segunda-feira, 5 de janeiro de 2015

Mídia Sem Máscara - O voto é secreto, não a apuração


Mídia Sem Máscara - O voto é secreto, não a apuração


Íntegra do meu pronunciamento feito na audiência pública sobre urnas eletrônicas, na Comissão de Tecnologia, Ciência e Informação, na Câmara dos Deputados, em 16 de dezembro de 2014.

Excelentíssimo Senhor Deputado Izalci, autor do requerimento desta audiência pública, ao que parabenizo pela iniciativa relevantíssima no momento em que vivemos. Demais membros da mesa e aqui presentes, a minha abordagem aqui nesta complexa questão, será de natureza política, numa breve fala aqui de 5 minutos, ao que agradeço ao deputado pela oportunidade de participação.
 
Esta Casa de Leis é a instância adequada para os questionamentos aqui apresentados. Viemos aqui, caro deputado, solicitar, sim, a abertura de uma CPI, primeiro um grupo de trabalho para aprofundar, para que investigue, e uma CPI, posteriormente, para fazer as devidas investigações sobre a empresa Smartmatic. Aliás, eu queria perguntar ao nobre deputado, se confirma a ausência do representante do TSE e da empresa aqui nesta audiência pública? Os demais membros não são representantes? [Confirmam que não há representantes do TSE, nem da Smartmatic]. Então, realmente, se lamenta que não estejam aqui presentes representantes do TSE e da empresa Smartmatic, nesta importante audiência pública.
Caro Deputado, são muitos os questionamentos, inclusive fora do país, e se as respostas não forem devidamente esclarecidas, o que está em jogo em meio à tudo isto, é a nossa democracia e a própria soberania nacional. 
Ainda no final do dia 26 de outubro, com o término da votação do segundo turno presidencial, e à espera de três horas, em que apenas alguns técnicos do TSE tiveram o privilégio de operacionalizar a apuração secreta, a indignação da população, inicialmente pelas redes sociais, tomou conta das ruas, onde ocorreram várias manifestações nas semanas seguintes, cujas reivindicações expusemos no “Manifesto pela Democracia” (http://www.midiasemmascara.org/mediawatch/noticiasfaltantes/foro-de-sao-paulo/15540-manifesto-pela-democracia.html), entre as reivindicações, o pedido de auditoria das urnas eletrônicas, especialmente do envolvimento da empresa Smartmatic com o TSE. Cabe lembrar que o voto é secreto, não a apuração. 
São vários os questionamentos feitos à referida empresa. Há informações de que está sendo investigada nos EUA, nas Filipinas e outros países, que merecem sim serem aclaradas, com uma investigação séria, pois o próprio Ministro do STF, Gilmar Mendes, disse que, sim, devemos dar a devida atenção a esses questionamentos feitos, cujos os indícios de fraudes pipocaram por toda parte e,  como bem dissemos no “Manifesto pela Democracia”, “a própria apuração secreta no TSE, por si só já é uma fraude, invalidando a lisura e a transparência das eleições, independentemente de fraudes pontuais que a tenham acompanhado.” Principalmente porque uma nação não pode abdicar do direito à transparência eleitoral. Não devemos considerar o devido pedido de esclarecimento como bem disse o Ministro Gilmar Mendes, como uma ofensa às instituições ou um atentado à democracia. Nada disso, senhor deputado, devemos estar preparados para prestar essas informações, até porque estamos a falar de algo elementar, ou seja, da legitimação democrática. E aqui como cidadão brasileiro, representando o Movimento Legislação e Vida, requeiro à esta Casa Legislativa que proceda, dentro da constitucionalidade, para que esse tema seja objeto, sim, de discussão, pois quis o STF com a ADI 4543 (http://www.tse.jus.br/noticias-tse/2011/Outubro/stf-suspende-aplicacao-do-voto-impresso-nas-eleicoes-de-2014) refutar de vez esse direito! Por exemplo, o direito do eleitor ao voto imprenso. 
Cabe lembrar que a falta de uma comprovação física do voto e a possibilidade de falhas nas urnas eletrônicas além de fraudes, “foram os problemas apontados por especialistas em segurança digital, ouvidos em Audiência Pública promovida em 2013 pela  Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática – CCT do Senado” (http://www12.senado.gov.br/noticias/materias/2013/10/15/senado-discute-as-vantagens-e-desvantagens-do-voto-impresso). Por isso pleiteamos, sim, também o direito ao voto impresso, para que a lisura e a transparência do pleito sejam realmente efetivas, e que cessem de vez as suspeitas que hoje pairam no ar. Por isso o pedido de uma CPI se justifica, evidentemente no início da próxima legislatura, cuja farta documentação a respeito deixamos à vossa Excelência para a apurada análise. 
Agora quero ainda nos 2 minutos que me faltam, tratar de outra questão, que apenas vamos indicar, a título de registro que merece uma reflexão. 
O fato é que nos chegam informações, caro Deputado, por exemplo, como a do engenheiro Christopher Bello Ruiz de que a empresa Smartmatic, diz ele, utiliza uma rede conectada a Cuba, para manipular, por exemplo, as eleições em 2013 na Venezuela, inclusive a empresa tem estabelecimento lá também. E o próprio general venezuelano Carlos Júlio Peñaloza, QUE FOI COMANDANTE GERAL DO EXÉRCITO DA VENEZUELA, AUTOR DO LIVRO O “IMPÉRIO DE FIDEL”, FALA SOBRE AS INGERÊNCIAS DOS CASTROS NA VENEZUELA, COMO UTILIZOU A ARMA CIBERNÉTICA PARA O SEU PRÓPRIO PROPÓSITO DE EXPANSÃO DO SEU PROJETO DE PODER TOTALITÁRIO EM TODA A AMÉRICA LATINA. 
Em artigo publicado no jornal Mídia Sem Máscara (http://www.midiasemmascara.org/mediawatch/noticiasfaltantes/foro-de-sao-paulo/14068-farsa-eleitoral-na-venezuela-cronica-de-uma-fraude-anunciada.html) conta que a Smartmatic (essa que o TSE contratou para operacionalizar o pleito de 2014), diz o General Venezuelano Penãloza, que a Smartmatic, “fundada por quatro inteligentes engenheiros venezuelanos recém graduados, é uma espécie de Cavalo de Tróia,  desenhado pelo G2 cubano para controlar as eleições venezuelanas, cujo o objetivo é perpetuar o governo comunista por trás de uma máscara democrática na Venezuela.” 
Sei que não vou ter tempo, caro deputado, para detalhar essa questão, mas está aqui toda a documentação. Peço apenas a atenção rapidamente aqui para o que ele diz, a respeito do PROCER. Isso tem a ver conosco. Ele conta que “há um Plano de Controle Eleitoral Revolucionário: PROCER. Que é a primeira aplicação cibernética do Projeto Futuro!” O nome do projeto: o Projeto Futuro de Fidel Castro. “Formulado como parte da estratégia a utilizar no cenário internacional que Fidel Castro chamou de ‘a batalha das idéias’. E o objetivo é construir o que eles chamam ‘a pátria grande socialista’, dirigida vitaliciamente por Fidel e seus sucessores, mediante o controle das mentes nos países dominados.” E mais: “o plano PROCER foi desenvolvido no máximo segredo por um seleto grupo dos mais brilhantes professores e alunos da Universidade em Ciências e Informática UCI de Cuba, em conjunção com o G2, e o seu objetivo foi controlar o sistema eleitoral venezuelano desde Havana.” E isso pode ter sido feito também no Brasil em 2014. E que o plano PROCER para a Venezuela, “complementa a política de infiltração de agentes e guerrilheiros que Fidel manteve          desde que chegou ao poder em 1959, constitui o passo decisivo que permitirá aos irmãos Castros dominar” não só a Venezuela, mas o Brasil e todos os países integrantes do Foro de São Paulo, que tem o PT como partido estratégico nesse sentido de implantação de um projeto totalitário de poder em toda a América Latina. 
Conta ainda para encerrar cara deputado, o General que aqui falamos, que “a arma cibernética tem como objetivo a penetração dos sistemas informáticos de alguns países vizinhos, através de seus sistemas de comunicações. Essa estratégia permitiria obter informação classificada, e eventualmente controlar os países escolhidos, em conjunção com os agentes cubanos infiltrados em seu seio, e seus colaboradores. Depois do colapso soviético essa idéia permaneceu congelada por longo tempo, por falta de recursos. Mas a chegada de Chaves ao poder em 1999, permitiu a Fidel contar com o financiamento adequado para desemvolvê-la e naquela ocasião, portanto o PROCER estava pronto.” Para concluir esse ponto que nós estamos trazendo aqui, para executar o plano PROCER “entrou em cena a Smartmatic”. E o General Julio Peñaloza detalha como tudo isso aconteceu, e que o meu tempo é exíguo nesse momento, mas que gostaria de deixar aqui registrado, que requer esta Casa Legislativa, tomar conhecimento dessas ligações e averiguar tudo isso, inclusive para realmente esclarecer tudo isso, pois, cara Deputado Izalci e todos aqui presentes, o que está em jogo em meio a tudo isso, é a nossa democracia e a própria soberania nacional. 
Tenho, como disse, aqui farta documentação, que deixarei ao Deputado Izalci, sugerindo deputado, que se forme um grupo de trabalho para o aprofundamento dessa questão e até mesmo, como disse no início, uma CPI para investigar no começo da próxima legislatura, a fundo, essa relevante questão, pelo bem do Brasil. Que esta Casa Legislativa tenha a coragem de iniciar a verdadeira reforma política, com alteração da legislação eleitoral, instituindo o voto impresso. Muito obrigado pela oportunidade de participar dessa audiência pública.


Hermes Rodrigues Nery
é coordenador do Movimento Legislação e Vida.E-mail:  hrneryprovida@gmail.com

Mídia Sem Máscara - Três notinhas da semana

Mídia Sem Máscara - Três notinhas da semana


Se abrir relações diplomáticas e comerciais com uma ditadura comunista pudesse fomentar a liberdade, a China seria hoje uma democracia. Obama repete o erro criminoso de Richard Nixon, adquirindo para os EUA "o melhor inimigo que o dinheiro pode comprar". Em poucos anos, Cuba será uma potência econômica e militar invejável, sem democratizar-se no mais mínimo que seja – excetuada, é claro, a hipótese de uma revolução popular, que é exatamente o que o governo americano tenta evitar mediante a tábua de salvação atirada in extremis a uma ditadura moribunda.

Além do Brasil e das Farc, o Foro de São Paulo terá agora mais um patrono bilionário: os EUA, por intermediação de Cuba.

Os políticos conservadores e os refugiados cubanos em Miami podem se esforçar para dar outro rumo ao encadeamento das causas e efeitos, mas isso será como colocar rédeas num dragão.

Ao apoiar a iniciativa do governo Obama, o Papa Francisco prova mais uma vez sua completa falta de discernimento político.

* * *

Um dos dogmas mais básicos – e mais psicóticos – da mentalidade revolucionária nas últimas quatro ou cinco décadas é que não existe “natureza humana”: o bicho-homem não tem instintos, não tem programação genética, é uma folha em branco, uma tábua rasa: tudo o que ele faz e pensa é imposto por “estereótipos culturais”. Estes, por sua vez, não surgem da experiência acumulada das gerações, mas são “instrumentos de dominação” criados pela maldita classe dominante.

Se você acredita que é macho só porque nasceu macho, ou fêmea só porque nasceu fêmea, está muito enganado(a). Foi o “aparato de reprodução da ideologia burguesa” que vestiu em você esses modelitos odiosos para que você não percebesse que seu pênis pode ser um sinal de feminilidade e sua vagina uma prova de macheza acima de qualquer suspeita.

Nem precisa perguntar: Sim, a ciência já demonstrou que isso é uma fraude das grossas. E sim, os mesmos que brandem a teoria da “tábua rasa” contra os papéis tradicionais de homem e mulher saem gritando, cinco minutos depois, que o homossexualismo é genético e que tentar mudar um homossexual é crime. Isto é: você não nasce homem nem mulher, mas nasce homossexual. Perguntar como você pode sentir atração por pessoas “do mesmo sexo” sem ter sexo nenhum é homofobia.

Há ainda aqueles que exigem acesso aos banheiros femininos para os transexuais e ao mesmo tempo berram que “é preciso acabar com os estereótipos de macho e fêmea”. Mas o que faz de um transexual um transexual senão o fato de que, nascido num sexo, ele copia os estereótipos do outro? E é preciso ser cego para não notar que a conduta feminina de um transexual é ainda mais estereotipada que a das mulheres.

Um documentário recente (https://www.youtube.com/watch?v=p5LRdW8xw70) mostrou que na Noruega, o país onde a legislação é a mais igualitária do mundo para homens e mulheres, as pessoas continuam a buscar as profissões que correspondem ao “estereótipo” do seu sexo, com freqüência estatística até maior do que o faziam antes de oficializado o discurso equalizante. Os fanáticos da “tábua rasa” dizem que elas fazem isso por pressão da sociedade, mas elas insistem que não: as mulheres escolhem cuidar de bebês, e não de automóveis, porque querem e não porque mamãe mandou. Mas os iluminados acreditam que essas pessoas não têm autoridade para dizer o que querem: quem tem são eles.

É essa a mentalidade por trás de milhares de leis psicóticas com que cérebros lesados impõem a sua deformidade à população, proibindo a saúde mental como se fosse um crime.
        
        
* * *

Está aberta a temporada de caça ao deputado Jair Bolsonaro. Na verdade, sempre esteve, não sendo essa portanto a razão pela qual volto ao assunto. A razão é que agora os tiros vêm da mais inesperada das direções: a coluna do Reinaldo Azevedo. E vêm com aquela persistência inflexível do atirador que não aceita como troféu senão a completa destruição do alvo ou, na mais branda das hipóteses, a sua definitiva humilhação pública.
Numa de suas últimas postagens, o colunista da Veja firmou sua posição: ou o sr. Bolsonaro pede desculpas à sua colega Maria do Rosário, ou merece ter seu mandato cassado. Cassar o mandato de Maria do Rosário? Nem pensar.

Já disse, e reafirmo, que sou amigo do Reinaldo Azevedo e não deixarei de sê-lo por causa de uma opinião errada, depois de tantas certas e valiosas que ele já publicou. Mas esta de agora é tão errada, tão absurda, tão indefensável, que eu falharia ao meu dever de amizade se não alertasse o colunista para a injustiça que comete e o vexame a que se expõe.

Que a resposta do sr. Bolsonaro à sra. Maria do Rosário foi "uma boçalidade", como a qualifica Reinaldo Azevedo, é certo e ninguém duvida. Mas o sr. Bolsonaro a pronunciou em resposta, não a "outra boçalidade", como pretende Azevedo, e sim a uma falsa imputação de crime, que é por sua vez um crime. Reinaldo Azevedo exige que a boçalidade seja punida e o crime fique impune.

Como todo debatedor teimoso que se empenha na defesa do indefensável, Reinaldo se vê forçado a apelar a expedientes argumentativos notavelmente capciosos que, em situações normais, ele desprezaria.

Um deles é proclamar que a resposta do sr. Bolsonaro a Maria do Rosário transforma o estupro em uma “questão de mérito”. Quer dizer, pergunta Reinaldo, que, se Maria do Rosário merecesse, Bolsonaro a estupraria? Isso é deformar as palavras do acusado para lhe imputar uma intenção criminosa. Na verdade, Bolsonaro disse: “Se eu fosse um estuprador...” O restante da frase, portanto, baseia-se na premissa de que ele não o é, e só pode ser compreendido assim. Reinaldo parte da premissa inversa para dar a impressão de que o deputado fez a apologia do estupro. Com isso, ele endossa o insulto lançado pela deputada Maria do Rosário e usa essa premissa caluniosa como prova de si mesma. Raciocinar tão mal não é hábito de Reinaldo Azevedo, mas, como se sabe, o ódio político move montanhas: montanhas de neurônios para o lixo.

Pior ainda: tendo recebido centenas de objeções sensatas e racionais na área de comentários do seu artigo – inclusive as minhas --, ele não responde a nenhuma, mas tenta dar a impressão de que toda a oposição à sua versão dos fatos vem de “seguidores de Bolsonaro”, exemplificados tipicamente nos signatários de uma petição raivosa que exige a demissão do colunista de Veja. Fui ver a petição, e sabem quantos signatários tinha? Sete e não mais de sete (talvez agora tenha oito ou nove). Ao fazer desses sete os representantes da maioria que não pedia cabeça nenhuma, Reinaldo procedeu exatamente como os repórteres pró-petistas que, na massa de dezenas de milhares de manifestantes anti-Dilma, pinçaram cinco ou seis gatos pingados adeptos da “intervenção militar” para criar a impressão de que a manifestação era essencialmente golpista.



Publicado no Diário do Comércio.

http://olavodecarvalho.org

Mídia Sem Máscara - Obama e Raúl esqueceram o principal

Mídia Sem Máscara - Obama e Raúl esqueceram o principal

"Ahora, llevamos adelante, pese a las dificultades, la actualización de nuestro modelo económico para construir un socialismo próspero e sostenible".
Raúl Castro, em discurso ao povo cubano no dia 17 de dezembro de 2014.


Num dia de outubro do ano de 2012 - já contei isso antes por aqui - enquanto caminhava ao longo do Malecón habanero, eu ia observando o incessante bater das ondas contra os molhes que protegem a cidade. Retornara a Havana, passados 10 anos da minha visita anterior, para conhecer as mudanças que se dizia, então, estarem ocorrendo no país. Gastara os dias anteriores perguntando às pessoas sobre essas mudanças. "Câmbios? No hay cambios!", asseguravam-me aqueles com quem falava. De fato, tudo parecia apenas dez anos mais velho, dez anos mais deteriorado, exceto pela novidade dos telefones celulares. "Mas um dia o mar vencerá o muro", eu ia pensando enquanto contemplava a baía de Havana.
Lendo os jornais de hoje, 18 de dezembro de 2014, me pergunto: será este o momento? Será agora que Cuba tomará a decisão certa, o caminho da democracia sonhado por tantos cubanos, exauridos de sua liberdade e criatividade por um governo comunista, de feitio leninista? A frase com que abro este comentário, feito em cima dos acontecimentos, deixa margem para muitas dúvidas. O ditador Raúl Castro pretende instalar-se sobre uma contradição - "socialismo próspero". Ora, isso não existe. O que pode existir é uma ditadura com capitalismo, tipo chinesa.
Diante disso, vê-se que Obama acaba de prestar um desserviço ao povo cubano. Se era para fazer acordo, que o acordo previsse a abertura política. Ao isolar das negociações o povo da ilha, Obama reproduz a conduta brasileira, que socorre o ditador em suas necessidades materiais ajustando o estribo para que ele possa continuar cavalgando a nação cubana. Huber Matos, um dos principais comandantes da revolução, no livro "Cómo llegó la noche", relata uma conversa que teve com Fidel, indagando-o sobre quando iriam cumprir a promessa de permitir aos trabalhadores a participação no resultado das empresas. Na resposta, o Líder Máximo afirmou que isso seria impossível porque quando o trabalhador adquire independência econômica logo vai atrás da independência política.
Se tal entendimento os manteve no poder durante 54 anos, não vejo razão para que tenham mudado de opinião. A longa experiência certifica a correção da tese. Ademais, o modelo político cubano, segundo a própria definição de Fidel Castro, é marxista-leninista, ou seja, tem total desapreço à democracia e às liberdades que normalmente a acompanham. Se a questão política interna de Cuba não faz parte da pauta negociada entre Raúl e Obama com as bênçãos de Sua Santidade o Papa Francisco, então esqueceram o principal. Cuba não é um negócio da família Castro & Castro Cia. Ltda, com a qual Obama faz acertos, mas uma nação insular onde, há mais de meio século, 11 milhões de pessoas trabalham como escravas do Estado. Um dia, contudo, o mar vencerá o muro.

www.puggina.org

quinta-feira, 11 de dezembro de 2014

PORQUE NÃO EMITIREI NOTA DE RESPOSTA À COMISSÃO DA INVERDADE

PORQUE NÃO EMITIREI NOTA DE RESPOSTA À COMISSÃO DA INVERDADE
Se eu fosse emitir uma nota, em nome da minha família, em resposta ao relatório produzido pela Comissão da inVerdade, teria que começar questionando a parcialidade dos seus integrantes e seus evidentes conflitos de interesse para tratar da questão.
Em seguida, refletiria sobre os métodos empregados e sobre que tipo de regime os "perseguidos" durante o período avaliado buscavam implantar e quais foram seus resultados práticos, apenas em perdas de vidas e violações dos direitos humanos, nos países em que foram bem sucedidos.
Também abordaria, em escala desproporcional, o uso de tortura e violência das forças policiais nos dias de hoje, a onda de crimes sem precedentes que atinge o país com seus 60 mil homicídios por ano e indagaria se estas também podem ser consideradas políticas de Estado, com imputação de responsabilidade aos seus integrantes.
Teria ainda, inevitavelmente, de pedir ao governo que explique ao cidadão onde está a coerência em condenar, ao dispêndio de energia e recursos da Nação, um regime onde os supostos excessos cometidos ao longo de 21 anos resultaram em um número diminuto de mortes de criminosos, enquanto, ao mesmo tempo, o mesmo governo apoia abertamente, inclusive com impostos saqueados do povo brasileiro, ditaduras sanguinárias que violaram e continuam violando, sistematicamente, todos os direitos humanos mais fundamentais.
Em seguida, subiria o tom, afirmando categoricamente a mais completa ilegitimidade da Presidente da República em conduzir este processo, não somente por se tratar de uma terrorista conhecida que buscava (e ainda busca) implantar um regime semelhante a estes mencionados, ou, por esta ser cúmplice (melhor, integrante) de uma quadrilha que tomou de assalto e vem destruindo sistematicamente todas as instituições da República. Não. A ilegitimidade é fruto do não reconhecimento à sua eleição, uma vez que esta se deu utilizando-se de recursos advindos da tal quadrilha, da máquina pública, sob influência de forças estrangeiras integrantes do Foro de São Paulo e, finalmente, através de um sistema de votação repleto de conflitos de interesse e que é fraudulento por sua natureza. A Presidente da República, portanto, não passa de uma impostora no poder e é obviamente impedida de conduzir este e qualquer outro processo.
Terminaria, como Cidadão Brasileiro e descendente, há gerações, de alguns dos mais ilustres militares da Nação, agradecendo às Forças Armadas pelo seu papel histórico na preservação da integridade nacional e das liberdades do nosso povo e, ainda, exortando os Homens de Valor que ainda ocupem suas fileiras, independente de suas patentes, a se recusarem a aceitar o linchamento que suas histórias, instutições e pátria vêm sofrendo.
Como um homem bem mais sábio disse antes de mim, "entre dar tiros e soltar uma notinha de repúdio, existe uma vasta gama de opções'. E é por isso que eu não vou emitir tal nota. Mas o compartilhamento deste post é livre.

https://www.facebook.com/pfigueiredofilho/posts/762093583839949

domingo, 30 de novembro de 2014

ALUNO PROCESSA PROFESSOR


ALUNO PROCESSA PROFESSOR POR LHE HAVER TOMADO CELULAR EM SALA DE AULA. LEIAM O QUE AFIRMOU O JUIZ.

por Percival Puggina. Artigo publicado em
_____________
* Percival Puggina (69), membro da Academia Rio-Grandense de Letras, é arquiteto, empresário e escritor e titular do site www.puggina.org, colunista de Zero Hora e de dezenas de jornais e sites no país, autor de Crônicas contra o totalitarismo; Cuba, a tragédia da utopia e Pombas e Gaviões, integrante do grupo Pensar+.
 
http://www.puggina.org/fique-sabendo/aluno-processa-professor-por-ter-lhe-tomado-c/83 

sexta-feira, 14 de novembro de 2014

BILIONÁRIOS DO PETROLÃO QUE ROUBAVAM A PETROBRAS COM A COMPLACÊNCIA DE LULA E DILMA

sábado, novembro 15, 2014

REPORTAGEM-BOMBA DA REVISTA REVELA TUDO SOBRE A PRISÃO DOS BILIONÁRIOS DO PETROLÃO QUE ROUBAVAM A PETROBRAS COM A COMPLACÊNCIA DE LULA E DILMA, SEGUNDO ACUSAÇÃO O DOLEIRO YOUSSEF.

AQUI UM RESUMO DA REPORTAGEM-BOMBA DA REVISTA VEJA
Em um país de instituições mais frágeis, a prisão por suspeita de corrupção de altos executivos das maio­­res empresas nacionais não se efetivaria nunca ou produziria uma crise institucional profunda. Antes, portanto, de entrarmos nos detalhes dessa pescaria da Polícia Federal em águas sujas da elite empresarial, celebremos a maturidade institucional do Brasil — a mesma que foi posta à prova e passou com louvor quando o Supremo Tribunal Federal (STF) mandou para a penitenciária a cúpula do partido no poder responsável pelo escândalo do mensalão.
O 'CAPO', AMIGÃO DO LULA.
CHEFE – Ricardo Pessoa, dono da empreiteira UTC, nesta sexta-feira: o "capo" do cartel da Petrobras gostava de repetir que tinha um único amigo no governo – "o Lula"
Esse senhor pesadão, bem vestido, puxando uma maleta com algumas mudas de roupa e itens de higiene pessoal, não está se dirigindo a um hangar de jatos executivos para mais uma viagem de negócios. Ele está sendo conduzido por policiais para uma temporada na cadeia. A foto ao lado mostra o engenheiro Ricardo Pessoa, dono da empreiteira UTC, apontado por investigações da Operação Lava-Jato como o “chefe do clube”. Um clube muito exclusivo, diga-se. Dele só podiam fazer parte grandes empresas que aceitassem as regras do jogo de corrupção na Petrobras. Por mais de uma década, os membros desse clube se associaram secretamente a diretores da estatal e a políticos da base aliada do governo para operar um dos maiores esquemas de corrupção já desvendados no Brasil — e, por sua duração, volume de dinheiro e penetração na mais alta hierarquia política do país, talvez um dos maiores do mundo.
Dono de uma holding que controla investimentos bilionários nas áreas industrial, imobiliária, de infraestrutura e de óleo e gás, Pessoa foi trancafiado numa cela da carceragem da Polícia Federal. Ele e outros representantes de grandes empreiteiras que se juntaram para saquear a maior estatal brasileira e, com o dinheiro, sustentar uma milionária rede de propinas que abasteceu a campanha de deputados, senadores e governadores — e, mais grave ainda, segundo declaração do doleiro Alberto Youssef à Justiça, tudo isso teria se passado sob o olhar complacente do ex-presidente Lula e de sua sucessora reeleita, Dilma Rousseff.

Na ação policial de sexta-feira foram presos dirigentes de empresas que formam entre as maiores e politicamente mais influentes do Brasil: OAS, Camargo Corrêa, Mendes Júnior, Queiroz Galvão, UTC, Engevix, Iesa e Galvão Engenharia. Essas companhias são responsáveis por quase todas as grandes obras do país. Os policiais federais vasculharam as salas das empresas ocupadas pelos suspeitos presos e também suas casas. Embora tendo executivos seus citados por Youssef e Paulo Roberto Costa, o e­­x-diretor da Petrobras preso em março, que está contribuindo nas investigações, não foram alvos das investidas policiais da sexta-feira passada dirigentes de outros dois gigantes do ramo: a Odebrecht e a Andrade Gutierrez. O juiz Sergio Moro recebeu pedido dos procuradores para emitir ordem de prisão contra dois altos executivos da Odebrecht. Negou os dois, mas autorizou uma incursão na sede da empresa em busca de provas.
O ELO – Renato Duque, ex-diretor da Petrobras, que cobrava 3% de propina para o PT: preso depois que a Polícia Federal descobriu que ele tinha contas secretas no exterior
“Hoje é um dia republicano. Não há rosto e bolso na República”, declarou o procurador Carlos Fernando Lima, integrante da força-tarefa encarregada da Lava-Jato, a origem da investigação.
No rol dos empreiteiros caçados pela polícia estavam megaempresários, como Sérgio Mendes, da Mendes Júnior, João Auler e Eduardo Hermelino Leite, da Camargo Corrêa, Ildefonso Colares Filho e Othon Zanoide, da Queiroz Galvão, Léo Pinheiro, da OAS, e Gerson Almada, da Engevix. Uma parte dos alvos não havia sido localizada pela polícia até o fim da tarde de sexta. Alguns estavam em viagem no exterior e foram incluídos na lista de procurados da Interpol. O juiz Moro bloqueou 720 milhões de reais em bens dos investigados.
O papel central de Ricardo Pessoa, da UTC, no esquema foi detectado logo no princípio das investigações. Não demorou muito para que os policiais e procuradores não tivessem mais dúvida. Aos curiosos com sua prosperidade crescente nos últimos anos, Ricardo Pessoa dava uma explicação que, até o estouro do escândalo, parecia apenas garganta: “Só tenho um amigo no governo: o Lula”. Pessoa coordenava o cartel, do qual participavam treze empreiteiras. Esse grupo de privilegiados se encontrava para decidir o preço das obras na Petrobras, dividir as responsabilidades pela execução de cada uma delas — e, o principal, o valor da propina que deveria sobrar para abastecer os escalões políticos. Tecnicamente, esse era o grupo dos corruptores. Os diretores da Petrobras participantes do esquema eram os corruptos. De cada contrato firmado com a Petrobras, os empresários recolhiam 3% do valor, que se destinava a um caixa clandestino. O pagamento era feito de diversas maneiras: em dinheiro vivo e em depósitos no exterior ou no Brasil mesmo, em operações maquiadas como prestação de serviços, principalmente de consultoria — um termo vazio de significado, mas que transmite um certo ar de austeridade e necessidade.
As empreiteiras do esquema firmavam contratos de consultoria com empresas de fachada que embolsavam o dinheiro e davam notas fiscais para “limpar” as operações, que pareciam protegidas por uma inexpugnável confraria de amigos posicionados nos lugares certos em Brasília e na Petrobras. Os recursos desviados abasteciam o PT, o PMDB e o PP, os três principais partidos da base de apoio do governo federal. A investigação mapeou o caminho da propina paga por várias das integrantes do clube. Entre 2005 e 2014, o grupo OAS, por exemplo, repassou pelo menos 17 milhões em propinas apenas por meio do doleiro Alberto Youssef.
Além dos empreiteiros e de seus principais executivos, também foi preso o ex-diretor da Petrobras Renato Duque, apontado como o homem que, no fatiamento da propina, cuidava da parte que cabia ao PT. Esse elo que a polícia começa a fechar entre o diretor corrupto e a empresa corruptora tem atormentado deputados, senadores petistas e altos dirigentes do governo. Funcionário de carreira, Duque entrou na Petrobras em 1978 — um ano depois de Paulo Roberto Costa — por concurso. Galgou alguns postos ao longo de sua trajetória, mas sua nomeação como diretor, em 2003, surpreendeu a todos. Duque era, então, chefe de setor, alguns níveis hierárquicos abaixo da diretoria. Nunca antes na história da Petrobras um chefe de setor havia ascendido sem escalas à cúpula. A explicação logo se tornou pública. Duque era o escolhido de José Dirceu, com quem tinha um relacionamento antigo. Discreto e de temperamento afável, Duque procurava não ostentar. Entre 2003 e 2012, ele reinou absoluto na diretoria de Serviços. Paulo Roberto Costa revelou à Justiça que, por lá, 3% do valor dos contratos era repassado exclusivamente ao PT.
EXPLOSÃO – Fernando Baiano: o lobista, que está foragido, ameaça contar o que sabe e elaborou uma lista com beneficiários de propina ligados ao PMDB
A polícia já descobriu onde estão as contas bancárias que receberam parte desses recursos. Elas foram identificadas por Julio Camargo, dirigente da Toyo, outra empreiteira envolvida no escândalo, que também fez acordo com a Justiça para contar o que sabe. E ele sabe muito, principalmente sobre a distribuição de dinheiro ao partido que está no governo há doze anos e a alguns de seus altos dirigentes. Foi com base no depoimento de Julio que a polícia decidiu pedir a prisão temporária de Duque e colocar outro funcionário da Petrobras no radar: Pedro José Barusco, que atuou como gerente de engenharia. Barusco só não foi preso porque propôs um acordo de delação premiada. Os policiais também chegaram a uma personagem que leva o escândalo ao coração do PT: Marice Correa de Lima, cunhada de João Vaccari, tesoureiro do partido, outro investigado. Marice lidava com o que o doleiro Youssef chama de “reais vivos”. 

Em dezembro do ano passado, a cunhada do tesoureiro do PT recebeu no apartamento onde mora, em São Paulo, 110 000 reais. Origem das cédulas: a construtora OAS. Marice é também mais um elo a ligar o petrolão ao mensalão. 

A petista apareceu nas investigações do grande escândalo do governo Lula como encarregada de pagamentos. Outro alvo da operação de sextafeira, o lobista Fernando Soares, o Baiano, é apontado como o arrecadador do PMDB na Petrobras. Baiano estava foragido. Sua prisão vai ajudar a esclarecer outras frentes de corrupção na estatal — entre elas, a rede de propinodutos instalada no negócio da compra da refinaria de Pasadena, no Texas. E os resultados da Operação Lava-Jato estão apenas começando a aparecer. Do site da revista Veja
 
https://www.blogger.com/blogger.g?blogID=4143791224882650499#editor/target=post;postID=5152642424740138787

MANIFESTO PELA DEMOCRACIA - BLOG DO ALUIZIO AMORIM

sexta-feira, novembro 14, 2014

LIDERANÇAS LANÇAM "MANIFESTO PELA DEMOCRACIA" COM AS DIRETRIZES QUE ORIENTAM AS MANIFESTAÇÕES ANTI-PT PREVISTAS PARA ESTE SÁBADO EM TODO O BRASIL

O texto que segue, originalmente publicado no site Mídia Sem Máscara, contém as diretrizes que orientam as manifestações repudiando todas as ações nefastas ao Brasil perpetradas pelo governo do PT e pelo Foro de São Paulo, previstas para este sábado, 15 de novembro de 2014, e que deverão ocorrer em diversas capitais e outras cidades de vários Estados do Brasil. Essas diretrizes foram acordadas publicamente durante o hangout de Lobão,  prof. Olavo de Carvalho e outras lideranças, realizado no dia 15 deste mês de novembro via Youtube. Leiam:

MANIFESTO PELA DEMOCRACIA
Saímos às ruas para defender a democracia brasileira, seriamente ameaçada pelo projeto de poder totalitário do PT, instrumentalizado pelo Foro de São Paulo (organização terrorista que reúne partidos de esquerda e grupos criminosos do continente latino-americano) para implantar o bolivarianismo no Brasil e demais países da América Latina, sob o comando dos irmãos Castro.
Nosso movimento é pela democracia, pela soberania nacional, pela verdade, pela dignidade e pela liberdade. Sabemos que o PT está empenhado em extinguir as liberdades individuais, amparado no pior populismo e clientelismo, com as já evidentes consequências econômicas desastrosas, a generalizada degradação moral e a insegurança institucional, com o Estado e a sociedade civil aparelhados para uma hegemonia ideológica que coloca em risco as liberdades individuais.
O pleito de 26 de outubro, do segundo turno das eleições presidenciais, fez escancarar inúmeros casos de fraudes das urnas eletrônicas, em todas as partes do País. A própria “apuração secreta” no TSE, por si só, já é fraude, invalidando a lisura e a transparência das eleições, independentemente de fraudes pontuais que a tenham acompanhado. Principalmente porque uma nação não pode abdicar do direito à transparência eleitoral e ser obrigada, em vez disso, a aceitar calada e subserviente a palavra de um funcionário altamente suspeito, elevado pelo governo à condição de oráculo infalível, e o parecer técnico de uma empresa já acusada de fraude em outros países.
O Foro de São Paulo (fundado em 1990 por Fidel Castro e Lula) decide, de fora do País, iniciativas do Executivo brasileiro que extirpam os poderes do Congresso Nacional, caracterizando improbidade administrativa, crime eleitoral e violação ostensiva da Constituição, como, por exemplo, os empréstimos ilegais a Cuba, Angola e outras ditaduras comunistas e sanguinárias.  Com isso, consagra-se a ditadura petista em nosso País, travestida de democracia. É o que declararam os próprios golpistas do Foro de São Paulo, que o confessaram em assembléia deste ano, dizendo que é estratégia da esquerda latino-americana utilizar a democracia como “método revolucionário”, solapando ardilosamente, de modo sofisticado, as bases da própria democracia brasileira.
O impacto da fraude eleitoral foi o ápice da insatisfação geral, agravado pelo escândalo dos desvios de recursos da Petrobrás e da confirmação dos propósitos bolivarianos do PT (expostos, por exemplo, no decreto 8243, felizmente derrubado pela Câmara dos Deputados logo após a eleição). O sentimento geral do povo brasileiro é de indignação.
A imprensa fugiu da sua responsabilidade consagrada de informar, preferindo esconder-se na mais criminosa cumplicidade com os que ora se empenham na destruição da soberania nacional, esmerando-se em ocultar a primeira manifestação pró-impeachment, realizada em 1o.  de novembro, distorcendo os fatos, desqualificando, ridicularizando e hostilizando os cidadãos brasileiros, todos, de cara limpa, que se manifestaram nas ruas, de modo pacífico e ordeiro. 
Queremos aqui reafirmar neste manifesto que rechaçamos toda e qualquer proposta de separatismo e de golpe militar, pois queremos o Brasil unido e fortalecido democraticamente.
Queremos investigações cabais e a punição dos envolvidos nos casos de corrupção na Petrobrás; auditoria das urnas eletrônicas, especialmente do envolvimento da empresa Smartmatic com o TSE; rechaçamos a interferência do Estado para censurar a mídia, em especial a internet; queremos o fim da propaganda ideológica marxista nas escolas; e exigimos, ainda, que o Congresso Nacional investigue a atuação do Foro de São Paulo no Brasil e a participação criminosa da grande mídia no acobertamento dessa megaconjuração continental que tem o claro objetivo de espalhar por toda parte ditaduras nos moldes de Cuba. Escândalo dos escândalos, nesse quadro, é a grande força de cooperação militar do Conselho de Defesa Sul-Americano — as Forças Armadas da UNASUL —, para a qual os países membros contribuem com milhares de homens de suas Forças Armadas nacionais. Um imenso poderio militar sulamericano fiel ao comunobolivarianismo, que pode comprometer a paz do nosso continente e do mundo inteiro.
Todo o estado de coisas contra o qual nos voltamos atenta contra a legalidade e a soberania nacional. Queremos, com as nossas manifestações, salvaguardar a democracia e a soberania nacional, por um País livre e justo, com primazia da dignidade da pessoa humana e da irrenunciabilidade às liberdades civis, individuais e políticas.

Subscrevem este MANIFESTO, conforme as diretrizes acordadas no hangout de Lobão, Prof. Olavo de Carvalho e demais lideranças dos seguintes Movimentos:

- Movimento Viva Brasil (Bene Barbosa)
- Movimento Brasil Livre (Paulo Batista)
- Revoltados on Line (Marcello Reis)
- Caras Pintadas (Fábio Borisati)
- Movimento Legislação e Vida (Prof. Hermes Nery)
 
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