quarta-feira, 2 de julho de 2014

segunda-feira, 23 de junho de 2014

ECONOMISTA FAZ ALERTA GRAVÍSSIMO A NAÇÃO BRASILEIRA

BARBAS DE MOLHO....ALERTA MÁXIMO...GOLPE EM 64? NÃO! GOLPE É ISTO AQUI !!!!!

http://www.plebiscitoconstituinte.org.br/noticia/constituinte-nas-ruas-e-nas-urnas

Constituinte nas ruas e nas urnas

Data da notícia: 

17/06/2014
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Constituinte nas ruas e nas urnas
Data da notícia: 
17/06/2014
Por Bruno Elias

Os próximos dias serão marcados pelos jogos da Copa do Mundo, por manifestações sociais e pelas convenções partidárias que lançarão as candidaturas à presidência da República.

Não sabemos como o Brasil vai se comportar com a bola nos pés. Nas ruas, alguns movimentos sociais têm pautado suas legítimas reivindicações e outros, limitado seu horizonte de luta contra a realização do mundial no país.  Em relação a estas mobilizações, nossos governos devem dialogar sobre suas pautas e não permitir a criminalização de suas lutas.

Para as eleições, avizinha-se novamente a polarização entre a candidatura petista de reeleição de Dilma e a oposição de direita, representada pelas candidaturas de Aécio Neves e Eduardo Campos.

Essa polarização tem se manifestado em importantes debates. Aécio, Eduardo e seus principais assessores têm defendido abertamente um arsenal de medidas “impopulares”: arrocho salarial em detrimento da política de valorização do salário mínimo, desmonte da Petrobrás, autonomia do Banco Central, redução da idade penal, defesa da lei que anistia os torturadores, oposição à politica de participação social e criminalização dos movimentos sociais e da mídia progressista.

Por sua vez, Dilma tem defendido como nos idos de junho a realização prioritária da reforma do sistema político a partir de uma consulta popular e Lula manifestou apoio à convocação de uma Constituinte para a reforma política e a democratização dos meios de comunicação.

Vai ficando cada vez mais evidente de que mais do que um ano eleitoral, 2014 é um ano de importantes lutas políticas e sociais. E é neste contexto, pautando o debate das eleições e mobilizando a população, que o tema da Constituinte exclusiva e soberana do sistema político deve ser encarado como prioritário pelo campo democrático e popular.

A mobilização pela reforma política e a realização do plebiscito popular pela Constituinte, entre os dias 1º e 7 de setembro, é parte desta luta geral por reformas democráticas e populares, a exemplo da democratização da mídia, da reforma agrária e urbana popular e de uma reforma tributária que amplie o fundo público para as políticas universais, como saúde, educação, transporte e cultura.

A Constituinte, na verdade, é condição fundamental para a realização de tais reformas. Rejeitada pelo atual Congresso Nacional, uma verdadeira reforma política só virá com ampla participação popular. E é por isso que o plebiscito organizado para setembro pode cumprir um papel educativo e mobilizador para criar condições para um novo ciclo de mudanças estruturais no país.

A campanha do plebiscito da Constituinte entrou em uma nova fase nas últimas semanas. Após a criação de comitês em todos os estados e mais de 500 comitês locais, deve acentuar seu caráter de massas e popular. Nesse sentido, serão prioritárias as ações de rua, a realização de cursos massivos de formação e a criação de comitês populares da campanha.

Assim, é fundamental que os movimentos sociais e partidos de esquerda encarem as manifestações deste período como uma oportunidade para pautar as reformas estruturais, a Constituinte e o plebiscito popular. No final de julho, essa deve ser uma pauta prioritária da Plenária Estatutária da CUT, nossa maior central sindical. E para o dia 13 de agosto, a campanha convocou um Dia nacional de lutas pela Constituinte. Os cursos massivos de formação, também chamados de “Cursos das Mil”, serão espaços importantes de mobilização e debate com os setores populares que a campanha deve atingir.

Além disso, a municipalização e enraizamento da campanha por meio dos comitês populares deve se intensificar nos próximos dias. O comitê é a organização de base do plebiscito popular e deve atingir o maior numero de pessoas e locais de atuação. Podem ser criados nos municípios, bairros, escolas, entidades, universidades, locais de trabalho, etc. Cumpre o papel fundamental de situar o debate da reforma política e da constituinte com as necessidades imediatas da população e da comunidade.

Por fim, é fundamental que o tema paute o processo eleitoral e que incida sobre a plataforma da candidatura Dilma e dos governadores, senadores e deputados de esquerda e progressistas. Nossas candidaturas e programas de governo devem se comprometer desde já com a Constituinte e a reforma política, contribuindo concretamente com a organização do plebiscito nos comitês de campanha e colhendo milhões de votos SIM na primeira semana de setembro.




Bruno Elias, secretário nacional de movimentos populares do PT

Endereço: Secretaria Operativa Nacional da Campanha – Rua Caetano Pinto, 575, 5o Andar
Telefone: 011- 2108-9336 - Email: plebiscitoconstituinte@gmail.com
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Constituinte nas ruas e nas urnas

Data da notícia: 

17/06/2014
Por Bruno Elias

Os próximos dias serão marcados pelos jogos da Copa do Mundo, por manifestações sociais e pelas convenções partidárias que lançarão as candidaturas à presidência da República.
 
Não sabemos como o Brasil vai se comportar com a bola nos pés. Nas ruas, alguns movimentos sociais têm pautado suas legítimas reivindicações e outros, limitado seu horizonte de luta contra a realização do mundial no país.  Em relação a estas mobilizações, nossos governos devem dialogar sobre suas pautas e não permitir a criminalização de suas lutas.
 
Para as eleições, avizinha-se novamente a polarização entre a candidatura petista de reeleição de Dilma e a oposição de direita, representada pelas candidaturas de Aécio Neves e Eduardo Campos.
 
Essa polarização tem se manifestado em importantes debates. Aécio, Eduardo e seus principais assessores têm defendido abertamente um arsenal de medidas “impopulares”: arrocho salarial em detrimento da política de valorização do salário mínimo, desmonte da Petrobrás, autonomia do Banco Central, redução da idade penal, defesa da lei que anistia os torturadores, oposição à politica de participação social e criminalização dos movimentos sociais e da mídia progressista.
 
Por sua vez, Dilma tem defendido como nos idos de junho a realização prioritária da reforma do sistema político a partir de uma consulta popular e Lula manifestou apoio à convocação de uma Constituinte para a reforma política e a democratização dos meios de comunicação.
 
Vai ficando cada vez mais evidente de que mais do que um ano eleitoral, 2014 é um ano de importantes lutas políticas e sociais. E é neste contexto, pautando o debate das eleições e mobilizando a população, que o tema da Constituinte exclusiva e soberana do sistema político deve ser encarado como prioritário pelo campo democrático e popular.
 
A mobilização pela reforma política e a realização do plebiscito popular pela Constituinte, entre os dias 1º e 7 de setembro, é parte desta luta geral por reformas democráticas e populares, a exemplo da democratização da mídia, da reforma agrária e urbana popular e de uma reforma tributária que amplie o fundo público para as políticas universais, como saúde, educação, transporte e cultura.
 
A Constituinte, na verdade, é condição fundamental para a realização de tais reformas. Rejeitada pelo atual Congresso Nacional, uma verdadeira reforma política só virá com ampla participação popular. E é por isso que o plebiscito organizado para setembro pode cumprir um papel educativo e mobilizador para criar condições para um novo ciclo de mudanças estruturais no país.
 
A campanha do plebiscito da Constituinte entrou em uma nova fase nas últimas semanas. Após a criação de comitês em todos os estados e mais de 500 comitês locais, deve acentuar seu caráter de massas e popular. Nesse sentido, serão prioritárias as ações de rua, a realização de cursos massivos de formação e a criação de comitês populares da campanha.
 
Assim, é fundamental que os movimentos sociais e partidos de esquerda encarem as manifestações deste período como uma oportunidade para pautar as reformas estruturais, a Constituinte e o plebiscito popular. No final de julho, essa deve ser uma pauta prioritária da Plenária Estatutária da CUT, nossa maior central sindical. E para o dia 13 de agosto, a campanha convocou um Dia nacional de lutas pela Constituinte. Os cursos massivos de formação, também chamados de “Cursos das Mil”, serão espaços importantes de mobilização e debate com os setores populares que a campanha deve atingir.
 
Além disso, a municipalização e enraizamento da campanha por meio dos comitês populares deve se intensificar nos próximos dias. O comitê é a organização de base do plebiscito popular e deve atingir o maior numero de pessoas e locais de atuação. Podem ser criados nos municípios, bairros, escolas, entidades, universidades, locais de trabalho, etc. Cumpre o papel fundamental de situar o debate da reforma política e da constituinte com as necessidades imediatas da população e da comunidade.
 
Por fim, é fundamental que o tema paute o processo eleitoral e que incida sobre a plataforma da candidatura Dilma e dos governadores, senadores e deputados de esquerda e progressistas. Nossas candidaturas e programas de governo devem se comprometer desde já com a Constituinte e a reforma política, contribuindo concretamente com a organização do plebiscito nos comitês de campanha e colhendo milhões de votos SIM na primeira semana de setembro.
 
Bruno Elias, secretário nacional de movimentos populares do PT
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Constituinte nas ruas e nas urnas

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17/06/2014
Por Bruno Elias

Os próximos dias serão marcados pelos jogos da Copa do Mundo, por manifestações sociais e pelas convenções partidárias que lançarão as candidaturas à presidência da República.
 
Não sabemos como o Brasil vai se comportar com a bola nos pés. Nas ruas, alguns movimentos sociais têm pautado suas legítimas reivindicações e outros, limitado seu horizonte de luta contra a realização do mundial no país.  Em relação a estas mobilizações, nossos governos devem dialogar sobre suas pautas e não permitir a criminalização de suas lutas.
 
Para as eleições, avizinha-se novamente a polarização entre a candidatura petista de reeleição de Dilma e a oposição de direita, representada pelas candidaturas de Aécio Neves e Eduardo Campos.
 
Essa polarização tem se manifestado em importantes debates. Aécio, Eduardo e seus principais assessores têm defendido abertamente um arsenal de medidas “impopulares”: arrocho salarial em detrimento da política de valorização do salário mínimo, desmonte da Petrobrás, autonomia do Banco Central, redução da idade penal, defesa da lei que anistia os torturadores, oposição à politica de participação social e criminalização dos movimentos sociais e da mídia progressista.
 
Por sua vez, Dilma tem defendido como nos idos de junho a realização prioritária da reforma do sistema político a partir de uma consulta popular e Lula manifestou apoio à convocação de uma Constituinte para a reforma política e a democratização dos meios de comunicação.
 
Vai ficando cada vez mais evidente de que mais do que um ano eleitoral, 2014 é um ano de importantes lutas políticas e sociais. E é neste contexto, pautando o debate das eleições e mobilizando a população, que o tema da Constituinte exclusiva e soberana do sistema político deve ser encarado como prioritário pelo campo democrático e popular.
 
A mobilização pela reforma política e a realização do plebiscito popular pela Constituinte, entre os dias 1º e 7 de setembro, é parte desta luta geral por reformas democráticas e populares, a exemplo da democratização da mídia, da reforma agrária e urbana popular e de uma reforma tributária que amplie o fundo público para as políticas universais, como saúde, educação, transporte e cultura.
 
A Constituinte, na verdade, é condição fundamental para a realização de tais reformas. Rejeitada pelo atual Congresso Nacional, uma verdadeira reforma política só virá com ampla participação popular. E é por isso que o plebiscito organizado para setembro pode cumprir um papel educativo e mobilizador para criar condições para um novo ciclo de mudanças estruturais no país.
 
A campanha do plebiscito da Constituinte entrou em uma nova fase nas últimas semanas. Após a criação de comitês em todos os estados e mais de 500 comitês locais, deve acentuar seu caráter de massas e popular. Nesse sentido, serão prioritárias as ações de rua, a realização de cursos massivos de formação e a criação de comitês populares da campanha.
 
Assim, é fundamental que os movimentos sociais e partidos de esquerda encarem as manifestações deste período como uma oportunidade para pautar as reformas estruturais, a Constituinte e o plebiscito popular. No final de julho, essa deve ser uma pauta prioritária da Plenária Estatutária da CUT, nossa maior central sindical. E para o dia 13 de agosto, a campanha convocou um Dia nacional de lutas pela Constituinte. Os cursos massivos de formação, também chamados de “Cursos das Mil”, serão espaços importantes de mobilização e debate com os setores populares que a campanha deve atingir.
 
Além disso, a municipalização e enraizamento da campanha por meio dos comitês populares deve se intensificar nos próximos dias. O comitê é a organização de base do plebiscito popular e deve atingir o maior numero de pessoas e locais de atuação. Podem ser criados nos municípios, bairros, escolas, entidades, universidades, locais de trabalho, etc. Cumpre o papel fundamental de situar o debate da reforma política e da constituinte com as necessidades imediatas da população e da comunidade.
 
Por fim, é fundamental que o tema paute o processo eleitoral e que incida sobre a plataforma da candidatura Dilma e dos governadores, senadores e deputados de esquerda e progressistas. Nossas candidaturas e programas de governo devem se comprometer desde já com a Constituinte e a reforma política, contribuindo concretamente com a organização do plebiscito nos comitês de campanha e colhendo milhões de votos SIM na primeira semana de setembro.
 
Bruno Elias, secretário nacional de movimentos populares do PT
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quarta-feira, 18 de junho de 2014

Mídia Sem Máscara - Ódio aos brasileiros: Lula em defesa de Dilma

Mídia Sem Máscara - Ódio aos brasileiros: Lula em defesa de Dilma

dspl
Numa tentativa desesperada de tentar amenizar as vaias e o VTNC dirigido em massa à Dilma Rousseff pelos brasileiros presentes no jogo de abertura da Copa, o Lula deu ordem para que blogueiros pagos pelo governo saíssem em defesa da Dilma. A solução encontrada foi criar um FACTÓIDE. Qual foi o factóide criado apressadamente e espalhado por petistas militantes e por inocentes úteis? A alegação que "as vaias contra 'a presidenta' iniciaram na área VIP do Itaquerão, de pessoas que pagaram até R$ 990 pelo ingresso". Em “lulês” claro: quem vaiou foram as “zélite” (sempre elas). (1)
Lula foi além. Disse que viu apenas pessoas bonitas no estádio referindo-se as pessoas que ele imagina brancas e ricas e que as pessoas pobres e negras (as feias) não estavam lá. Disse ainda que a única pessoa “com cara de pobre” que ele viu no estádio foi a própria Dilma. É graças a situações desse tipo, em que um Lula histérico, ensandecido, babando de ódio e tendo até mesmo alucinações visuais vocifera acusações é que podemos compreender o motivo pelo qual comunistas como o Marcos Rolim (entre outros) patrocinaram a luta anti-manicomial no país nas últimas décadas. Graças a essa política preventiva nos é impossível levar o “presidente operário”, aquele que afirma “ter levado mais chibatadas do que Nosso Senhor Jesus Cristo”, diretamente do partido para o hospício.
Como toda a covardia é pouca entre esquerdistas, há ainda no meio de tudo isso um apelo ao politicamente correto que é muito apreciado pela burguesia bom-mocista brasileira, que se queixa: “aiinn, onde já se viu xingar a presidentA daquela maneira?! Quanta deselegância!” Como se Lula, Dilma e o PT inteiro fosse um bastião dos bons costumes e da boa educação. (2)
esculachoMilitante da juventude petista embosca e dá uma cusparada na cara de um nonagenário que se dirigia a uma reunião do Círculo Militar. Tais operações são denominadas de 'esculachos'. (3)

Ora, convenhamos. Tudo isso É Mentira do PT.
  • O fato é que as vaias e os xingamentos contra Lula e Dilma não são de hoje e ocorrem por todos os cantos do país já há alguns anos (4), em todos os grupos sociais, e estão aumentando à medida que A INEVITÁVEL COLHEITA dos frutos amargos do lulo-comunismo vai sendo feita e sendo degustada pela população.
  • Lula-Dilma-PT, hoje, só não são vaiados em ambientes estritamente controlados (leia-se: comícios do PT). Segundo o jornalista Vitor Vieira, numa fala recente na Rádio Vox, há uma situação inesperada, na qual Lula e Dilma não podem mais fazer qualquer tipo de aparição pública autêntica sob o risco de serem hostilizados e vaiados pelo povo, até mesmo em regiões consideradas pelo PT como seu “curral” eleitoral.
  • Hoje só aplaude Lula e Dilma quem é do PT ou quem é de partidos sócios do PT ou quem está se beneficiando dessa situação (por exemplo, há casos de funcionários públicos concursados da área técnica que "vestem a camiseta" em troca de um salário de R$ 7500/mês).
  • Dizer que a Dilma tem “cara de pobre” é insultar os pobres. Embora a biografia dela possua pontos obscuros sabe-se muito bem que ela nasceu naquilo que comunistas chamam de "elite burguesa". A Dilma Rousseff nasceu numa família de classe média alta e seu papai era um empreendedor búlgaro (e comunista). Esta é mais uma das inúmeras ocasiões onde o Lula tira a população para idiota tentando aplicar seu estelionato demagógico.
  • O ingresso mais caro para o jogo de abertura custava R$ 990. Em 12 vezes no cartão isso significa R$ 85,00. Já o ingresso mais barato custou R$ 80,00 (equivale ao valor de um celular básico). No Brasil maravilha de Dilma e Lula não são valores propriamente “de elite”, não é mesmo?
  • Se porventura pessoas pobres não puderam ir ao estádio, quem deve se responsabilizar por isso, senão a própria tríade Lula-Dilma-PT, que são sócios da FIFA nesse empreendimento?! Recentemente foi divulgado que 14 mil ingressos foram dados para "convidados VIP" (prefeitos, parlamentares, investidores internacionais sócios do PT e até mesmo um NARCOTRAFICANTE, entre outros).

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Entre os convidados VIP do PT para a tribuna de honra..
  • Aliás, se o PT socializasse apenas 10% do dinheiro abocanhado pelo MENSALÃO seria possível pagar 60 mil ingressos para essa gente que o Lula considera feia (os pobres, os pretos e os mestiços). Com 50% do MENSALÃO seria possível pagar ingresso VIP para toda essa gente. Isso em valores oficiais, no entanto sabe-se que os valores reais dessa operação de ladroagem e de tomada do poder pelo uso do dinheiro são bem maiores. Se faltaram pobres no jogo de abertura, faltaram pelo egoísmo do PT.
  • Lula governou sob o slogan "Brasil um País de Todos". Ou seja, todos não pode ser uma referência apenas a uma parte. Não é admissível que as reclamações de pessoas autoritariamente rotuladas como "brancas" e "ricas" sejam desconsideradas sob a alegação que por serem "brancas" e "ricas" são menos importantes do que as reclamações de pessoas de outros matizes. NÃO HÁ cidadãos de segunda classe no Brasil. Por enquanto, não há. No entanto, é precisamente isto o que o PT e o Foro de São Paulo estão se esforçando em criar.
  • Quantas vezes o Lula já desrespeitou os brasileiros de modo indesculpável? Uma das últimas foi a resposta que ele deu ao ser interpelado sobre a promessa empenhada por ele sobre a construção do trem-bala. Ele retorquiu que Trem-Bala é coisa de idiota (ou algo do tipo) e que o povo poderia "ir de jegue ou a pé" assistir os jogos da seleção.

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O comunista-gayzista Jean Wyllis, obediente a Lula, sai em defesa da Dilma. Para ele é inaceitável que a população brasileira manifeste-se contra “a presidenta”, no entanto, ele não vê nada de errado em ofender, difamar e perseguir a religião de 90% dos brasileiros.

Enfim, o episódio é mais do mesmo das eternas, contínuas e incansáveis canalhices de Lula-Dilma-PT. Uma verdade é que mandar essas pessoas “praquele lugar” é menos do que o mínimo que eles de fato merecem. Um verdadeiro governante “para o povo” encararia a multidão, desculpar-se-ia pelos eventuais erros cometidos e – no mínimo – empreenderia uma verdadeira reflexão pessoal.
É necessário mencionar sempre que nos 11 anos de governo de Lula-Dilma-PT a serviço do Foro de São Paulo mais de 550 mil brasileiros foram assassinados e que em toda uma década no comando da nação eles NUNCA se preocuparam em solucionar esse descalabro. Nem mesmo fingiram tentar.

lulaitm

Pelo contrário: este governo PATROCINA o assassinato de brasileiros em ações oficiais e em ações secretas. A presença da dona Maria do Rosário Nunes, da assassina confessa Eleonora Menicucci, atitudes como o prêmio de R$ 1.000.000 mais pensão vitalícia de R$ 6.000 dado pelo trotskista Tarso Genro ao “padre” Alípio de Freitas, fundador da organização terrorista Ação Popular, mentor do sangrentíssimo atentado terrorista ao Aeroporto de Guararapes e mentor do Comando Vermelho e do PCC (dois dos maiores comandos do crime organizado e do narcotráfico no Brasil), e ainda o ato de impedir que o legislativo aprove a redução da maioridade penal, demanda uníssona da população, e também a política genocida de desarmamento da população de bem (acrescida da política secreta de armar bandidos) são apenas algumas provas do comprometimento criminoso e monstruoso desses comunistas que agora se declaram mortalmente ofendidos por ouvir o desabafo de brancos, pretos, mestiços, pobres, ricos, jovens, mulheres, idosos, homossexuais e heterossexuais – enfim – de brasileiros.
Notas:
(1) Exemplos da “zélite” branca e rica:
  1. 1.Rocivaldo Patriarca dos Santos, o “Peteleco da Viola”, pedreiro, eletricista e músico que homenageou os mensaleiros na canção sátira “Fala Sério” (canal oficial dele no Youtube).
  2. 2.Uma senhora anônima moradora de alguma favela do Rio.

(3) Sugiro leitura de artigo publicado no MSM em 2012: “Levante, nazismo e 'esculachos'”.

(4) Compilação de algumas das vaias recebidas pela Dilma nos mais diferentes cantos do país. Compilação atribuída ao Sr. Rodrigo Bahiense Rosa:


Francis Lauer é tradutor.

Mídia Sem Máscara - Notinhas horríveis

Mídia Sem Máscara - Notinhas horríveis


Houve uma época em que não se podia escrever sátiras no Brasil porque tudo o que acontecia já era satírico em si mesmo. Hoje tornou-se impossível escrevê-las porque tudo está passando rapidamente do ridículo ao deprimente, do deprimente ao aterrador.
***
Quando um governo protege abertamente os usuários de crack enquanto reprime por todos os meios os fumantes de tabaco, está claro que nem acredita nos benefícios do crack nem no poder assassino dos maços de cigarros: acredita apenas que é da sua conveniência adestrar a população para adaptar-se, calada e cabisbaixa, a qualquer situação absurda que ele lhe imponha. É a técnica do bullying repetido. De tanto ser provocado, humilhado, intimidado, você desiste de reclamar.
***
A presidenta posando toda alegrinha ao lado da entubadora de crucifixos é bullying no mais alto grau.
O exemplo vem de cima. Michele Obama movendo guerra às batatinhas fritas que as crianças adoram é exatamente a mesma coisa.
Idem, a escandalosa troca de cinco terroristas por um desertor.
Idem, a proibição dos termos “pai” e “mãe”.
E assim por diante. Quanto mais absurdo, melhor.
A idéia é sempre levar a platéia a desistir de fazer uso da razão.
***
Quando a mentira oficial se torna sistêmica, as pessoas não são forçadas somente a repeti-la, mas a raciocinar de acordo com ela. O resultado é a destruição dos processos normais de funcionamento da inteligência humana. Daí ao império da bestialidade o passo é bem curto.
***
Já li todos os artigos do prof. Ígor Fuser. Foi na “Voz Operária” dos anos 1960. Ele ainda não havia nascido mas já escrevia igualzinho.
***
O sinal mais patente do primarismo mental brasileiro é a confusão de categorias, da qual resulta que todos os julgamentos acabam ficando fora de foco, isto quando não estão completamente errados ou não têm nenhum sentido. Por exemplo, a crença pueril -- um automatismo mental quase infalível hoje em dia -- de que, diante de uma afirmação qualquer, lida ou ouvida, você sempre pode e sobretudo deve "concordar" ou "discordar". Pessoas com alguma educação superior (coisa praticamente inexistente no Brasil) sabem que, em geral, concordar ou discordar não têm a mais mínima importância. Compreender, analisar, aprofundar, comparar, atenuar, ampliar, contextualizar -- estas são as reações básicas do leitor culto. O idiota, ao contrário, imagina que tudo o que se escreve no mundo existe só para que ele o julgue, aplauda ou condene -- atividades às quais ele se entrega com uma presteza e uma volúpia incomparáveis.
***
A impropriedade vocabular assinala sempre a confusão mental. Até hoje não encontrei neste país um só palpiteiro profissional que compreendesse, ao menos, que de um juízo de fato não cabe "concordar" ou "discordar". Concordândia e discordância só existem em matéria de opiniões, de valorações, de propostas. Se uma asserção factual é falsa, quem discorda dela são os fatos, não o leitor.
É perfeitamente possível você concordar com um conjunto de afirmações -- ou discordar -- sem entender uma só palavra do que ali está dito. Concordância ou discordância são sentimentos. O sentimento nunca diz nada sobre o objeto percebido, só sobre o estado do sujeito que percebe.
O sentimento é um termômetro do seu estado interior, não uma régua para medir a realidade. Como no Brasil todo mundo só escreve para concordar ou discordar, isto é, para expressar sentimentos, a conclusão inevitável é que cada um só fala de si mesmo, não de alguma coisa.
***
É assombroso constatar que justamente as pessoas que mais se gabam de "pensamento crítico" só conhecem e respeitam um único argumento: o argumento de autoridade. O que ouviram no colégio é "magister dixit" de uma vez para sempre.
***
Thomas Piketty tem razão ao dizer que a desigualdade econômica aumentou nas últimas décadas. Ele só se omite de notar que isso aconteceu junto com um aumento ainda maior do poder de controle dos governos sobre a conduta da população – um objetivo em cuja conquista se irmanam a militância socialista e o capital monopolista que o subsidia. Esses processos não são independentes. Olhando propositadamente só a metade econômica do cenário, é fácil atribuir o mal a uma abstração chamada “capitalismo”. É assim que o bandido sai limpo, culpando a vítima. A revista “Exame”, fingindo inocência, raciocina nessa linha e pergunta: “Por que o capitalismo é tão injusto?” É injusto mesmo: persegue quem o defende e enche de dinheiro quem o denigre.

***
Se há alguém cuja opinião sempre merece ser ouvida, é o filósofo australiano Harry Redner. No seu livro mais recente (Totalitarianism, Globalization, Colonialism. The Destruction of Civilization since 1914, London, Transaction Publishers, 2014), ele explica que a civilização está mesmo sendo destruída, mas que é errado supor que com isso entramos numa era de barbarismo. O barbarismo supõe a ausência de administração estatal e a desordem econômica incontrolável. O que vemos hoje, ao contrário, são sociedades racionalmente administradas no mais alto grau, onde ao mesmo tempo vão sendo suprimidos os valores morais e intelectuais da civilização. Ele chama esse estado de coisas de “pós-civilização” ou “decivilização”. Está certíssimo.

Publicado no Diário do Comércio.

www.olavodecarvalho.org