segunda-feira, 12 de março de 2012

MILITARES TEM TIETES????




Pois eu sei que sim! Ao menos UMA. Eu! Já era e sou cada vez mais Tiete de um General de 87 anos (acho!). Todas as Palestras que ouvi dele, os textos que li, os pequenos comentários, sempre foram lições de grande valia. Um General de riso fácil, rosto meigo, olhar doce. Mas muitos aqui vão achar que estou doida...Como pode um Militar assim? Pode! Claro que pode! A  farda nada mais é que o terno e gravata dos quartéis! Com uma diferença = a farda tem que ser respeitada e honrada por quem a veste. Já o terno e a gravata servem, grande parte das vezes, como a fantasia de bom moço que veste o canalha!Principalmente os sob medida de quem detém cargos de poder!
Uma das palestras que eu tento conseguir o texto até hoje chegou a levar o General perto das lágrimas! Eu mergulhei nelas! Mas como pode, não é? Essas novas gerações criadas com a tara pela farda colocariam, com facilidade, um militar no mesmo patamar do Robocop! Tolos!

Como sabemos, Mirian Leitão é jornalista/economista. Mas ela teve lá seus arrepios pela esquerda e, à flor da pele, não perde uma oportunidade de tentar falar sobre politica e governos! Desastre!E foi exatamente um de seus infelizes textos que provocou a atenção de quem sou Tiete:  o preparado, culto, inteligente e doce General TORRES DE MELO!

Reproduzo aqui a resposta  ao desastrado texto  ( um dos !) de Miriam Leitão, uma aulinha de história para quem chegou atrasado e, doutrinado, quer sentar na janelinha :

À Senhora Jornalista Miriam Leitão

    Li o seu artigo "ENQUANTO ISSO", com todo cuidado possível. Senti, em suas linhas, que a senhora procura mostrar que os MILITARES BRASILEIROS de HOJE, são bem diferentes dos MILITARES BRASILEIROS de ONTEM. Penso que esse é o ponto central de sua tese. Para criar credibilidade nas suas afirmativas, a senhora escreveu: "houve um tempo em que a interpretação dos militares brasileiros sobre LEI E ORDEM era rasgar as leis e ferir a ordem. Hoje em dia, eles demonstram com convicção terem aprendido o que não podem fazer". Permita-me discordar dessa afirmativa de vez que vejo nela uma injustiça, pois fiz parte dos MILITARES DE ONTEM e nunca vi os meus camaradas militares rasgarem leis e ferir a ordem. Nem ontem nem hoje. Vou demonstrar a minha tese.

    No Império, as LEIS E A ORDEM foram rasgadas no Pará, Ceará, Minas, Rio, São Paulo e Rio Grande do Sul pelas paixões políticas da época. AS LEIS E A ORDEM foram restabelecidas pelo Grande Pacificador do Império, um Militar de Ontem, o Duque de Caxias, que com sua ação manteve a Unidade Nacional. Não rasgamos as leis nem ferimos a ordem. Pelo contrário.

    Vem a queda do Império e a República. Pelo que sei, e a História registra,   foram políticos que acabaram envolvendo os velhos Marechais Deodoro e Floriano nas lides políticas. A política dos governadores criando as oligarquias regionais, não foi obra dos Militares de Ontem, quando as leis e a ordem foram rasgadas e feridas pelos donos do Poder, razão maior das revoltas dos tenentes da década de 20, que sonhavam com um Brasil mais democrático e justo. Os Militares de Ontem ficaram ao lado da lei e da Ordem. Lembro à nobre jornalista que foram os civis políticos que fizeram a revolução de 30, apoiados, contudo, pelos tenentes revolucionários, menos Prestes, que abraçou o comunismo russo.

    Veio a época getuliana, que, aos poucos, foi afastando os tenentes das decisões políticas. A revolução Paulista não foi feita pelos Militares de Ontem   e sim pelos políticos paulistas que não aceitavam a ditadura de Vargas. Não foram os Militares de Ontem que fizeram a revolução de 35 (senão alguns, levados por civis a se converterem para a ideologia vermelha, mas logo combatidos e derrotados pelos verdadeiros Militares de Ontem); nem fizeram a revolta de 38; nem  deram o golpe de 37. Penso que a senhora, dentro de seu espírito de justiça, há de concordar comigo que foram as velhas raposas GETÚLIO - CHICO CAMPOS - OSWALDO ARANHA e os chefetes que estavam nos governos dos Estados, que aceitaram o golpe de 37. Não coloque a culpa nos Militares de Ontem.

    Veio a segunda guerra mundial. O Nazismo e o Fascismo tentam dominar o mundo. Assistimos ao primeiro choque da hipocrisia da esquerda. A senhora deve ter lido - pois àquela época não seria nascida -, sobre o acordo da Alemanha e a URSS para dividirem a pobre Polônia e os sindicatos comunistas do mundo ocidental fazendo greves contra os seus próprios países a favor da Alemanha por imposição da URSS e a mudança de posição quando a "Santa URSS" foi invadida por Hitler. O Brasil ficou em cima de muro até que nossos navios (35) foram afundados. Era a guerra, a FEB e seu término. Getúlio - o ditador - caiu e vieram as eleições. As Forças Armadas foram   chamadas a intervir para evitar o pior. Foram os políticos que pressionaram os Militares de Ontem para manter a ordem. Não rasgamos as leis nem ferimos a ordem. Chamou-se o Presidente do Supremo Tribunal Federal para, como Presidente, governar a transição. Não se impôs MILITAR algum.

    O mundo dividiu-se em dois. O lado democrático, chamado pelos comunistas de imperialistas, e o lado comunista com as suas ditaduras cruéis e seus celebres julgamentos "democráticos". Prefiro o primeiro e tenho certeza de que a senhora, também. No lado ocidental não se tinham os GULAGs.

    O período Dutra (ESCOLHIDO PELOS CIVIS E ELEITO PELO VOTO DIRETO DO POVO) teve seus erros - NUNCA CONTRA A LEI E A ORDEM - e virtudes como toda obra humana. A colocação do Partido Comunista na ilegalidade foi uma obra do Congresso Nacional por inabilidade do próprio Carlos Prestes, que declarou ficar ao lado da URSS e não do Brasil em caso de guerra entre os dois países. Dutra vivia com o "livrinho" (a Constituição) na mão, pois os políticos, nas suas ambições, queriam intervenções em alguns Estados, inclusive em São Paulo. A senhora deve ter lido isso, pois há vasta literatura sobre a História daqueles idos.

    Novo período de Getúlio Vargas. Ele já não tinha mais o vigor dos anos trinta. Quem leu CHATÔ, SAMUEL WEINER (a senhora leu?) sente que os   falsos amigos de Getúlio o levaram à desgraça. Os Militares de Ontem não se envolveram no caso, senão para investigar os crimes que vinham sendo cometidos sem apuração pela Polícia; nem rasgaram leis nem feriram a ordem.

      Eram os políticos que se digladiavam e procuravam nos colocar como fiéis da balança. O seu suicídio foi uma tragédia nacional, mas não foram os Militares de Ontem os responsáveis pela grande desgraça.

    A senhora permita-me ir resumindo para não ficar longo. Veio Juscelino e as Forças Armadas garantiram a posse, mesmo com pequenas divergências. Eram os políticos que queriam rasgar as leis e ferir a ordem e não os Militares de Ontem. Nessa época, há o segundo grande choque da esquerda. No XX Congresso do Partido Comunista da URSS (1956) Kruchov coloca a nu a desgraça do stalinismo na URSS. Os intelectuais esquerdistas   ficam sem rumo.

Juscelino chega ao fim e seu candidato perde para o senhor Jânio Quadros. Esperança da vassoura. Desastre total. Não foram os Militares de Ontem que rasgaram a lei e feriram a ordem. Quem declarou vago o cargo de Presidente foi o Congresso Nacional. A Nação ficou ao Deus dará. Ameaça de guerra civil e os políticos tocando fogo no País e as Forças Armadas divididas pelas paixões políticas, disseminadas pelas "vivandeiras dos quartéis" como muito bem alcunhou Castello.

    Parlamentarismo, volta ao presidencialismo, aumento das paixões políticas, Prestes indo até Moscou afirmando que já estavam no governo, faltando-lhes apenas o Poder. Os militares calados e o chefe do Estado Maior do Exército (Castello) recomendando que a cadeia de comando deveria ser mantida de qualquer maneira. A indisciplina chegando e incentivada dentro dos Quartéis, não pelos Militares de Ontem e sim pelos políticos de esquerda; e as vivandeiras tentando colocar o Exército na luta política.

Revoltas de Polícias Militares, revolta de sargentos em Brasília, indisciplina na Marinha, comícios da Central e do Automóvel Clube representavam a desordem e o caos contra a LEI e a ORDEM. Lacerda, Ademar de Barros, Magalhães Pinto e outros governadores e políticos (todos civis)incentivavam o povo à revolta. As marchas com Deus, pela Família e pela Liberdade (promovidas por mulheres) representavam a angústia do País. Todo esse clima não foi produzido pelos MILITARES DE ONTEM. Eles, contudo, sempre à escuta dos apelos do povo, pois ELES são o povo em armas, para garantir as Leis e a Ordem.

    Minas desce. Liderança primeira de civil; era Magalhães Pinto. Era a contra-revolução que se impunha para evitar que o Brasil soçobrasse ao comunismo. O governador Miguel Arraes declarava em Recife, nas vésperas de 31 de março: haverá golpe. Não sabemos se deles ou nosso. Não vamos ser hipócritas. A senhora, inteligente como é, deve ter lido muitos livros que reportam   a luta política daquela época (exemplos: A Revolução Impossível de Luis Mir - Combates nas Trevas de Jacob Gorender - Camaradas de William Waack - etc) sabe que a esquerda desejava implantar uma ditadura de esquerda. Quem afirma é Jacob Gorender. Diz ele no seu livro: "a luta armada começou a ser tentada pela esquerda em 1965 e desfechada em definitiva a partir de 1968". Na há, em nenhuma parte do mundo, luta armada em que se vão plantar rosas e é por essa razão que GORENDER afirma: "se quiser compreendê-la na perspectiva da sua história, A ESQUERDA deve assumir a violência que praticou". Violência gera violência.

    Castello, Costa e Silva, Médici, Geisel e João Figueiredo com seus erros e virtudes desenvolveram o País. Não vamos perder tempo com isso. A senhora é uma economista e sabe bem disso. Veio a ANISTIA. João Figueiredo dando murro na mesa e clamando que era para todos; e Ulisses não desejando que Brizolla, Arraes e outros pudessem tomar parte no novo processo eleitoral, para não lhe disputarem as chances de Poder. João bateu o pé e todos tiveram direito, pois "lugar de Brasileiro é no Brasil", como dizia. Não esquecer o terceiro choque sofrido pela a esquerda: Queda do Muro de Berlim, que até hoje a nossa esquerda não sabe desse fato histórico.

    Diretas já. Sarney, Collor com seu desastre, Itamar, FHC, LULA e chegamos aos dias atuais. Os Militares de Hoje, silentes, que não são responsáveis pelas desgraças que vivemos   agora, mas sempre aguardando a voz do Povo. Não houve no passado, nem há, nos dias de hoje, nenhum militar metido em roubo, compra de voto, CPI, dólar em cueca, mensalões ou mensalinhos. Não há nenhum Delúbio, Zé Dirceu, José Genoíno, e que tais. O que já se ouve, o que se escuta é o povo dizendo: SÓ OS MILITARES PODERÃO SALVAR A NAÇÃO. Pois àquela época da "ditadura" era que se era feliz e não se sabia...Mas os Militares de Hoje, como os de Ontem, não querem ditadura, pois são formados democratas.   E irão garantir a Lei e a Ordem, sempre que preciso.

    Os militares não irão às ruas sem o povo ao seu lado. OS MILITARES DE HOJE SÃO OS MESMOS QUE OS MILITARES DE ONTEM. A nossa desgraça é que políticos de hoje (olhe os PICARETAS do Lula!) - as exceções justificando a regra - são ainda piores do que os de ontem. São sem ética e sem moral, mas também despudorados. E o Brasil sofrendo, não por conta dos MILITARES, mas de ALGUNS POLÍTICOS   - uma corja de canalhas, que rasgam as leis e criam as desordens.

    Como sei que a senhora é uma democrata, espero que publique esta carta no local onde a senhora escreve os seus artigos, que os leio atenta e religiosamente, como se fossem uma Bíblia. Perfeitos no campo econômico, mas não muitos católicos ou evangélicos no campo político por uma razão muito simples: quando parece que a senhora tem o vírus de uma reacionária de esquerda.

Atenciosa e respeitosamente,

GENERAL DE DIVISÃO REFORMADO DO EXÉRCITO FRANCISCO BATISTA TORRES DE MELO



quinta-feira, 1 de março de 2012

FORÇAS ARMADAS BRASILEIRAS - Abaixo Assinado








ESTIMADO   AMIGO
Seja civil ou militar fortaleça  essa lista, solicitando  a inclusão  do seu nome. Veja instruções no final da mensagem.
Fraterno abraço
Malta

01/03 - ALERTA À NACÃO - Lista atualizada


                                                       "ELES QUE VENHAM. POR AQUI NÃO PASSARÃO!”
 
Este é um alerta à Nação brasileira, assinado por homens cuja existência foi marcada por servir à Pátria, tendo como guia o seu juramento de por ela, se preciso for, dar a própria vida. São homens que representam o Exército das gerações passadas e são os responsáveis pelos fundamentos em que se alicerça o Exército do presente.
 
Em uníssono, reafirmamos a validade do conteúdo do Manifesto publicado no site do Clube Militar (leia aqui), a partir do dia 16 de fevereiro próximo passado, e dele retirado, segundo o publicado em jornais de circulação nacional, por ordem do Ministro da Defesa, a quem não reconhecemos qualquer tipo de autoridade ou legitimidade para fazê-lo.
Texto completo O Clube Militar é uma associação civil, não subordinada a quem quer que seja, a não ser a sua Diretoria, eleita por seu quadro social, tendo mais de cento e vinte anos de gloriosa existência. Anos de luta, determinação, conquistas, vitórias e de participação efetiva em casos relevantes da História Pátria.
 
A fundação do Clube, em si, constituiu-se em importante fato histórico, produzindo marcas sensíveis no contexto nacional, ação empreendida por homens determinados, gerada entre os episódios sócio-políticos e militares que marcaram o final do século XIX. Ao longo do tempo, foi partícipe de ocorrências importantes como a Abolição da Escravatura, a Proclamação da República, a questão do petróleo e a Contra-revolução de 1964, apenas para citar alguns.
 
O Clube Militar não se intimida e continuará atento e vigilante, propugnando comportamento ético para nossos homens públicos, envolvidos em chocantes escândalos em série, defendendo a dignidade dos militares, hoje ferida e constrangida com salários aviltados e cortes orçamentários, estes últimos impedindo que tenhamos Forças Armadas (FFAA) a altura da necessária Segurança Externa e do perfil político-estratégico que o País já ostenta. FFAA que se mostram, em recente pesquisa, como Instituição da mais alta confiabilidade do Povo brasileiro (pesquisa da Escola de Direito da FGV-SP).
 
            O Clube Militar, sem sombra de dúvida, incorpora nossos valores, nossos ideais, e tem como um de seus objetivos defender, sempre, os interesses maiores da Pátria.
 
Assim, esta foi a finalidade precípua do manifesto supracitado que reconhece na aprovação da “Comissão da Verdade” ato inconseqüente de revanchismo explícito e de afronta à lei da Anistia com o beneplácito, inaceitável, do atual governo.
 
 Assinam, abaixo, os Oficiais Generais por ordem de antiguidade e os Oficiais superiores por ordem de adesão.

OFICIAIS GENERAIS
Gen Pedro de Araujo Braga
Gen Valdésio Guilherme de Figueiredo
Gen Gilberto Barbosa de Figueiredo
Gen Roberto Viana Maciel dos Santos
Gen Francisco Batista Torres de Melo
Gen  Amaury Sá Freire de Lima
Gen Cássio Cunha
Gen Aloísio Rodrigues dos Santos
Gen Ulisses Lisboa Perazzo Lannes
Gen Iberê Mariano da Silva
Gen Marco Antonio Tilscher Saraiva
Gen Aricildes de Moraes Motta
Gen Eduardo Cunha da Cunha
Gen Tirteu Frota
 Gen Miguel Monori Filho 
Gen César Augusto Nicodemus de Souza
Gen Geraldo Luiz Nery da Silva
Gen Marco Antonio Felício da Silva
Gen  Newton Mousinho de Albuquerque
Gen Paulo César Lima de Siqueira
Gen Manoel Theóphilo Gaspar de Oliveira
Gem Hamilton Bonat
Gen Elieser Girão Monteiro
Gen Pedro Fernando Malta
Gen  Gilberto Serra
Gen Mauro Patrício Barroso
 
OFICIAIS SUPERIORES
Cel Carlos de Souza Scheliga
Cel Carlos Alberto Brilhante Ustra
Cel Ronaldo Pêcego de Morais Coutinho
Capitão-de-Mar-e-Guerra Joannis Cristino Roidis
Cel Seixas Marques
Cel Pedro Moezia de Lima
Cel Cláudio Miguez
Cel Yvo Salvany
Cel Ernesto Caruso
Cel Juvêncio Saldanha Lemos
Cel Paulo Ricardo Paiva
Cel Raul Borges
Cel Rubens Del Nero
Cel Ronaldo Pimenta Carvalho
Cel Jarbas Guimarães Pontes
Cel Miguel Netto Armando
Cel Florimar Ferreira Coutinho
Cel Av Julio Cesar de Oliveira Medeiros
Cel.Av.Luís Mauro Ferreira Gomes
Cel Carlos Rodolfo Bopp
Cel Nilton Correa Lampert
Cel Horacio de Godoy
Cel Manuel Joaquim de Araujo Goes
Cel Luiz Veríssimo de Castro
Cel  Sergio Marinho de Carvalho
Cel Antenor dos Santos Oliveira
Cel Josã de Mattos Medeiros
Cel Mario Monteiro Campos
Cel Armando Binari Wyatt
Cel Antonio Osvaldo Silvano
Cel Alédio P. Fernandes
Cel Francisco Zacarias  
Cel Paulo Baciuk
Cel Julio da Cunha Fournier   
Cel Arnaldo N. Fleury Curado
Cel Walter de Campos
Cel Silvério Mendes
Cel Luiz Carvalho Silva
Cel Reynaldo De Biasi Silva Rocha
Cel Wadir Abbês
Cel Flavio Bisch Fabres
Cel Flavio Acauan Souto
Cel Luiz Carlos Fortes Bustamante Sá
Cel Plotino Ladeira da Matta
Cel Jacob Cesar Ribas Filho  
Cel Murilo Silva de Souza
Cel Gilson Fernandes
Cel José Leopoldino
Cel Evani Lima e Silva  
Cel Antonio Medina Filho
Cel José Eymard Bonfim Borges
Cel Dirceu Wolmann Junior
Cel Sérgio Lobo Rodrigues
Cel Jones Amaral
Cel Moacyr Mansur de Carvalho
Cel Waine Canto
Cel Moacyr Guimarães de Oliveira
Cel Flavio Andre Teixeira
Cel Nelson Henrique Bonança de Almeida
Cel Roberto Fonseca
Cel Jose  Antonio  Barbosa
Cel Jomar Mendonça
Cel Carlos Sergio Maia Mondaini
Cel Nilo Cardoso Daltro
Cel Vicente Deo
Cel Av Milton Mauro Mallet Aleixo
Cel José Roberto Marques Frazão
Cel Luiz Solano
Cel  Flavio Andre Teixeira
Cel  Jorge Luiz Kormann
Cel Aluísio Madruga de Moura e Souza
Cel Aer Edno Marcolino
Cel Paulo Cesar Romero Castelo Branco
Cel CARLOS LEGER SHERMAN PALMER
Cel Gilberto Guedes Pereira
Cel Carlos da Rocha Torres
Cel Paulo Soares dos  Santos
Cel Mário Luiz de Oliveira
Cel Wilson Musco
Cel Luiz Fontoura  de Oliveira Reis
Cel Rubens Reinaldo Santana
Cel Arthur Paulino Tapajoz de Souza
Cel Josimar Gonçalves Bezerra
Cel Affonso Correa de Araújo
Cel Era Derli Stopato da Fonseca
Cel Elmio David Dansa de Franco
Cel Antonio Carlos Pinheiro
Cel Av Silvio Brasil Gadelha
Cel Av Sílvio Barreto Viana
Cel Jorge Caetano  Souza do Nascimento
Cel Sérgio Augusto Machado Cambraia
Cel Manoel Soriano Neto
Cel Nelson Roque Vaz Musa
Cel Rubens Vaz da Cunha
Cel Mário Muzzi
Cel Luiz Caramuru Xavier
Cel Av Valdir Eliseu Soldatelli
CMG (FN) Guilherme Gonzaga
CMG Cesar Augusto Santos Azevedo
Cel José Alberto Neves Tavares da Silva
Cel Pedro Figueira Santos
Cel Respício Antonio  do Espírito Santos
Cel Av Silvio da Gama Barreto Viana
Cel Djair Braga Maranhoto
Cel Airton Alcântara Gomes
Cel Arcanjo Miguel Vanzan
CMG Francisco Heráclio Maia do Carmo
Cel Ary Vieira Costa
Cel Ricardo Perera de Miranda
CMG Edmundo Amaral Baptista
Cel Coronel Nicolau Loureiro Neto
Cel AV Sérgio Ivan Pereira
CMG Geraldo da Fonseca
Cel Nelsimar Moura Vandelli
Cel Cesar Augusto de Jesus Magalhães
Cel Rogério Oliveira da Cunha
Cel José Augusto de Castro Neto
Cel Benedito Luiz Longhi
CMG Rogério Ferreira Esteves
Cel Albérico da Conceição Andrade
Cel Orlando Galvão  Canário
Cel AV  José Alfredo de Tolosa Andrade
Cel Pedro Arnóbio de Medeiros
Cel Sérgio dos Santos Lima
Cel Cezar Nunes de Araújo
Cel Ivan Fontelles
Cel Paulo Soares de Souza
Cel Renato Brilhante Ustra
Cel Ariel Rocha de Cunto
Cel Rui Pinheiro Silva
Cel Milton Moraes Sarmento
Cel Paulo Sérgio da Silva  Maia
Cel Ney de Oliveira Waszak
Cel Vanildo Braga Vilela
Cel Aimar Baptista da Silva
Cel Stelson Santos Pontes de azevedo
Cel Jorge Baptista Ribeiro
Cel Av Luiz Sérgio de Azevedo Ferreira
Cel Ademar Antonio Eberl Garlippe
Cel Luiz Osório Marinho Silva
Cel Carlos Luiz Affonso
CMG Francisco Santoro
Cel Edilberto  Gardona
Cel Antonio Carlos de Andrade Pinheiro
Cel Lauro Luck de Castro e Souza
Cel Nelson Albuquerque Júnior
Cel Joaquim Izídio Neto
CMG Sérgio Ricardo Ferreira
Cel Luiz Alberto Rosa Apel
Cel Nilson Lemgruber Correa
Cel Mario Miquelino Cunha Filho
CMG Percival de Araújo Costa
Cel Lencarte Lopes
Cel Marcus Aurélius Minervino
Cel Ricardo Dias Paiva
Cel Antonio Francisco da Silva Polck
Cel Everton Cesar Seraphim
Cel Edson Ferreira Santiago
Cel Ricardo Henrique  O' Reilly
Cel Cantídio Dantas
T Cel Osmar José de Barros Ribeiro
T Cel Mayrseu Cople Bahia
T Cel  José Cláudio de Carvalho Vargas
T Cel Aer Jorge Ruiz Gomes
T Cel Era Gilson Neves Campos
T Cel Ronaldo Binari da Silva Freire.
T Cel Aer Paulo Cezar Dockorn
T Cel Nilton Setta
T Cel Reinaldo Granato
T Cel Fernando Batalha Monteiro
T Cel Carlos Guimarães Ferreira
T Cel Emerson Celso Nascimento Barroso
T Cel Ricardo Cooper de Almeida
T Cel José Nunes de Oliveira
T Cel José Acioli Toscano Neto
T Cel Silva Freire Nunes Oliveira
Cap de Fragata  Rafael Lopes Matos
Cap De Fragata Theotônio Toscano
T Cel José Nunes Oliveira
T Cel Mario Santana Lima Junior
T Cel José antonio Barbosa Franco
T Cel Odone Corso
T Cel Esp Av José Garcia Gomes
T Cel Cunha Juan Enrique Vergara Canto
T Cel Paulo Roberto Correa de Barros
T Cel Roberto Campos Zuquim
T Cel Ronaldo Tito Vieira do Canto
T Cel Osmar José Gomes
Maj Paulo Roberto Dias da Cunha
Maj Aer Josias de Freitas Duarte
Maj Era Pedro Roberto Raffs Machado
Maj Era Silvestre Beal
Cap de Corveta Ernesto Moraes

Oficiais Capitães
Cap Aer Antonio Pinto
Cap Nildo Brands
 
Oficiais subalternos  
1º Ten Aldeir Vieira Jacques
1º Ten Erion Renato Franco Pozzobon 
2º Ten José Vargas Jiménez 
2º  Ten Aparecido Brumer

Subtenentes
Sub Ten Antonio Carlos mesquita do Amaral
Sub Of (FN) Ronaldo José Ribeiro
Sub Of Antonio Correa da Silva Filho

Sargentos 
1º Sgt (FN) Geraldo bandeira André
2º Sgt Sarides Ferreira de Freitas


 CIVIS
Fernado Antoniazzi
Marcus Antonio Marques Noleto
Murilo Patriota
Carlos Portugal  
Adelino Mac Cord Paulo Abud

As novas adesões serão incluídas - inclusive de civis - ao serem solicitadas pelo e-mail :


Este endereço de e-mail está sendo protegido de spam, você precisa de Javascript habilitado para vê-lo   

domingo, 15 de janeiro de 2012

O USUFRUTO DO CAOS

Desde sempre na história da humanidade há quem usufrua da miséria alheia! E, infelizmente, assim sempre será.
Na parte que nos toca, para que isso não tome proporções incontroláveis, cabe o papel de denunciar, desmistificar, abortar qualquer tentativa de gente sórdida que visa seus bônus pessoais e/ou profissionais denegrindo o trabalho sério!
Infelizmente, hoje em dia, essa postura não se aplica mais às pessoas isoladamente. Existe (maioria) a parte da imprensa, tanto escrita quanto a televisiva - que é mais nefasta porque a mais pessoas atinge - uma missão quase que mórbida de deturpar, torcer, alardear, tudo o que ocorre de bom para transformar em notícia ou servir a seus interesses (políticos e financeiros = anunciantes!).
Meus amigos, li há poucos dias uma definição de notícia que mostrou-se perfeita ao que ocorre em nossos encrespados dias de hoje = Nótícia é notícia ruim. Notícia boa não é notícia, é propaganda!
É verdade! Percebam que, de um modo às vezes tão sutil que despercebido, a distorção se faz nas redações de jornais e bastidores de telejornais, de modo a provocar sensacionalismo negativo! Há que ser negativo para que seja "sucesso".
Já não há mais em canto algum a mídia que reporte os fatos de modo fiel e deixe aos leitores a conclusão. Existe hoje uma compulsão midiática de apresentar a notícia, o problema, a solução , sempre de forma taxativa, repugnantemente saturada de viés ideológico ou politiqueiro.
Estamos em tempos bicudos quando poucas pessoas questionam o que leem, ouvem, assistem. A preguiça de raciocínio, de análise, de opinião pessoal tornou o bom senso coisa sepulta! Recebem os leitores e telespectadores o bolo com a receita pronta e o diagnóstico imposto sobre se você deve ou não apreciar o sabor dele! Prático, cômodo, lucrativo e...extremamente perigoso!
Assim se formam as tais "massas de manobra". Assim se inicia a condição de uma população que se deixa levar pela informação (desinformação!) como "gado"!
Eu hoje acabei me atrevendo a prolongar o texto - talvez demais! - por estar de uma forma muito particular envolvida com o assunto que motivou esta manifestação! E se prolonguei demais ou não, deixo a critério de vocês, leitores, a avaliação! Afinal, jamais faria o que aqui mesmo estou condenando = podar o exercício do raciocínio e da opinião pessoal resultante de fatos e dados reais e corretos, sem fantasias ideológicas ou politiqueiras, sem viés ideológico para indução!
DIRETO AO PONTO : AÇÕES NA CRACOLÂNDIA
Temos sido vítimas, sistemáticamente, de opiniões e de ações que denigrem um trabalho serio. Não fosse apenas a ignorância de quem se manifesta com argumentos totalmente imbecis, ainda existe o problema das "aves de rapina", que tal como mencionei acima, transformam o que é bom em desgraça, para que disso se colham mais frutos, bônus pessoais, politicos, profissionais e até mesmo os ridículos 15 minutos de fama, como o ridículo CHURRASCÃO do dia 14/01/2012!
Quem tiver oportunidade de buscar a "idealizadora" da palhaçada e as "grandes , indispensáveis e importantes" entidades e pdeuso-ONGs que conseguiram seus 15 minutos de fama, verão o que ocorre no submundo da Cracolândia explorada pelo submundo moral (imoram!)  que dela desfrutam! Não serei eu a publicar nomes de irresponsáveis que não resistem a um microfone, uma câmera, uma foto...

Reproduzindo abaixo dados oficiais e de plena e total confiança para que vocês tenham real conhecimento e informação fidedigna a fim de que tenham suas próprias opiniões e tirem suas próprias conclusões!

E a quem concordar, desde já peço o grande favor de divulgar!

Assunto: Operação Centro Legal - Boletim nº 32




Operação Centro Legal
Boletim nº 032
15JAN12, 11h

A operação integrada Centro Legal é constituída de atividades que envolvem as polícias e os órgãos estaduais e municipais ligados à segurança, saúde e assistência social. Seus objetivos são o resgate da cidadania, a elevação da dignidade humana por meio da reinserção social, a recuperação de áreas degradadas e o combate do tráfico de drogas.

Após estudos e reuniões preparatórias, as novas ações começaram no dia 3 de janeiro de 2012 e serão desenvolvidas de maneira permanente, não havendo assim previsão para o término.

Os resultados parciais serão divulgados três vezes por dia, às 06h00, 11h00 e 17h00, sendo que os boletins antigos poderão ser acessados na página da internet da Polícia Militar (www.policiamilitar.sp.gov.br). Para melhor visualização as ações são subdivididas em três áreas de atuação: policial, social e de saúde. Até o momento, os resultados são os seguintes:


AÇÕES POLICIAIS

Pessoas presas
107
Abordagens policiais
4853
Condenados capturados
43
Crack apreendido
2,355 kg

Quantidade de flagrantes(incluindo ato infracional)

85

Cocaína apreendida

         10,187 kg

Maconha apreendida

17,195 kg
AÇÕES SOCIAIS

Abordagens – Atenção Urbana
1786
Atendimento – SMADS
3698
Encaminhamentos para Abrigamentos – SMADS*
1165
Encaminhamentos para Saúde – SMADS
212
Lixo retirado
101 toneladas
Encaminhamento da Helvetia com transporte da SMADS para portas de entrada – CDR/COMUDA*
55
Informações – CDR/ COMUDA
429
AÇÕES DE SAÚDE

Abordagens de Agentes da Saúde
1357
Encaminhamentos para serviços de saúde
212
Internações
80
Encaminhamento para hospitais
9

Atendimento para Tratamento – CRATOD*

6
Atendimento para tratamento – Grávidas
5



Siglas:
·         SMADS – Secretaria Municipal de Assistência e Desenvolvimento Social.
·         CDR/COMUDA – Coordenadoria de Atenção as Drogas / Conselho Municipal de Políticas Públicas de drogas e álcool.
·         CRATOD – Centro de Referência de Álcool, Tabaco e outras Drogas.
Assessoria de Imprensa da Polícia Militar (11) 3327-7063 / 7064
Assessoria de Imprensa da Prefeitura: (11) 3113-8861 / 8851
Assessoria de Imprensa da Secretaria Municipal da Saúde: (11) 3397-2370 / 2372
Assessoria de Imprensa da GCM: (11) 3124-5190/92

Links = http://www.policiamilitar.sp.gov.br/
http://www.policiamilitar.sp.gov.br/hotsites/centrolegal/boletim.html

O Boletim que transcrevi, de número 32, é atual. No site do link acima ainda está constando o de número 27. De qualquer modo, acompanhem. 


Segue abaixo também 2 vídeos - vejam bem! - do ANO PASSADO!
Assim poderão tomar conhecimento de que nada foi feito sem estudo prévio ou um bom planejamento!


















segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

Excelente ! MARCO ANTONIO VILLA

PERCA TEMPO - O BLOG DO MURILO: Um ano para ser esquecido - MARCO ANTONIO VILLA:

Domingo, Dezembro 25, 2011


Um ano para ser esquecido - MARCO ANTONIO VILLA

O ESTADÃO - 25/12/11 O governo Dilma Rousseff é absolutamente previsível. Não passa um mês sem uma crise no ministério. Dilma obteve um triste feito: é a administração que mais colecionou denúncias de corrupção no seu primeiro ano de gestão. Passou semanas e semanas escondendo os "malfeitos" dos seus ministros. Perdeu um tempo precioso tentado a todo custo sustentar no governo os acusados de corrupção. Nunca tomou a iniciativa de apurar um escândalo - e foram tantos. Muito menos de demitir imediatamente um ministro corrupto. Pelo contrário, defendeu o quanto pôde os acusados e só demitiu quando não era mais possível mantê-los nos cargos. A história - até o momento - não deve reservar à presidente Dilma um bom lugar. É um governo anódino, sem identidade própria, que sempre anuncia que vai, finalmente, iniciar, para logo esquecer a promessa. Não há registro de nenhuma realização administrativa de monta. Desde d. Pedro I, é possível afirmar, sem medo de errar, que formou um dos piores ministérios da história. O leitor teria coragem de discutir algum assunto de energia com o ministro Lobão? É um governo sem agenda. Administra o varejo. Vê o futuro do Brasil, no máximo, até o mês seguinte. Não consegue planejar nada, mesmo tendo um Ministério do Planejamento e uma Secretaria de Assuntos Estratégicos. Inexiste uma política industrial. Ignora que o agronegócio dá demostrações evidentes de que o modelo montado nos últimos 20 anos precisa ser remodelado. Proclama que a crise internacional não atingirá o Brasil. Em suma: é um governo sem ideias, irresponsável e que não pensa. Ou melhor, tem um só pensamento: manter-se, a qualquer custo, indefinidamente no poder. Até agora, o crescimento econômico, mesmo com taxas muito inferiores às nossas possibilidades, deu ao governo apoio popular. Contudo, esse ciclo está terminando. Basta ver os péssimos resultados do último trimestre. Na inexistência de um projeto para o País, a solução foi a adoção de medidas pontuais que só devem agravar, no futuro, os problemas econômicos. Em outras palavras: o governo (entenda-se, as presidências Lula-Dilma) não soube aproveitar os ventos favoráveis da economia internacional e realizar as reformas e os investimentos necessários para uma nova etapa de crescimento. Se a economia não vai bem, a política vai ainda pior. Excetuando o esforço solitário de alguns deputados e senadores - não mais que uma dúzia -, o governo age como se o Congresso fosse uma extensão do Palácio do Planalto. Aprova o que quer. Desde projetos de pouca relevância, até questões importantes, como a Desvinculação de Receitas da União (DRU). A maioria congressual age como no regime militar. A base governamental é uma versão moderna da Arena. Não é acidental que, hoje, a figura mais expressiva é o senador José Sarney, o mesmo que presidiu o partido do regime militar. Nenhuma discussão relevante prospera no Parlamento. As grandes questões nacionais, a crise econômica internacional, o papel do Brasil no mundo. Nada. Silêncio absoluto no plenário e nas comissões. A desmoralização do Congresso chegou ao ponto de não podermos sequer confiar nas atas das suas reuniões. Daqui a meio século, um historiador, ao consultar a documentação sobre a sessão do último dia 6, lá não encontrará a altercação entre os senadores José Sarney e Demóstenes Torres. Tudo porque Sarney determinou, sem consultar nenhum dos seus pares, que a expressão "torpe" fosse retirada dos anais. Ou seja, alterou a ata como mudou o seu próprio nome, sem nenhum pudor. Desta forma, naquela Casa, até as atas são falsas. Para demonstrar o alheamento do Congresso dos temas nacionais, basta recordar as recentes reportagens do Estadão sobre a paralisação das obras da transposição das águas do Rio São Francisco. O Nordeste tem 27 senadores e mais de uma centena de deputados federais. Nenhum deles, antes das reportagens, tinha denunciado o abandono e o desperdício de milhões de reais. Inclusive o presidente do PSDB, deputado Sérgio Guerra, que representa o Estado de Pernambuco. Guerra, presumo, deve estar preocupado com questões mais importantes. Quais? Falando em oposição, vale destacar o PSDB. Governou o Brasil por oito anos vencendo por duas vezes a eleição presidencial no primeiro turno. Nas últimas três eleições chegou ao segundo turno. Hoje governa importantes Estados. Porém, o partido inexiste. Inexiste como partido, no sentido moderno. O PSDB é um agrupamento, quase um ajuntamento. Não se sabe o que pensa sobre absolutamente nada. Um ou outro líder emite uma opinião crítica - mas não é secundado pelos companheiros. Bem, chamar de companheiros é um tremendo exagero. Mas, deixando de lado a pequena política, o que interessa é que o partido passou o ano inteiro sem ter uma oposição firme, clara, propositiva sobre os rumos do Brasil. E não pode ser dito que o governo Dilma tenha obtido tal êxito, que não deixou espaço para a ação oposicionista. Muito pelo contrário. A paralisia do PSDB é de tal ordem que o Conselho Político - que deveria pautar o partido no debate nacional - simplesmente sumiu. Ninguém sabe onde está. Fez uma reunião e ponto final. Morreu. Alguém reclamou? A grande realização da direção nacional foi organizar um seminário sobre economia num hotel cinco estrelas do Rio de Janeiro, algo bem popular, diga-se. E de um dia. Afinal, discutir as alternativas para o nosso país deve ser algo muito cansativo. Para o Brasil, 2011 é um ano para ser esquecido. Foi marcado pela irrelevância no debate dos grandes temas, pela desmoralização das instituições republicanas e por uma absoluta incapacidade governamental para gerir o presente, pensar e construir o futuro do País.

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Tucanos poderiam ser hoje a ala esquerda do PT!

Tucanos poderiam ser hoje a ala esquerda do PT!

09/12/2011

às 22:48

Tucanos poderiam ser hoje a ala esquerda do PT!

Todos sabem o que penso sobre a passagem de FHC pela Presidência da República. Não retiro uma só palavra do que escrevi até hoje. Eu o considero mais importante para a história do Brasil do que Getúlio Vargas — pelos menos para os meus valores. Não vou repisar argumentos. De resto, a engenharia econômica do Plano Real, que esteve sob o seu comando, foi única no mundo e responde, em essência, pela relativa estabilidade do país num mundo em crise. Se temos alguns problemas sérios, e temos, deve-se ao que não se fez depois. Assim, viva FHC!, homem de notável inteligência. Mas também tenho discordâncias severas, algumas já expressas aqui mais de uma vez.

Hoje foi um dia um tanto infeliz para o PSDB, menos pelos episódios em si do que pelo futuro para o qual acenam. Em Minas, vemos o governador Antonio Anastasia e o senador Aécio Neves acenando explicitamente para Fernando Pimentel. No caso do governador, a justificativa toca as raias do absurdo. Além de “amigo”, diz, “Pimentel é mineiro”. Bem, ser mineiro não é, que se saiba, atestado de inocência. “Ah, olhem o Reinaldo, um serrista, falando…” Esse tipo de consideração, acho, já está desmoralizada.

O principal partido de oposição deveria ter claro que o PT, o maior partido do país, tem plenas condições de defender um dos seus, ainda que as duas legendas tenham se unido na disputa pela Prefeitura de Belo Horizonte para eleger Márcio Lacerda. Há uma diferença óbvia de comportamento entre esses tucanos e o conjunto dos petistas no trato com os adversários. Ah, sim: sou especialista em enfrentar “correntes na Internet”. Não adianta vir com aquela cascata contra paulistas que não dou a mínima. Agora a sabatina.

A Folha “sabatinou” hoje FHC, que está lançando o livro “A Soma e o Resto - Um Olhar sobre a Vida aos 80 Anos” (editora Civilização Brasileira). Não li ainda. Lerei e estou certo de que vou gostar de muita coisa. Mas, definitivamente, não gosto do que leio sobre a sua entrevista. O ex-presidente fez, sim, críticas à forma como o PT conduz o governo, atacou o aparelhamento, apontou o que não funciona etc. Nesse particular, repetiu a parte virtuosa de sua entrevista ao programa Roda Viva.

Ocorre que, e o próprio ex-presidente tocou nesse aspecto ( insuficientemente tratado até onde li, mas não posso assegurar porque não estava lá), o PT bateu a carteira da agenda social-democrata e, se querem saber, mesmo do que havia de mais “liberal” na atuação do PSDB. E o fez sem qualquer movimento propriamente de conversão ideológica. Para todos os efeitos — eis um escândalo, se me permitem, ideológico —, os petistas ainda se dizem socialistas etc. e tal. Não são, obviamente. Como tenho escrito aqui reiteradas vezes, do socialismo mesmo, eles só conservam a visão autoritária da política, quiçá totalitária.

Mensalão FHC gosta de pensar com largueza. Antes de ser político, é um intelectual, que faz reflexões ainda inacabadas em voz alta, erro que os “intelequituais” do petismo não cometem. Sempre atuam como… políticos! Ao comentar o episódio do mensalão, o ex-presidente afirmou que o ex-deputado Roberto Jefferson “teatralizou” a denúncia. Está, obviamente, se referindo a certos e inegáveis dons histriônicos de Jefferson, que, suponho, nem ele próprio negue. Ocorre que FHC é presidente de honra do PSDB. Eu corto as duas mãos se a frase não for incorporada à defesa dos réus do mensalão. “Teatralização” será entendida como “falsificação”, “exagero”, “mera representação”. E não foi um “deles” a dizê-lo, mas uma voz da oposição. Em uma palavra e um ponto: desastroso!

O tucano também afirmou o que já se sabia: recebeu o então ministro da Justiça, Márcio Thomaz Bastos, quando parecia inexorável que se caminhasse para o pedido de impeachment. Negou que tenha havido um acordo, mas deixou claro, sim, que o PSDB tirou o pé do acelerador. Insiste ainda hoje que o eventual impeachment de Lula teria cindido um país, teria sido um trauma político etc. Trata-se, temos de ser fiéis à história das idéias, do FHC de formação esquerdista a falar, não aquele que escolheu tirar o país do atraso econômico-institucional. A tese é ruim de doer. Em primeiro lugar, não dá para adivinhar o que seria. Em segundo lugar, ofensa à democracia foi a tentativa de comprar o Congresso e a compra efetiva de partidos com porteira fechada. Mais: ao sobreviver ao mensalão, o PT se colocou como um partido acima do bem e do mal. Os critérios morais passaram a ser ainda mais lassos.

FHC sugere que se fez ali uma escolha. Ora, não escapará a ninguém que essa escolha comporta uma boa dose de paternalismo. Em nome, então, da não-cisão, uma suposição, escolheu-se um caminho que ignorava as leis. Ruim! Lula sobreviveu, sim, ao mensalão, mas não exatamente para soldar uma fratura. Ao contrário: nascia ali, de forma decidida, a guerra do “nós” contra “eles”. E o próprio FHC era a besta-fera do passado. “Ora, se ele não se importa, Reinaldo, por que você vai se importar?” Ele sabe o que faz de si. Ocorre que foi transformado numa espécie de símbolo do não-petismo. O governo petista passou a usar a estrutura do estado para liquidar a divergência.

Confronto de valores Ao responder ontem a um subintelectual falastrão, lembrei um texto que texto que escrevi na última edição de VEJA do ano passado sobre aquela que considero ser a saída das oposições. Não é “a” resposta, claro! É só a “minha” resposta. Ou o Brasil reinventou a democracia ou está com algum problema. No mundo inteiro, existem partidos chamados “conservadores” que disputam o poder em igualdade de condições com os ditos “progressistas”. É esse equilíbrio que tem garantido as boas conquistas do regime democrático.

Não no Brasil. FHC falou na sabatina da Folha, na prática, ainda que com um volteio retórico aqui e ali, em favor da descriminação das drogas e do aborto, agenda que nem o PT assume claramente porque sabe que ela se choca com a opinião da maioria do povo brasileiro. Notem bem: se é isso o que FHC pensa como intelectual, que diga! Não serei eu a cobrar dele que afirme o contrário do que pensa. Uma coisa é certa: ele é uma das principais referências do PSDB, e a esmagadora maioria da parcela da população afinada com esse discurso vota no… PT!!!

No que respeita ao ordenamento propriamente econômico, não há diferenças entre PSDB e PT. Eu diria mesmo que, personalidade a personalidade, há pessoas no partido de Lula que estão muito, só para ficar em termos consagrados, “à direita” de alguns tucanos. No que diz respeito à agenda dos costumes, bem mais importante para a democracia e para a disputa eleitoral do que parece, um FHC — e ele não seria o único — se posiciona, para ficar na nomenclatura consagrada, à esquerda do próprio PT ou, quem sabe, do Apedeuta. Procurei: não há uma só declaração do Babalorixá que flerte com a descriminação do aborto, por exemplo, ainda que a política do partido caminhe nesse sentido. A própria Dilma, que fazia a defesa aberta dessa agenda, teve de mudar durante a campanha.

Nessa toada, esses que estão hoje na oposição não voltarão ao poder — a não ser que haja um desastre na economia, o que ninguém quer — enquanto insistirem em disputar o mesmo espaço do PT. A conversa de que “eles roubaram a nossa agenda” é inútil. É verdadeira, sim! A verdade na qual poucos acreditam costuma ser de uma danada ineficiência, não é? Vejam o caso da Cassandra, coitada!, que saiu da mitologia para ser difamada na metáfora. Sempre que alguém faz uma previsão meio catastrofista, dizem: “Esse é uma Cassandra”. Ocorre que a coitada sempre estava certa; sempre previa o que iria acontecer. Mas uma maldição de Apolo fazia com que não acreditassem nela… Era a chamada verdade inútil. Se os troianos a tivessem ouvido, não teriam levado aquele cavalo dos gregos para dentro da cidade. Mas levaram…

PSDB ocupa espaço da direita Tenho, sim, grande admiração por alguns tucanos, FHC entre eles. Mas nunca fui um deles, como muitos deles, aliás, fazem questão de também deixar claro. Na extinta revista Primeira Leitura, e o PSDB ainda estava no poder, escrevi um texto em que afirmava que o Plano Real, e só ele, tinha dado duas eleições presidenciais aos tucanos. A população votou, basicamente, no fim da inflação. Aloizio Mercadante e Maria da Conceição Tavares fizeram ao país o favor de convencer Lula e a cúpula petista de que o plano seria um desastre. Assim, queridos, vamos homenagear os dois com um pequeno aplauso: ao convencerem o Apedeuta a se colocar contra o sentimento da maioria, impediram o PT de chegar ao poder. Graças a Deus!

Quando o PT mudou o discurso e passou a atuar com a agenda econômica do adversário, mas investindo pesado no confronto de valores, o comando do PSDB se perdeu e não se encontrou até agora. Vivemos hoje uma situação estranhíssima. Se notarem, o PSDB ocupa o espaço que, nas democracias consolidadas, é ocupado por partidos conservadores, que o mundo chama, sem qualquer carga de preconceito, “de direita”. Ocorre que o PSDB não é… de direita! Resultado: ficam todos embolados no meio de campo, fazendo um discurso dito “progressista”, com a diferença de que os petistas, e nisso continuam esquerdistas, dominam os aparelhos dos ditos “movimentos sociais”.

Os conservadores acabam, com freqüência, fazendo “voto útil” nos tucanos, embora, na prática, estes acabem se confundindo com os petistas. E as coisas ficaram piores depois que os petistas decidiram se confundir com os tucanos. Nessa toada, o PSDB nem se torna uma alternativa de poder nem permite que surja uma alternativa de poder.

Lá vem pancada Aviso aos navegantes: os encapuzados da USP estão bravos e me xingam.; os amigos dos encapuzados estão bravos e me xingam; os petistas estão bravos e me xingam… E sei que agora virão os tucanos bravos, especialmente os de Minas. Não me importo. Tampouco me constranjo. Não escrevo para agradar tucanos, petistas ou sei lá quem. Escrevo o que acho que tem de escrito. Se acho que FHC, que tenho em altíssima conta, errou, então digo: “errou!”.

Às vezes, tenho a impressão de que os tucanos, se aceitos, poderiam se integrar ao PT. Comporiam hoje a sua ala… esquerda!

Por Reinaldo Azevedo

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Lupi também já sabe por que os farsantes acham que é sábado o mais cruel dos dias

Lupi também já sabe por que os farsantes acham que é sábado o mais cruel dos dias

Há uma semana, VEJA provou que o ministro do Trabalho, Carlos Lupi, ignora os limites impostos pelo Código Penal, por valores morais e por normas éticas. De lá para cá, pendurado no sexto andor da procissão dos corruptos do primeiro escalão a caminho do despejo, o farsante que controla o PDT cuidou de mostrar que ignora também os limites da sensatez, do decoro e do ridículo.  A presidente Dilma Rousseff pode escolher as más companhias que quiser. Mas não tem o direito de manter um delinquente num emprego bancado por quem paga imposto.
Até agora, ela fez de conta que nem notou a imundície crescendo no quintal da própria casa. “Que crise?”, fingiu espantar-se a chefe de governo exposta às bravatas e, depois, à canastrice derramada de um personagem de bolerão. (“Que crise?”, repetiu José Dirceu na festinha de aniversário do companheiro bandido Agnelo Queiroz. Nenhuma coincidência). Para justificar a omissão da supergerente de araque, que tenta arrastar mais um cadáver insepulto até a “reforma ministerial” de janeiro, o caixa-preta Gilberto Carvalho vem insistindo na lengalenga: “Não existe nada que envolva pessoalmente o Lupi”.
Existe, souberam na manhã de sábado centenas de milhares de leitores de VEJA ─ e, em seguida, milhões de brasileiros confrontados com as revelações da reportagem que coloca em frangalhos a fantasia mambembe inventada às pressas. O álibi repleto de buracos e fissuras foi implodido. O passeio de avião com o comparsa que alegava nunca ter visto é o Fiat Elba do falastrão fora-da-lei. Está comprovado que Carlos Lupi se enfiou no pântano até o pescoço. Como os colegas de bandalheiras que o precederam no regresso à planície, outro ministro já descobriu por que, para quem tem culpa no cartório, é mesmo sábado o mais cruel dos dias.

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Os reacionários-vândalos da USP foram bebês de proveta???

 AQUI VAI O DESAFIO =
 ONDE ESTÃO OS PAPAIS E AS MAMÃES DOS VAGABUNDOS MACONHEIROS DA USP, QUE DESTROEM O PATRIMÔNIO PÚBLICO QUE EU PAGO???
SE VOCÊS TIVESSEM UM PINGO DE DECÊNCIA E VERGONHA NA CARA, NEM PRECISAVA PM. VOCÊS DEVERIAM ESTAR LÁ TIRANDO A CRIA MALCRIADA DE VOCÊS DAQUELE ESPAÇO. 
SE FOSSE FILHO MEU, FICAVA SEM SENTAR PELO MENOS UMA SEMANA! E NÃO TEM ESSA DE JÁ SER ADULTO NÃO, PORQUE NÃO É...!!! É MOLEQUE!!! MIMADO E MAU CARÁTER! OS PAPAIS E AS MAMÃES DAQUELE BANDO NÃO SENTEM FALTA DO FILHINHO MAIS DE UMA SEMANA SEM DORMIR EM CASA NÃO? NEM PODEM DAR DESCULPA DE DESCONHECIMENTO! VOCÊS, PAPAIS E MAMÃES INCOMPETENTES, CRIARAM ESSES ANIMAIS!!! POIS SAIAM DA TOCA E ASSUMAM A RESPONSABILIDADE POR ELES! EU NÃO QUERO MAIS PAGAR PELOS ATOS DE VANDALISMO DE FILHO DE GENTE IMBECIL E INCOMPETENTE!!
EU SÓ SUSTENDO AQUELE ANTRO. DOS MEUS QUATRO FILHOS NENHUM É "CRIA"DA USP, POR OPÇÃO E GRAÇAS A DEUS!
QUANDO ELES ESTAVAM NA IDADE PRÉ-FACULDADE EU JÁ TINHA DA USP A IMPRESSÃO DE QUE, COLOCAR UM FILHO LÁ, ERA ALGO PARECIDO COMO MANDAR UMA FILHA ADOLESCENTE DE 12 ANOS PARA UM BORDEL!
PORTANTO, EU SUSTENTO MAS NUNCA USUFRUI DO QUE PAGO! TENHO TODO O DIREITO DE EXIGIR QUE AQUELE BANDO RESPEITE O MEU PATRIMÔNIO.
E QUE OS PAIS DO BANDO PAGUEM PELOS DANOS. E LEVEM OS MACONHEIROS E REBELDES SEM CAUSA PARA CASA E COMECEM A EDUCAR DE NOVO
. DESTA VEZ, ESPERO, DE FORMA ADEQUADA!

E MAIS = UMA RAPA DE PROFESSORES QUE ATIÇAM ESSE TIPO DE COMPORTAMENTO JÁ PASSOU DA HORA. NO MEU CONCEITO NÃO EXISTE ESTABILIDADE DE EMPREGO PARA ESSE TIPO DE DOCENTE! É DEMISSÃO POR JUSTA CAUSA, PROCESSO ADMINISTRATIVO E PONTO FINAL! ELES QUE TENTEM FAZER ESSE TIPO DE INCITAÇÃO NUMA UNIVERSIDADE PARTICULAR E VÃO APRENDER O QUE É PRECISAR TRABALHAR DE VERDADE E MOSTRAR RESULTADO!