 2014 reflete a crise que vem corroendo lentamente o Brasil, enquanto Dilma Rousseff, a presidente reeleita, e seus aduladores insistem em colocar a culpa no cenário internacional, como se o desgoverno petista fosse vítima de outras economias.
A política econômica adotada por Dilma nos últimos quatro anos foi tão pífia, que a previsão de crescimento do Produto Interno Bruto em 2014 não passa de 0,18%, índice vergonhoso se comparado aos de outros países. Para que o leitor compreenda o efeito das lambanças patrocinadas pelo PT no último quadriênio, a Colômbia, que há anos enfrenta sérios problemas com a guerrilha, a previsão de crescimento do PIB é de 4,8%.
Quando comparamos o PIB de 2014 do Brasil com países que integram o chamado grupo de emergentes, a situação piora sobremaneira. A economia da Índia, por exemplo, deve registrar crescimento de 5,6% em 2014; a da China, 7,4%; a do México, 2,4%; e a da África do Sul, 1,4%.

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Empresa de papel empurra ações da Petrobras para baixo e impulsiona criação de nova CPMI

http://ucho.info/?p=88131

petrobras_06Ação mafiosa – Quando deixou a Secretaria-Geral da Presidência na última sexta-feira (2), ocasião em que passou o cargo ao sucessor Miguel Rossetto, o coroinha palaciano Gilberto Carvalho, conhecido por ser dependente de declarações polêmicas, disse que petistas não são ladrões. Dois dias depois desse falácia, o jornal “O Globo” trouxe, na edição de domingo (4), matéria que afirma que a Petrobras criou uma “empresa de papel” para construir e operar uma rede de gasodutos.
Carvalho pode dizer o que quiser, até porque o Brasil ainda é uma democracia, e como tal privilegia a livre manifestação de pensamento, mas não há como negar o inegável. O escândalo da “empresa de papel” da Petrobras não apenas prova o banditismo político que tomou conta do PT nos últimos doze anos, mas anula a movimentação dos governistas no Congresso nacional para evitar a criação de uma nova CPMI para investigar os desmandos praticados na petrolífera nacional.
O jornal “O Globo” revelou, a partir de auditoria sigilosa realizada pelo Tribunal de Contas da União (TCU), que a Petrobras usou um escritório de contabilidade fluminense para constituir a empresa Transportadora Gasene S.A., responsável pela construção de gasodutos entre o Rio de Janeiro, Bahia e Espírito Santo.
Técnicos do TCU identificaram que um dos trechos do empreendimento teve os custos superfaturados em mais de 1.800%, além de outras irregularidades, como a dispensa ilegal de licitação, a inexistência de projeto básico e pagamentos sem a correspondente prestação de serviço. O trecho problemático está localizado entre o Polo de Gás Cacimbas, no município de Linhares (ES), e Catu, na Bahia, e foi inaugurado pelo governo do PT, em março de 2010, com direito a festa. Participaram da solenidade o então presidente Luiz Inácio da Silva, a então chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, além do presidente e da diretora de Gás e Energia da estatal, José Sérgio Gabrielli e Maria das Graças Foster, respectivamente.
Os escândalos que têm corroído o caixa e a reputação da Petrobras são tantos, que nesta segunda-feira (5) as ações da empresa (ON) registraram queda de 8,11% e foram comercializadas a R$ 8,27, menor valor desde 2004. É fato que a queda no preço do petróleo no mercado internacional também contribuiu para mais esse recuo, mas é preciso destacar que os investidores ficam desconfiados quando o assunto é ação da Petrobras.
Desde que a Operação Lava-Jato, da Polícia Federal, desmontou a ciranda de corrupção que funcionava em algumas diretorias da empresa, a Petrobras vem sofrendo seguidos aranhões em sua imagem, outrora respeitada, não sem antes ver seus cofres serem saqueados por marginais que operavam a mando de partidos políticos e com a explícita anuência do Palácio do Planalto.
Em seu defensivo discurso de posse, a presidente Dilma Rousseff decidiu passar rapidamente pelo escândalo do Petrolão e saiu em defesa da estatal. Disse a presidente reeleita: “Vamos defender a Petrobrás de seus predadores internos e inimigos externos. Por isso, vamos apurar com rigor tudo de errado que foi feito, fortalecer cada vez mais e criar mecanismo que evitem que fatos como este possam voltar a ocorrer”. Ora, os maiores predadores da Petrobras são o PT e alguns partidos da criminosa base aliada, como PMDB e PP, entre outros.