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ORGULHO DE SER POLITICAMENTE INCORRETA!
quinta-feira, 14 de março de 2013
BLOG DO ALUIZIO AMORIM: PALESTRANTE DESCE O SARRAFO NO PENSAMENTO POLÍTICA...
BLOG DO ALUIZIO AMORIM: PALESTRANTE DESCE O SARRAFO NO PENSAMENTO POLÍTICA...: ATENÇÃO : o vídeo tem legendas em português. Se não aparecer é só clicar na barra que aparece abaixo do vídeo, no segundo retângulo (legen...
quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013
NAMORANDO COM O SUICÍDIO
Namorando com o suicídio
Autor: J.R.Guzzo
Veja - 28/01/2013
Se nada piorar neste ano de 2013, cerca de 250 policiais serão assassinados no Brasil até o próximo dia 31 de dezembro. É uma história de horror, sem paralelo em nenhum país do mundo civilizado. Mas estes foram os números de 2012, com as variações devidas às diferenças nos critérios de contagem, e não há nenhuma razão para imaginar que as coisas fiquem melhores em 2013 — ao contrário, o fato de que um agente de polícia é morto a cada 35 horas por criminosos, em algum lugar do país, é aceito com indiferença cada vez maior pelas autoridades que comandam os policiais e que têm a obrigação de ficar do seu lado. A tendência, assim, é que essa matança continue sendo considerada a coisa mais natural do mundo — algo que “acontece”, como as chuvas de verão e os engarrafamentos de trânsito de todos os dias.
Raramente, hoje em dia, os barões que mandam nos nossos govemos, mais as estrelas do mundo intelectual, os meios de comunicação e a sociedade em geral se incomodam em pensar no tamanho desse desastre. Deveriam, todos, estar fazendo justo o contrário, pois o desastre chegou a um extremo incompreensível para qualquer país que não queira ser classificado como selvagem. Na França, a ficar em um exemplo de entendimento rápido, 620 policiais foram assassinados por marginais nos últimos quarenta anos — isso mesmo, quarenta anos, de 1971 a 2012. São cifras em queda livre. Na década de 80, a França registrava, em média, 25 homicídios de agentes de polícia por ano, mais ou menos um padrão para nações desenvolvidas do mesmo porte. Na década de 2000 esse número caiu para seis — apenas seis, nem um a mais, contra os nossos atuais 250. O que mais seria preciso para admitir que estamos vivendo no meio de uma completa aberração?
Há alguma coisa profundamente errada com um país que engole passivamente o assassínio quase diário de seus policiais — e, com isso, diz em voz baixa aos bandidos que podem continuar matando à vontade, pois, no fundo, estão numa briga particular com "a polícia", e ninguém vai se meter no meio. Essa degeneração é o resultado direto da política de covardia a que os governos estaduais brasileiros obedecem há décadas diante da criminalidade. Em nenhum lugar a situação é pior do que em São Paulo, onde se registra a metade dos assassinatos de policiais no Brasil; com 20% da população nacional, tem 50% dos crimes cometidos nessa guerra. É coisa que vem de longe. Desde que Franco Montoro foi eleito governador, em 1982, nas primeiras eleições diretas para os governos estaduais permitidas pelo regime militar, criou-se em São Paulo, e dali se espalhou pelo Brasil, a ideia de que reprimir delitos é uma postura antidemocrática — e que a principal função do estado é combater a violência da polícia, não o crime. De lá para cá, pouca coisa mudou. A consequência está aí: mais de 100 policiais paulistas assassinados em 2012.
O jornalista André Petry, num artigo recente publicado nesta revista, apontou um fato francamente patológico: o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, conseguiu o prodígio de não comparecer ao enterro de um único dos cento e tantos agentes da sua polícia assassinados ao longo do ano de 2012. A atitude seria considerada monstruosa em qualquer país sério do mundo. Aqui ninguém sequer percebe o que o homem fez, a começar por ele próprio. Se lesse essas linhas, provavelmente ficaria surpreso: "Não, não fui a enterro nenhum. Qual é o problema?". A oposição ao governador não disse uma palavra sobre sua ausência nos funerais. As dezenas de grupos prontos a se indignar 24 horas por dia contra os delitos da polícia, reais ou imaginários, nada viram de anormal na conduta do governador. A mídia ficou em silêncio. É o aberto descaso pela vida, quando essa vida pertence a um policial. É, também, a capitulação diante de uma insensatez: a de ficar neutro na guerra aberta que os criminosos declararam contra a polícia no Brasil.
Há mais que isso. A moda predominante nos governos estaduais, que vivem apavorados por padres, jornalistas, ONGs, advogados criminais e defensores de minorias, viciados em crack, mendigos, vadios e por aí afora, é perseguir as suas próprias polícias — com corregedorias, ouvidorias, procuradorias e tudo o que ajude a mostrar quanto combatem a "arbitrariedade". Sua última invenção, em São Paulo, foi proibir a polícia de socorrer vítimas em cenas de crime, por desconfiar que faça alguma coisa errada se o ferido for um criminoso; com isso, os policiais paulistas tornam-se os únicos cidadãos brasileiros proibidos de ajudar pessoas que estejam sangrando no meio da rua. É crescente o número de promotores que não veem como sua principal obrigação obter a condenação de criminosos; o que querem é lutar contra a “higienização" das ruas, a “postura repressiva” da polícia e ações que incomodem os “excluídos”. Muitos juizes seguem na mesma procissão. Dentro e fora dos governos continua a ser aceita, como verdade científica, a ficção de que a culpa pelo crime é da miséria, e não dos criminosos. Ignora-se o fato de que não existe no Brasil de hoje um único assaltante que roube para matar a fome ou comprar o leite das crianças. Roubam, agridem e matam porque querem um relógio Rolex; não aceitam viver segundo as regras obedecidas por todos os demais cidadãos, a começar pela que manda cada um ganhar seu sustento com o próprio trabalho. Começam no crime aos 12 ou 13 anos de idade, estimulados pela certeza de que podem cometer os atos mais selvagens sem receber nenhuma punição; aos 18 ou 19 anos já estão decididos a continuar assim pelo resto da vida.
Essa tragédia, obviamente, não é um “problema dos estados”, fantasia que os governos federais inventaram há mais de 100 anos para o seu próprio conforto — é um problema do Brasil. A presidente Dilma Rousseff acorda todos os dias num país onde há 50000 homicídios por ano; ao ir para a cama de noite, mais 140 brasileiros terão sido assassinados ao longo de sua jomada de trabalho. Dilma parece não sentir que isso seja um absurdo. No máximo, faz uma ou outra reunião inútil para discutir “políticas públicas” de segurança, em que só se fala em verbas e todos ficam tentando adivinhar o que a presidente quer ouvir. Não tem paciência para lidar com o assunto; quer voltar logo ao seu computador, no qual se imagina capaz de montar estratégias para desproblematizar as problematizações que merecem a sua atenção. Não se dá conta de que preside um país ocupado, onde a tropa de ocupação são os criminosos.
Muito pouca gente, na verdade, se dá conta. Os militares se preocupam com tanques de guerra, caças e fragatas que não servem para nada; estão à espera da invasão dos tártaros, quando o inimigo real está aqui dentro. Não podem, por lei. fazer nada contra o crime — não conseguem nem mesmo evitar que seus quartéis sejam regularmente roubados por criminosos à procura de armas. A classe média, frequentemente em luta para pagar as contas do mês, se encanta porque também ela, agora, começa a poder circular em carros blindados: noticia-se, para orgulho geral, que essa maravilha estará chegando em breve à classe C. O número de seguranças de terno preto plantados na frente das escolas mais caras, na hora da saída, está a caminho de superar o número de professores. As autoridades, enfim, parecem dizer aos policiais: “Damos verbas a vocês. Damos carros. Damos armas. Damos coletes salva-vidas. Virem-se”.
É perturbadora, no Brasil de hoje, a facilidade com que governantes e cidadãos passaram a aceitar o convívio diário com o mal em estado puro. É um "tudo bem” crescente, que aceita cada vez mais como normal o que é positivamente anormal — “tudo bem” que policiais sejam assassinados quase todos os dias, que 90% dos homicídios jamais cheguem a ser julgados, que delinquentes privatizem para seu uso áreas inteiras das grandes cidades. E daí? Estamos tão bem que a última grande ideia do governo, em matéria de segurança, é uma campanha de propaganda que recomenda ao cidadão: “Proteja a sua família. Desarme-se”. É uma bela maneira, sem dúvida, de namorar com o suicídio.
Autor: J.R.Guzzo
Veja - 28/01/2013
Se nada piorar neste ano de 2013, cerca de 250 policiais serão assassinados no Brasil até o próximo dia 31 de dezembro. É uma história de horror, sem paralelo em nenhum país do mundo civilizado. Mas estes foram os números de 2012, com as variações devidas às diferenças nos critérios de contagem, e não há nenhuma razão para imaginar que as coisas fiquem melhores em 2013 — ao contrário, o fato de que um agente de polícia é morto a cada 35 horas por criminosos, em algum lugar do país, é aceito com indiferença cada vez maior pelas autoridades que comandam os policiais e que têm a obrigação de ficar do seu lado. A tendência, assim, é que essa matança continue sendo considerada a coisa mais natural do mundo — algo que “acontece”, como as chuvas de verão e os engarrafamentos de trânsito de todos os dias.
Raramente, hoje em dia, os barões que mandam nos nossos govemos, mais as estrelas do mundo intelectual, os meios de comunicação e a sociedade em geral se incomodam em pensar no tamanho desse desastre. Deveriam, todos, estar fazendo justo o contrário, pois o desastre chegou a um extremo incompreensível para qualquer país que não queira ser classificado como selvagem. Na França, a ficar em um exemplo de entendimento rápido, 620 policiais foram assassinados por marginais nos últimos quarenta anos — isso mesmo, quarenta anos, de 1971 a 2012. São cifras em queda livre. Na década de 80, a França registrava, em média, 25 homicídios de agentes de polícia por ano, mais ou menos um padrão para nações desenvolvidas do mesmo porte. Na década de 2000 esse número caiu para seis — apenas seis, nem um a mais, contra os nossos atuais 250. O que mais seria preciso para admitir que estamos vivendo no meio de uma completa aberração?
Há alguma coisa profundamente errada com um país que engole passivamente o assassínio quase diário de seus policiais — e, com isso, diz em voz baixa aos bandidos que podem continuar matando à vontade, pois, no fundo, estão numa briga particular com "a polícia", e ninguém vai se meter no meio. Essa degeneração é o resultado direto da política de covardia a que os governos estaduais brasileiros obedecem há décadas diante da criminalidade. Em nenhum lugar a situação é pior do que em São Paulo, onde se registra a metade dos assassinatos de policiais no Brasil; com 20% da população nacional, tem 50% dos crimes cometidos nessa guerra. É coisa que vem de longe. Desde que Franco Montoro foi eleito governador, em 1982, nas primeiras eleições diretas para os governos estaduais permitidas pelo regime militar, criou-se em São Paulo, e dali se espalhou pelo Brasil, a ideia de que reprimir delitos é uma postura antidemocrática — e que a principal função do estado é combater a violência da polícia, não o crime. De lá para cá, pouca coisa mudou. A consequência está aí: mais de 100 policiais paulistas assassinados em 2012.
O jornalista André Petry, num artigo recente publicado nesta revista, apontou um fato francamente patológico: o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, conseguiu o prodígio de não comparecer ao enterro de um único dos cento e tantos agentes da sua polícia assassinados ao longo do ano de 2012. A atitude seria considerada monstruosa em qualquer país sério do mundo. Aqui ninguém sequer percebe o que o homem fez, a começar por ele próprio. Se lesse essas linhas, provavelmente ficaria surpreso: "Não, não fui a enterro nenhum. Qual é o problema?". A oposição ao governador não disse uma palavra sobre sua ausência nos funerais. As dezenas de grupos prontos a se indignar 24 horas por dia contra os delitos da polícia, reais ou imaginários, nada viram de anormal na conduta do governador. A mídia ficou em silêncio. É o aberto descaso pela vida, quando essa vida pertence a um policial. É, também, a capitulação diante de uma insensatez: a de ficar neutro na guerra aberta que os criminosos declararam contra a polícia no Brasil.
Há mais que isso. A moda predominante nos governos estaduais, que vivem apavorados por padres, jornalistas, ONGs, advogados criminais e defensores de minorias, viciados em crack, mendigos, vadios e por aí afora, é perseguir as suas próprias polícias — com corregedorias, ouvidorias, procuradorias e tudo o que ajude a mostrar quanto combatem a "arbitrariedade". Sua última invenção, em São Paulo, foi proibir a polícia de socorrer vítimas em cenas de crime, por desconfiar que faça alguma coisa errada se o ferido for um criminoso; com isso, os policiais paulistas tornam-se os únicos cidadãos brasileiros proibidos de ajudar pessoas que estejam sangrando no meio da rua. É crescente o número de promotores que não veem como sua principal obrigação obter a condenação de criminosos; o que querem é lutar contra a “higienização" das ruas, a “postura repressiva” da polícia e ações que incomodem os “excluídos”. Muitos juizes seguem na mesma procissão. Dentro e fora dos governos continua a ser aceita, como verdade científica, a ficção de que a culpa pelo crime é da miséria, e não dos criminosos. Ignora-se o fato de que não existe no Brasil de hoje um único assaltante que roube para matar a fome ou comprar o leite das crianças. Roubam, agridem e matam porque querem um relógio Rolex; não aceitam viver segundo as regras obedecidas por todos os demais cidadãos, a começar pela que manda cada um ganhar seu sustento com o próprio trabalho. Começam no crime aos 12 ou 13 anos de idade, estimulados pela certeza de que podem cometer os atos mais selvagens sem receber nenhuma punição; aos 18 ou 19 anos já estão decididos a continuar assim pelo resto da vida.
Essa tragédia, obviamente, não é um “problema dos estados”, fantasia que os governos federais inventaram há mais de 100 anos para o seu próprio conforto — é um problema do Brasil. A presidente Dilma Rousseff acorda todos os dias num país onde há 50000 homicídios por ano; ao ir para a cama de noite, mais 140 brasileiros terão sido assassinados ao longo de sua jomada de trabalho. Dilma parece não sentir que isso seja um absurdo. No máximo, faz uma ou outra reunião inútil para discutir “políticas públicas” de segurança, em que só se fala em verbas e todos ficam tentando adivinhar o que a presidente quer ouvir. Não tem paciência para lidar com o assunto; quer voltar logo ao seu computador, no qual se imagina capaz de montar estratégias para desproblematizar as problematizações que merecem a sua atenção. Não se dá conta de que preside um país ocupado, onde a tropa de ocupação são os criminosos.
Muito pouca gente, na verdade, se dá conta. Os militares se preocupam com tanques de guerra, caças e fragatas que não servem para nada; estão à espera da invasão dos tártaros, quando o inimigo real está aqui dentro. Não podem, por lei. fazer nada contra o crime — não conseguem nem mesmo evitar que seus quartéis sejam regularmente roubados por criminosos à procura de armas. A classe média, frequentemente em luta para pagar as contas do mês, se encanta porque também ela, agora, começa a poder circular em carros blindados: noticia-se, para orgulho geral, que essa maravilha estará chegando em breve à classe C. O número de seguranças de terno preto plantados na frente das escolas mais caras, na hora da saída, está a caminho de superar o número de professores. As autoridades, enfim, parecem dizer aos policiais: “Damos verbas a vocês. Damos carros. Damos armas. Damos coletes salva-vidas. Virem-se”.
É perturbadora, no Brasil de hoje, a facilidade com que governantes e cidadãos passaram a aceitar o convívio diário com o mal em estado puro. É um "tudo bem” crescente, que aceita cada vez mais como normal o que é positivamente anormal — “tudo bem” que policiais sejam assassinados quase todos os dias, que 90% dos homicídios jamais cheguem a ser julgados, que delinquentes privatizem para seu uso áreas inteiras das grandes cidades. E daí? Estamos tão bem que a última grande ideia do governo, em matéria de segurança, é uma campanha de propaganda que recomenda ao cidadão: “Proteja a sua família. Desarme-se”. É uma bela maneira, sem dúvida, de namorar com o suicídio.
sábado, 12 de janeiro de 2013
NIÓBIO? O QUE É ISSO???
Você, bocó, sabe de tudo que não serve para nada! Mas não sabe nada do que serve para tudo!
Talvez conheça a temperatura exata para se regalar com uma cerveja. Ou até a fórmula de uma artesanal! Sabe quem vai para o próximo paredão do BBB! Talvez saiba até usar a milésima inútil função do seu celular, I-Pad, I-Pod, Tablet, etc...Aliás, você, gaiato, nem teria isso na mão se não fosse o tal "Niobio", que você não sabe nem o que é!E sei que outra grande batalha que terei que enfrentar será convencer você, bocó, a usar a inteligência para saber que é importante sua paciência para ler tudo isto!
Repassando. By ANA PRUDENTE
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CBMM vende à estatal japonesa poder de veto sobre o Nióbio
Briga entre as famílias Neves e Faria provoca crise institucional ao
eliminar a soberania nacional sobre o mineral mais estratégico e raro do
mundo
O Nióbio, riqueza que poderia significar a redenção da
economia mineira e nacional, foi entregue, através de operação
bilionária e ilegal, a empresa estatal japonesa, Japan Oil, Gas and
Metals National Corporation, em parceria com um fundo de investimento
coreano que representa os interesses da China. Este é o final de um
ruidoso conflito instalado no centro do Poder de Minas Gerais que vem
sendo, nos últimos dois anos, de maneira omissa e silenciosa,
testemunhado pelo governador Antônio Anastásia.
Desde 2002 o então
governador e atual senador Aécio Neves entregou a condução das
principais decisões e atividades econômicas do Estado de Minas a Oswaldo
Borges da Costa, que assumiu a função estratégica de presidente da
Companhia de Desenvolvimento Econômico de Minas Gerais (CODEMIG). Criou
um governo paralelo, onde as principais decisões sobre obras e
investimentos das estatais CEMIG, COPASA, DER/MG, DEOP e das autarquias
de MG ficaram a cargo de “Oswaldinho”.
Para sede da CODEMIG,
caminharam nos últimos 10 anos investidores internacionais que tinham
interesse no Estado. O Palácio da Liberdade transformou-se apenas em
cartão postal e símbolo de marketing publicitário de milionárias
campanhas veiculadas na mídia. Por trás deste cenário artificial operou
um esquema de corrupção, que contou com a cumplicidade até mesmo da
Procuradoria Geral de Justiça, que impedia a atuação do Ministério
Público Estadual.
Foi necessária esta longa introdução, uma vez que à
imprensa mineira jamais foi permitido tocar neste assunto para que se
entenda o que agora, uma década depois, está ocorrendo.
Após a morte
do banqueiro Gilberto Faria, casado em segunda núpcias com Inês Maria,
mãe de Aécio, iniciou uma disputa entre a família Faria e a mãe de
Aécio, sob a divisão do patrimônio deixado. Oswaldo Borges da Costa,
casado com uma das herdeiras de Gilberto Faria, passou a comandar
inclusive judicialmente esta disputa.
Diante deste quadro
beligerante, as relações entre Aécio Neves e Oswaldo Borges da Costa
acabaram, o que seria natural, pois Aécio fatalmente ficaria solidário
com sua mãe. Mais entre Aécio Neves e Oswaldo Borges da Costa é público
que existia muito mais, desta forma deu-se início a divisão do que
avaliam ser uma fortuna incalculável.
No meio desta divisão estaria
“a renda” conseguida e a conseguir através da diferença entre a venda
subfaturada e o valor real no exterior do Nióbio. Peça chave neste
esquema, a CBMM pertencente ao Grupo Moreira Salles, que sem qualquer
licitação ou custo renovou o contrato de arrendamento para exploração da
mina de Nióbio de Araxá pertencente ao Governo de Minas Gerais por mais
30 anos. Meses depois venderia parte de seu capital a um fundo Coreano,
que representa investidores, não identificáveis.
Para se ter idéia
do que significou, em matéria de ganho, a renovação para Companhia
Brasileira de Metalurgia e Mineração (CBMM), que tem com atividade
exclusiva a exploração da mina de Nióbio de Araxá - sem a mina cessa sua
atividade - depois da renovação a empresa vendeu 15% de suas ações por
R$ 2 bilhões, ou seja, levando em conta apenas o valor de suas ações a
empresa valeria hoje R$ 28 bilhões, R$ 4 bilhões a menos que o Estado de
Minas Gerais arrecada através de todos os impostos e taxas em um ano.
Mas esta operação já havia causado desconfiança principalmente nas
forças nacionalistas que acompanhavam de perto a movimentação.
“A
CBMM tem o capital dividido entre o "Grupo Moreira Sales" e a
"Molybdenium Corporation - Molycorp", subsidiária da "Union Oil", por
seu turno, empresa do grupo "Occidental Petroleum - Oxxi", muito embora
seja fácil deduzir a prevalência do grupo alienígena, pelo histórico do
banqueiro Walther Moreira Sales, tradicional "homem de palha" de
capitalistas estrangeiros, inclusive de Nelson Aldridge Rockefeller, que
tanto se intrometeu na política do Brasil”, afirmou à reportagem do
Novojornal o Contra-Almirante Reformado Roberto Gama e Silva.
Acrescentando: “Circula por aí versão segundo a qual só as jazidas de
nióbio dos "Seis Lagos" valem em torno de 1 trilhão de dólares.
Necessário esclarecer que por sua localização e facilidade de exploração
a jazida de Araxá vale muito mais que a “Seis Lagos”.
Evidente que o
Ministério Público mineiro já está investigando esta renovação do
arrendamento celebrado pela CODEMIG, porém, ela nada significa perto do
crime praticado contra a soberania nacional que foi a venda de parte das
ações da CBMM, dando poder de veto a uma empresa estatal japonesa. Foi
uma operação cheia de irregularidades com a questionável participação de
órgãos que deveriam fiscalizar este tipo de operação como o Conselho
Administrativo de Defesa Econômica (CADE), subordinado ao Ministério da
Justiça.
A operação foi aprovada em prazo recorde e com base em um
parecer de folha única, que desrespeitou toda legislação existente no
País. A menor das irregularidades cometidas foi conceder
“Confidencialidade” aos termos da operação aprovada. Foi desrespeitada a
determinação legal para que não ocorra a cassação da autorização da
sociedade estrangeira funcionar no País; esta deverá tornar público
todos os seus dados econômicos, societários e administrativos, inclusive
de suas sucursais (art. 1.140, CC).
E mais, conforme constante do
artigo 1.134 do Código Civil, se faz necessária para que a sociedade
estrangeira possa funcionar no território brasileiro prévio exame da
legitimidade de sua constituição no exterior e a verificação de que suas
atividades não sejam contrárias a ordem pública no Brasil.
O Poder
Executivo poderá, ou não, conceder a autorização para uma sociedade
estrangeira funcionar no Brasil, estabelecendo condições que considerar
convenientes à defesa dos interesses nacionais (art. 1.135, CC). Segundo
a assessoria de imprensa do CADE, na tramitação da analise foi-se
observado o regimento, evidente que um regimento não pode se sobrepor a
lei.
Nada disto foi observado e agora, a exemplo da briga instaurada
entre as famílias Faria e Neves, o divorcio entre Aécio Neves e Oswaldo
Borges da Costa fatalmente se transformará num dos maiores escândalos
da historia recente do País e poderá levar Minas Gerais a perder a
propriedade sobre a jazida de Nióbio.
Principalmente as Forças
Armadas veem promovendo gestões para federalizar, a exemplo da
Petrobras, a exploração de Nióbio. Relatórios confidenciais da Abim e da
área de inteligência do Exército demonstram como operou o esquema
criminoso de subfaturamento montado pela CODEMIG/ CBMM, através da Cia
de Pirocloro de Araxá. A assessoria de imprensa da CBMM, da CODEMIG e do
senador Aécio Neves foram procuradas e não quiseram comentar o assunto.
O assunto “Nióbio” é amplo, não tendo como esgotá-lo em apenas uma
matéria, desta formaNovojornal publicará uma série de reportagens
ouvindo as diversas áreas envolvidas no tema.
Nota da Redação (atualizado às 15:26 de 21/12/2012)
O valor da venda de 15% da CBMM, ao contrário dos R$ 2 bilhões de
reais, constante na matéria, foi de US$ 2 bilhões de dólares. Desta
forma, 100% das ações da CBMM equivalem a US$ 28 bilhões de dólares,
levando em conta que a arrecadação total anual do Estado de Minas Gerais
é de R$ 32 bilhões de reais, o valor das ações da CBMM representa quase
o dobro do arrecadado.
(US$ 28 bilhões de dólares x R$ 2 reais = R$ 56 bilhões de reais)
Documento que fundamenta esta matéria
Aprovação pelo CADE da venda de 15% das ações da CBMM para empresa
estatal japonesa e o fundo de investimento coreano. Em seu ítem 3.2,
confessa que os adquirentes passam a influir na CBMM, omitindo o poder
de veto
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Comentário(s) comentar
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01/01/2013 - jose alberto prado
Kd. nosso dinheiro da seguridade,vendas de predio vendas de
avião,etc.Dr.Gilmar,por favor mande envestigar,isso é fichinha.nessa
lama e regeito da turma dessa cia.
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30/12/2012 - Bruno Toscano
O joaquim barbosa ajudou a trair o nosso povo e país, votando SIM para a
demarcação das terras raras...Eita povo que tem a memória curta!!!
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29/12/2012 - Maria Luiza Ribeiro Lippi
Isso é que é mensalão.Se gritar pega ladrão, não fica um.....Cadê a
globo?a veja? não gritam nada.....e o J.B.? já tomou conhecimento?
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28/12/2012 - Luiz Fernando
Sarney no Maranhão, Collor e Calheiros em Alagoas, ACM e familia, na
Bahia, Jader Barbalho no Pará, Arthur Virgilio no Amazonas,Aécio e
familia em Minas! haja coração!
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28/12/2012 - Edvaldo Guaraci
"Dormia A nossa pátria mãe tão distraída../Sem perceber que era
subtraída/Em tenebrosas transações/ Seus filhos erravam cegos pelo
continente,/levavam pedras feito penitentes Erguendo estranhas
catedrais" O cenário descrito no samba de Chico Buarque, que retrata o
período da ditatura militar e da repressão, bem que poderia retratar o
momento atual. Afinal, essa roubalheira não vai acabar nunca, nem com
toda boa vontade de Joaquim Barbosa e de um ou outro idealista que por
ventura ainda exista nesse país. Nosso povo tem sangue de barata, não se
importa em ser roubado , extorquido e espoliado, desde que haja cachaça
cerveja , futebol e carnaval. É disso que se valem esses quadrilheiros
de plantão, que agem lá e cá, debaixo do nariz de quem deveria
investiga-los e quem sabe, prendê-los. Se valem da nossa inércia, da
nossa ignorância e comodismo. Em 2010, a marcha contra a corrupção
reuniu uma "meia dúzia de gatos pingados" e no ano seguinte, nem esses
se aventuraram a uma reedição do protesto. Já a parada Gay,(Nada contra o
movimento Gay) reuni a cada ano, milhões de pessoas, num engajamento
jamais visto. Nosso congresso reúne o que há de pior no país, com raras
exceções, trata-se de um bando de oportunistas, mau caráter e
incompetentes que só estão interessados em se locupletar a custa do
patrimônio público. Passamos anos mergulhados numa sombria ditadura
militar que pouco contribuiu para formação de um sentimento nacionalista
ou patriótico, até por que ocupou-se mais em prender e torturar um
bando de estudantes idealistas, inconformados com os desmandos ,e mal
armados a quem chamavam de terroristas. Pouco se espera do Próprio
Joaquim Barbosa e do procurador Geral Roberto Gurgel respectivamente
presidentes o CNJ, e do CNPM, pois já deveriam ter vindo a público
esclarecer quais as providências estão em curso para apurar e punir os
responsáveis por tantos abusos e desmandos aqui denunciados. Ou será que
o julgamento do mensalão foi apenas uma cortina de fumaça? Em passado
não muito distante já foi assim , "os napoleões vencidos" foram
confrontados por estudantes idealistas que ousaram pegar em armas em
condições infinitamente desfavoráveis. H
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27/12/2012 - ANTONIO CARLOS BREDER
Quero ver se realmente o descaminho do NIÓBIO será desbaratado.Existe
uma verdadeira quadrilha de políticos que estão por trás deste
descaminho que gera uma prejuízo de 100 bilhões de dólares anualmente ao
Brasil.Todo o dinheiro do mensalão vinha do descaminho do NIÓBIO e o
que tem de gente graúda envolvida é assustador.A reserva RAPOSA SERRA DO
SOL foi demarcada pela imensa quantidade de NIÓBIO que nela existe.
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26/12/2012 - Adda Virginia Valadares
É fácil de resolver, para quem quiser resolver - falo do governo.
Quando quiseram "vender" a Cemig, Itamar disse "NÃO" e ponto final.
Quanto ao nióbio, é soberania nacional.... a quem interessa não
defendê-lo?
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23/12/2012 - Valcir Barsanulfo de Aguiar - Ituiutaba-Mg.
Regina Gomes, esclareça-nos mais sobre essa vida leviana do Aecim, e
tambem da surra que as herdeiras do Gilberto Faria deu na dona Ynez
Neves mãe do ébrio Aecim.
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22/12/2012 - Eduardo Campos
Já esta passando da hora desta turma saber que minas e seu patrimônio
não pertencem a eles. O pior é que foi o próprio povo mineiro que deu
este poder a eles.
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21/12/2012 - Regina Gomes
Minas é a colônia, que sustenta a nobreza na Capital do Império, no
caso Rio de Janeiro, onde Aécio e sua família mora. Sou mineira e tenho
vergonha de ter votado nele duas vezes. Há dois anos moro em Angra, se
este jornal der uma volta por aqui vera a vida que esse moço leva. São
raras as noites que ele não e levado carregado para casa. Há pouco tempo
as filhas do Gilberto Faria, pessoal gente boa e simples, deram uma
coça em sua mãe aqui em Angra. Minas precisa saber quem realmente é o
Aécio.
Recebi por e-mail. Meu comentário vai abaixo do texto, em azul.
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P I C A R E T A G E M ! ! !
A
nota oficial encomendada por Lula, redigida por Rui Falcão e subscrita
por seis presidentes de partidos governistas comunica à nação, entre uma
falsidade e uma safadeza, que está em curso uma trama política
semelhante à que resultou no suicídio de Getúlio Vargas . Só um
ajuntamento de palermas, oportunistas e casos de polícia conseguiria
vislumbrar conspiradores em ação nos três partidos oposicionistas mais
dóceis da história.
Só um bando de cretinos fundamentais
ousaria confundir Aécio Neves com Carlos Lacerda, Geraldo Alckmin com
Afonso Arinos, ou tucanos em sossego no poleiro com militares sublevados
nos quartéis.
E até sócios remidos do clube dos cafajestes
se recusariam a comparar Luiz Inácio Lula da Silva a Getúlio Dornelles
Vargas . Coerentes com a folha corrida de cada um, os signatários do
besteirol espancaram sem clemência, e sem vestígios de rubor na face, a
memória do mítico gaúcho.
“Querem fazer comigo o que
fizeram com Getúlio Vargas ”, recitou o palanque ambulante, de novo, em
agosto de 2011. “Assim foi em 1954, quando inventaram um ‘mar de lama’
para derrubar o presidente Vargas ”, reincidiram nesta quinta-feira seis
carrascos da verdade. Alguém precisa contar-lhes aos gritos que foi o
próprio Getúlio quem usou pela primeira vez a expressão “mar de lama”.
Alguém precisa ordenar-lhes aos berros que parem de estuprar os fatos
para fabricar mentiras eleitoreiras.
Na versão malandra do
PT e seus parceiros alugados, a procissão de escândalos que afronta os
brasileiros honestos desde a descoberta do mensalão não passa de
invencionice dos netos da UDN golpista, que se valem de estandartes
moralistas para impedir que outro pai dos pobres se mantenha no poder.
Se a oposição não sofresse de afasia medrosa, a confraria dos 171 já
teria aprendido que não há qualquer parentesco entre os dois Brasis. E
não se atreveria a inventar semelhanças entre figuras antagônicas.
Em agosto de 1954, Getúlio Vargas era sistematicamente hostilizado
por adversários que negavam até cumprimentos protocolares ao ex-ditador
que voltara ao poder pela rota das urnas. Não há uma única foto do
presidente ao lado de Carlos Lacerda. Passados quase 60 anos, Lula e
Dilma lidam com adversários que fizeram a opção preferencial pela
covardia e inventaram a oposição a favor. Muitos merecem cadeiras
cativas na Irmandade dos Amigos do Cara, dirigida por velhas abjeções
que Lula combateu até descobrir que todos nasceram uns para os outros.
Há 58 anos, surpreendido por delinquências praticadas às suas
costas, acuado pela feroz oposição parlamentar, sitiado por ódios
decorrentes dos horrores do Estado Novo, desafiado por oficiais
rebeldes, traído por comandantes militares, abalado pela deserção dos
aliados, Getúlio preferiu a morte à capitulação humilhante. No Ano 10 da
Era da Mediocridade, o Grande Pastor do rebanho lulopetista só é
ameaçado pelo Código Penal, por um STF disposto a cumprir a lei e pela
incapacidade de aceitar imposições do destino.
Neste começo
de primavera, o que se vê é um populista incapaz de perceber a
aproximação do inverno. Os truques do animador de comício não
surpreendem mais ninguém. Tornaram-se enfadonhos. Lula é uma caricatura
de si próprio. É uma lenda precocemente no ocaso. Daqui a muitos anos,
será um asterisco nos livros de história que nunca leu.
Getúlio perdeu a disposição de resistir ao constatar que, sem saber,
convivera com criminosos. Na última reunião do ministério, foi defendido
por figuras como Oswaldo Aranha e Tancredo Neves. Lula defendeu a
permanência de Antonio Palocci e José Dirceu no primeiro escalão
infestado de corruptos. E tenta o tempo todo livrar da cadeia bandidos
de estimação para mantê-los a seu lado. Depois de tentar inutilmente
adiar o julgamento do mensalão, faz o que pode para pressionar ministros
que nomeou, desqualificar a Justiça e impedir a consumação do castigo.
Há uma semana, o protetor de pecadores foi empurrado para o meio do
pântano pelas revelações de Marcos Valério divulgadas por VEJA. Em vez
de replicar às acusações e interpelar judicialmente o acusador, o mais
loquaz dos palanqueiros emudeceu.
Entre amigos, gasta a voz
debilitada em insultos a ministros do Supremo, mensaleiros trapalhões
ou advogados ineptos ─ e promete, de meia em meia hora, vinganças
tremendas. Em público, pede votos para candidatos amigos e calunia
concorrentes.
O suicídio de Vargas , reiterei há um ano,
foi um ato de coragem protagonizado pelo político que errou muito e
cometeu pecados graves, mas nunca transigiu com roubalheiras, nunca
barganhou com assaltantes de cofres públicos nem foi coiteiro de
ladrões. Lula fez da corrupção endêmica um estilo de governo e um
instrumento de poder.
O tiro disparado na manhã de 24 de agosto de 1954 atingiu o coração de um homem honrado.
Um saiu da vida para entrar na história. Outro ficará na história como quem caiu na vida.
GETULIO MORREU POR TER VERGONHA NA CARA!
LULA MORRERÁ SEM SABER O QUE É ISSO!
LULA é o homem que esteve à frente desta nação e não teve coragem,
nem competência, nem vontade para implantar reforma alguma neste país,
pois as reformas tributárias e trabalhistas nunca saíram do papel, e a
educação, a saúde e a segurança ficaram piores do que nunca.
LULA é o homem que mais teve amigos safados e aliados envolvidos, da
cueca ao pescoço, em corrupção e roubalheira, gastando com os cartões
corporativos e dentro de todos os tipos de esquemas.
LULA é
o homem que conseguiu inchar o Estado brasileiro e as empresas estatais
com tantos e tantos funcionários, tão vagabundos quanto ele, e ainda
assim fazê-lo funcionar pior do que antes.
LULA é o homem
que, por tudo isso e mais um elenco de coisas imorais e absurdas,
transformou este país num chiqueiro libertino e sem futuro.
Um bêbado desqualificado que transformou o Palácio do Planalto em balcão de negócios e o avião presidencial em motel.
Lula é o homem que transformou o Brasil num país de parasitas e
vagabundos, com o Bolsa-Família, com o repasse sem limite de recursos ao
MST, o maior latifúndio improdutivo do mundo e abrigo de bandidos e
vagabundos e que manipulam alguns ingênuos e verdadeiros colonos.
Lula é o homem que , para se justificar aos vagabundos da nação
brasileira afirmou que um homem não precisa estudar para se dar bem
neste País, e que para isso basta ser vagabundo, safado, esquerdista e
esperto.
LULA FOI ESCOLHIDO PARA GOVERNAR ESTA NAÇÃO SOFRIDA EXATAMENTE POR NÃO TER NENHUMA QUALIDADE!
LULA É O HOMEM QUE VAI SER FINALMENTE JULGADO PELA NAÇÃO E PELA JUSTIÇA!
======================================
Não sei se vai ser julgado. sequer sei se, julgado, vai ser
penalizado! Lula conseguiu formar 'junto com sua laia, algumas gerações
de anecéfalos morais! Por isto não tenho crença em justiça alguma! Nem
da população, nem a oficial, do Judiciário!
Não morro de
amores por Getúlio. Sequer sou fã do governo assistencialista dele.
Ganhou nas urnas depois de ser ditador pelo populismo. O que eu acho e
sempre acharei o meio mais nojento de se chegar a algum lugar!
Mas sequer Getúlio merece ser comparado a esse espécime sub-humano que é o Lula!
sábado, 17 de novembro de 2012
SOU CONSERVADORA - deixo isso bem claro na descrição do Blog! - E SOU FÃ INCONDICIONAL DE JOÃO MELLÃO! Mídia Sem Máscara - Eu sou um conservador
Mídia Sem Máscara - Eu sou um conservador
Os principais países desenvolvidos têm, todos eles, partidos conservadores que disputam e vencem eleições. Por que será que só aqui, no Brasil, os conservadores relutam em se admitir como tal?
Embora conservadorismo, na cabeça das pessoas, lembre mofo e bolor, a verdade é que o conservadorismo está voltando a ser levado a sério por aqui. E quais são as principais teses defendidas pelos conservadores?
João Mellão Neto, jornalista, foi deputado, secretário e ministro de estado.
Publicado no jornal O Estado de São Paulo.
Escrito por João Mellão Neto
| 16 Novembro 2012
Artigos - Conservadorismo
Artigos - Conservadorismo
Os principais países desenvolvidos têm, todos eles, partidos conservadores que disputam e vencem eleições. Por que será que só aqui, no Brasil, os conservadores relutam em se admitir como tal?
Embora conservadorismo, na cabeça das pessoas, lembre mofo e bolor, a verdade é que o conservadorismo está voltando a ser levado a sério por aqui. E quais são as principais teses defendidas pelos conservadores?
A
principal delas afirma que é muita pretensão a nossa de querer virar o
mundo do avesso, ignorando toda a experiência, os ajustes e o processo
de tentativas e erros obtidos em milênios de civilização. Tal abandono
do passado pode ser útil no que tange às ciências exatas, mas revela-se
quase sempre desastroso quando aplicado às ciências humanas. Na História
humana, os grandes avanços sempre se deram pela evolução, nunca pela
revolução. As grandes revoluções, como a francesa ou a russa, sempre
foram muito eficientes na derrubada das instituições que já existiam,
mas nunca souberam como pôr outras melhores em seu lugar.
Outra
tese, dentre as principais, se resume numa frase proclamada por sir
Isaac Newton (1643-1727): àqueles que lhe indagavam como conseguira
formular a Teoria da Física Mecânica, respondia que nada fizera de mais,
apenas "se debruçara sobre os ombros de gigantes". Queria o cientista
inglês dizer que nada daquilo seria possível se não tivesse contado com o
conhecimento acumulado por todos os que o precederam. Os conservadores
também pensam dessa forma. A realidade tal qual a conhecemos é o produto
de milênios de tentativas, erros e acertos. Sendo assim, é muito pouco
provável que nós, modernos, venhamos a fazer alguma grande descoberta em
termos de moral ou de política.
Filósofos
de araque existem em profusão. Todos pregam mudanças radicais na
natureza humana. E foram justamente eles - que prometiam a perfeição do
homem e da sociedade - que transformaram grande parte do século passado
num verdadeiro inferno terrestre.
O
ceticismo quanto à perfeição humana é outro aspecto importante do
pensamento conservador. Nós conseguimos realizar mudanças na natureza
exterior. Já a natureza humana se tem mostrado praticamente imutável. O
conservador não acredita que exista algum homem tão acima da média, tão
isento de paixões e preconceitos que se possa com tranquilidade
entregar-lhe um poder sem limites. Assim sendo, a melhor forma de
governo é mesmo a democracia. Esta dispõe dos freios e contrapesos (checks and balances)
necessários para refrear logo no nascedouro qualquer tentação
totalitária. A sociedade possui anticorpos. E eles são acionados sempre
que há exorbitância de poder.
O
grande autor moderno do conservadorismo é Russell Kirk (1918-1994) e no
passado foi Edmund Burke (1729-1797). Este último, além de ter sido o
grande precursor dos princípios conservadores, notabilizou-se por ter
escrito um livro intitulado Reflexões sobre a Revolução em França, no
qual, ainda no calor dos acontecimentos, defende ardorosamente o sistema
político inglês - de reformas graduais, em contraposição ao extremismo e
às exorbitâncias que ocorriam do outro lado do Canal da Mancha. Depois
que Luiz XVI foi guilhotinado, em 1792, Burke voltaria ao tema,
argumentando que os franceses teriam cometido um erro político
gravíssimo: "Vocês ainda haverão de se arrepender amargamente deste ato.
Ao invés de fazer como a Inglaterra, que em 1688 promoveu todas as
reformas necessárias pacificamente e ainda com a chancela real, vocês,
franceses, acabam de proclamar oficialmente a sua orfandade. E viverão
eternamente carentes de um rei". Os fatos demonstraram que Burke tinha
razão. Depois de Luiz XVI, os franceses viriam a proclamar diversos reis
e imperadores, sendo o mais importante deles Napoleão Bonaparte.
Nos
dias de hoje, quem passa por cima do viaduto d'Alma, em Paris, encontra
uma espécie de santuário onde muitos acendem velas e pedem milagres.
Nesse mesmo local, uns 20 metros abaixo, num acidente de automóvel,
morreu Lady Di. Diana Frances Spencer não era uma santa (longe disso),
mas foi uma princesa. Seria mais um indício de que Burke tinha razão?
Voltando
às principais teses conservadoras, um conservador de verdade não tolera
o relativismo moral. Ainda no século passado, terríveis consequências
sofreram os povos onde ocorreu um colapso da ordem moral, onde os
cidadãos transigiram quanto a isso. A moral há de ser uma só, seja ela
fruto de revelação divina ou tenha sido forjada pela convenção humana.
Ela é o resultado de um arranjo costumeiro, cuja origem data de tempos
imemoriais. E é ela que nos preserva do abismo.
O
pensamento conservador, nos dias atuais, vem ganhando relevo justamente
porque os recursos naturais estão se tornando exíguos. Três décadas
atrás ninguém demonstrava a menor preocupação com esse tema. Agora ele
ocupa o proscênio das preocupações humanas. O polêmico aquecimento
global e o esgotamento de matérias-primas importantes põem na ordem do
dia a necessidade premente de preservar. E preservar é a principal
bandeira do pensamento conservador - que não cuida somente de
instituições sociais, mas abrange tudo o que diz respeito à humanidade.
Quem
imaginava ser a ecologia uma bandeira de esquerda percebe agora que não
é. Foi o comunismo, aliás, o regime político que mais sacrificou a
natureza. Tudo em nome do progresso, conceito que vem sendo cada vez
mais questionado pela opinião pública esclarecida. Os adeptos mais
exaltados do pensamento conservador não acreditam na existência de
progresso algum. Eles defendem, sim, mudanças graduais.
Os
principais países desenvolvidos têm, todos eles, partidos conservadores
que disputam e vencem eleições. Por que será que só aqui, no Brasil, os
conservadores relutam em se admitir como tal?
Se
o problema é a falta de alguém que puxe o cordão, tudo bem. Eu me
declaro um conservador. E não tenho por que ter vergonha disso.
João Mellão Neto, jornalista, foi deputado, secretário e ministro de estado.
Publicado no jornal O Estado de São Paulo.
sexta-feira, 9 de novembro de 2012
Raízes da Violência em São Paulo
Raízes da Violência em São Paulo
Por Antônio Ribas Paiva
Política é a decisão do que fazer, por quem tem o poder. Estratégia é como fazer. O governo do Estado nunca adotou uma clara politica de combate ao crime. Portanto, não existe estratégia, somente ação tática. A polícia faz o que o governador determina. Inexisti
Por Antônio Ribas Paiva
Política é a decisão do que fazer, por quem tem o poder. Estratégia é como fazer. O governo do Estado nunca adotou uma clara politica de combate ao crime. Portanto, não existe estratégia, somente ação tática. A polícia faz o que o governador determina. Inexisti
ndo a politica, o combate policial é travado, apenas, no nível tático, pontual, contra criminosos, não contra o crime.
A “tolerância zero” do Governo do Estado é apenas contra os motoristas. Multiplicam-se barreiras e bafômetros. Se no combate ao crime, o Governo Alckmin e sua policia fossem onipresentes como a CET é na fiscalização do Transito, São Paulo seria o paraíso na terra! Explica-se: O garimpo do transito da lucro ao Estado e à Prefeitura e a guerra ao crime custa caro e é perigosa.
Os frutos dessa omissão do Governo do Estado são 90 policiais executados, centenas de cidadãos assassinados e a população aterrorizada. E ainda falam em desarmamento dos cidadãos!!
Não satisfeito, o Governo Alckmin ainda criou batalhões de trânsito, desfocando a prioridade, que deveria ser a policia combatendo o crime. Não apitando e multando.
A falta de política de combate ao crime em São Paulo é antiga. Em 16 de maio de 2006, a cidade ficou sitiada pelo terrorismo, virou cidade fantasma, a valorosa policia rodoviária sumiu das estradas, 800 pessoas foram executadas, pelos ataques de terroristas e criminosos (FARC, ETA, IRA E PCC). O governador era outro, mas a falta de politica de combate ao crime era a mesma!
Observe-se, que crime Organizado é a Associação de criminosos com agentes públicos e não organograma de quadrilhas, como querem nos impingir.
A inexistência de clara e pública política de combate ao crime é o fato gerador da prevalência dos criminosos. Porque o crime é estratégico, mas a polícia é tática.
Com a palavra os governantes.
Antônio José Ribas Paiva, Advogado, é Presidente da Associação dos Usuários de Serviços Públicos.
A “tolerância zero” do Governo do Estado é apenas contra os motoristas. Multiplicam-se barreiras e bafômetros. Se no combate ao crime, o Governo Alckmin e sua policia fossem onipresentes como a CET é na fiscalização do Transito, São Paulo seria o paraíso na terra! Explica-se: O garimpo do transito da lucro ao Estado e à Prefeitura e a guerra ao crime custa caro e é perigosa.
Os frutos dessa omissão do Governo do Estado são 90 policiais executados, centenas de cidadãos assassinados e a população aterrorizada. E ainda falam em desarmamento dos cidadãos!!
Não satisfeito, o Governo Alckmin ainda criou batalhões de trânsito, desfocando a prioridade, que deveria ser a policia combatendo o crime. Não apitando e multando.
A falta de política de combate ao crime em São Paulo é antiga. Em 16 de maio de 2006, a cidade ficou sitiada pelo terrorismo, virou cidade fantasma, a valorosa policia rodoviária sumiu das estradas, 800 pessoas foram executadas, pelos ataques de terroristas e criminosos (FARC, ETA, IRA E PCC). O governador era outro, mas a falta de politica de combate ao crime era a mesma!
Observe-se, que crime Organizado é a Associação de criminosos com agentes públicos e não organograma de quadrilhas, como querem nos impingir.
A inexistência de clara e pública política de combate ao crime é o fato gerador da prevalência dos criminosos. Porque o crime é estratégico, mas a polícia é tática.
Com a palavra os governantes.
Antônio José Ribas Paiva, Advogado, é Presidente da Associação dos Usuários de Serviços Públicos.
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