terça-feira, 8 de abril de 2014

Um velho dilema


Considero suficientemente provado o grau de influência do modelo institucional sobre o recrutamento de lideranças para a elite política. São elas mesmas que o confessam.


Pergunto: os males da política brasileira estão relacionados mais diretamente ao caráter dos indivíduos, das pessoas concretas que ocupam postos de poder, ou ao modelo institucional que adotamos? Há muitos anos participo de debates que buscam saber qual a galinha e qual o ovo nesse dilema.

Dirá alguém que é uma questão menor e que o Brasil vive as urgências impostas por clamorosas denúncias e estridentes silêncios. No entanto, de denúncia em denúncia, de silêncio em silêncio e de urgência em urgência, vamos postergando toda e qualquer tentativa de formar consenso a propósito desse tema. E como precisamos de um consenso! Como precisamos fazer com que a nação vasculhe, atrás do palco, na coxia, as estruturas que movem de modo tão desastroso os cordéis do poder!
Volto a esta pauta porque o mero fastio ante a política que temos é mau conselheiro para levar-nos àquela que queremos. Imaginar que o espelho de representação só melhorará quando o nível das exigências morais da sociedade houver subido vários degraus significa a perdição de pelo menos duas gerações! É por isso que defendo a necessidade de mudança nas regras do jogo político. Trata-se de algo que infelizmente parece pouco significativo. A maior parte das pessoas insiste em ver as árvores e não percebe o emaranhado da floresta institucional. No entanto, as regras de qualquer jogo determinam a conduta dos jogadores. O solo influi na qualidade do que nele se plante. As religiões se refletem no comportamento dos fiéis. E as instituições de Estado não só impulsionam o agir dos políticos mas definem, também, com suas regras, quem participa das atividades.
Creio que o melhor modo de tornar compreensível esse efeito que muitos teimam em desconhecer pode ser encontrado na própria experiência nacional. Sabe por que, leitor, nenhuma reforma política séria prospera no Brasil? Pela simples e confessada razão de que os congressistas sabem que seus mandatos foram obtidos nas regras vigentes. Esta singela constatação deixa tudo como está, reproduzindo ad aeternum um tipo de representação que nos proporciona escassos motivos de admiração. Dito isso, considero suficientemente provado o grau de influência do modelo institucional sobre o recrutamento de lideranças para a elite política. São elas mesmas que o confessam. Ainda que não convenha ao país, é esse o modelo que lhes serve. Portanto, a posição dos candidatos a favor do voto distrital e contra essa bacanal institucional que junta na mesma cama Estado, governo, administração pública e partido político deveria ser critério decisivo de voto nas eleições de outubro.
                                                                       ***
Os últimos dias foram dedicados pela mídia à tarefa de esconjurar o 31 de março. É verdade que foram cometidos crimes que repugnam às consciências bem formadas. Mas é errado limitar a informação ao registro desses fatos. Aquele movimento primeiro frustrou o plano dos comunistas para o Brasil e, depois, derrotou guerrilheiros e terroristas que queriam implantar tal regime no país. Esquecer o que estes pretendiam, não ler o que escreviam, ignorar o que diziam, apagar da história as vítimas que fizeram e os crimes bárbaros que cometeram, para exibi-los como heróis e mártires da "resistência democrática" é impostura. É servir o oportunismo em bandeja. Passado meio século, seus atuais afetos no plano nacional e internacional ainda revelam muito bem o que fariam se pudessem.

Publicado no jornal Zero Hora.

http://puggina.org

http://www.midiasemmascara.org/artigos/cultura/15098-um-velho-dilema.html

Presidente do IPEA ajuda a jogar o instituto no lixo e culpa os outros

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Este é o IPEA hoje em dia. Mais uma instituição que perdeu toda sua credibilidade por causa do aparelhamento petista.

Conforme já se sabe, a pesquisa do IPEA afirmando que 65% das pessoas diziam que mulheres com o corpo à mostra mereciam ser atacadas não apenas se baseou em uma fraude intelectual, como também inclui um suposto erro. Eu digo “suposto” pois existe também a tese de mais uma fraude.
Pois bem. Na verdade, apenas 26% das pessoas disseram achar que “mulheres com o corpo à mostra mereciam ser atacadas”. A desculpinha é que a planilha do IPEA teria sido trocada por engano. Então tá.
Vejam os dois pontos grotescos da pesquisa:
  1. Inicialmente a pesquisa confundiu “atacadas” com “estupradas”, conforme já denunciou muito bem Felipe Moura Brasil. Essa foi com certeza uma fraude intelectual.
  2. Depois vimos que as planilhas foram “trocadas”, e o número não era 65%, mas 26%. A turma do IPEA diz que é erro, mas também pode ser um caso de fraude intelectual.
Diante do reconhecimento dessa vergonha, o presidente do IPEA lançou um discurso com mais duas fraudes intelectuais tentando justificar o injustificável. Leia, conforme texto do Brasil247:
Marcelo Neri, presidente do Ipea, sai em defesa da instituição após erro de polêmica pesquisa que relaciona roupas que mulheres usam com casos de estupro.
Um levantamento que chocou o País ao mostrar que 65,1% dos brasileiros apoiavam que mulheres que usam roupa curta sejam violentadas foi corrigido posteriormente pelo Ipea. Em nota, o instituto esclareceu que o apoio vem, na verdade, de 26% dos brasileiros, enquanto 70% discordam total ou parcialmente e 3,4% se dizem neutros.
Neri justifica dizendo que foram erros de planilha e não de processamento. Segundo ele, a troca não muda as conclusões sobre o assunto. Ele ressalta que havia uma questão especifica sobre estupro (”Se as mulheres soubessem como se comportar, haveria menos estupro”) que teve 58,5% de concordância total ou parcial. “Há pessoas tentando jogar essa instituição no lixo”, disse em entrevista ao Globo.
“Estamos no auge da turbulência, mas não acho que houve erro permanente”, acrescenta.

Como pode Marcelo Neri dizer que a troca não muda as “conclusões sobre o assunto”? Para endossar sua tese, ele pratica a seguinte fraude intelectual: fingir que a afirmação “se as mulheres soubessem como se comportar, haveria menos estupro” significa um endosso ao estupro. Nada mais falso.
Se alguém escrevesse que “se as crianças não aceitassem balas de estranhos, haveria menos risco delas usarem drogas indevidamente”, então, na lógica desse infeliz, estaria endossando o uso de drogas. Pelo mesmo raciocínio, se alguém dizer que “se as pessoas não clicarem em e-mails de phishing, reduz-se o risco de contaminação de seu computador com spywares e malwares”, estaria endossando a invasão do computador.
Enfim, é claro que apontar um risco causado pelo comportamento não implica em endosso à materialização do risco, e, portanto, a tentativa de usar a expressão “se as mulheres soubessem como se comportar, haveria menos estupro” como um endosso ao estupro é uma fraude intelectual das mais patéticas.
Na minha conta, então, já temos três fraudes intelectuais. Epa, esperem… são quatro.
Isso por que ele diz que sua fraude tomando a expressão “se as mulheres soubessem como se comportar, haveria menos estupro” como um endosso ao estupro serve para manter a pesquisa errada/fraudulenta como válida. Assim, na ótica de Neri, “a troca não muda as conclusões sobre o assunto”.
Fico imaginando um auditor de TI divulgando um relatório de incidentes dizendo que 65% dos incidentes foram atendidos fora do SLA. Em seguida, após o lançamento de multas em fornecedores, o auditor pede desculpas e diz “que foram só 26%”. Você consegue realizar o que aconteceria com um auditor dizendo que “a troca não muda as conclusões sobre o assunto” diante de um erro tão grotesco? Demissão ou cancelamento de contrato de auditoria na certa.
É fato que Neri toma a fraude intelectual como um método. Ele simplesmente não pára de fazer isso. Se lhe apresentarem essas refutações, esperem novas fraudes surgirem, em um continuum.
É esse tipo de caráter que ajudou a jogar o IPEA no lixo. O problema não são apenas os erros e fraudes do instituto na famosa “pesquisa do estupro”, como também as declarações de seu presidente, cometendo novas fraudes para defender o indefensável.
Diz-se que cada organização é a cara de seu presidente. Assim, fica claro que podemos confiar tanto no IPEA como no seu presidente. Ou seja, qualquer camelô paraguaio é mais confiável, com certeza.
Este é o IPEA hoje em dia. Mais uma instituição que perdeu toda sua credibilidade por causa do aparelhamento petista.

http://lucianoayan.com
http://www.midiasemmascara.org/artigos/governo-do-pt/15105-presidente-do-ipea-ajuda-a-jogar-o-instituto-no-lixo-e-culpa-os-outros.html

AUGUSTO NUNES - Home Direto ao Ponto História em Imagens Entrevista Baú de Presidentes Sanatório Geral O País quer Saber Homem Sem Visão Opinião Feira Livre 09/04/2014 às 0:19 \ Direto ao Ponto 1 minuto com Augusto Nunes: Se mentiras forjadas para enganar o povo fossem punidas com um dia de cadeia, muita gente no poder não escaparia da prisão perpétua Tags: 1 minuto com Augusto Nunes, André Vargas, Dilma Rousseff, mentira, prisão perpétua Share Share on Tumblr VAI QUE É SUA 08/04/2014 às 21:29 \ Direto ao Ponto Os coveiros da CPI são duas provas de que a Petrobras corre o risco de entrar na lista dos grupos criminosos vigiados pela Interpol

Se continuasse em segredo a gastança criminosa na refinaria de Pasadena ou na refinaria Abreu e Lima, se a imprensa não tivesse revelado nenhuma das patifarias bilionárias que há semanas afrontam o país que presta, só o pânico provocado no Planalto pela assombração da CPI bastaria para convencer até um bebê de colo de que é preciso devassar com urgência e sem brandura as catacumbas da Petrobras. O que se descobriu até agora grita que 11 anos de governo lulopetista reduziram a maior das estatais a uma portentosa usina de maracutaias. O que falta descobrir pode rebaixar o escândalo do mensalão a coisa de batedor de carteira.
O Brasil Maravilha, repito, não passa de um pobretão metido a besta que se fantasia de rico com um fraque puído nos fundilhos. Coerentemente, a Petrobras inventada por Lula finge prosperar com as sobras da autossuficiência que nunca existiu, esbanja antecipadamente o dinheiro que jamais lucrará com a exploração do pré-sal e, enquanto importa milhões de barris, capricha na pose de sócia atleta da OPEP. Surpreendidos pelo tsunami de delinquências comprovadas, os farsantes no poder decidiram recorrer ao estoque de métodos repulsivos para afastar a estatal das primeiras páginas onde vem estacionando diariamente.
A julgar pelo noticiário da segunda-feira, assim será também nesta semana. “Operação da Polícia Federal aponta intermediação do doleiro Alberto Youssef entre fornecedores da Petrobras, PP e PMDB”, informou o Estadão. ”Petrobras contrata R$ 90 bilhões sem licitação em três anos”, revelou a manchete da Folha. Nesta terça, o Estadão confirmou que o deputado André Vargas foi forçado pelos próprios companheiros a licenciar-se da Câmara “para não alimentar a CPI da Petrobras”. O principal concorrente, baseado numa pesquisa do Datafolha, constatou que “78% dos brasileiros acreditam que há corrupção na Petrobras”.
Levada às cordas pela devastadora sequência de fatos, Dilma Rousseff replicou com outro palavrório de pugilista grogue: “A CPI da Petrobras é fruto da disputa eleitoral”. Nesta tarde, Lula interrompeu o silêncio dos sem-álibi para distrair com bazófias, bravatas e tapeações uma plateia de blogueiros estatizados. ”As pessoas nunca quiseram CPI pra nada, e agora…”, desandou o palanque ambulante. “Então, eu acho que nesse aspecto o PT tem que ir para cima”. A continuação do palavrório confirmou que o maior dos governantes desde Tomé de Souza anda pouco inspirado.
“Mais uma vez, os interesses políticos estão fazendo com que, em época de eleição, a oposição que não tem bandeira, não tem voto, levante a ideia de fazer uma CPI”, repetiu-se, antes de desferir outra bofetada no rosto dos brasileiros decentes: “A gente não pode permitir que, por omissão nossa, as mentiras continuem prevalecendo. Temos que defender com unhas e dentes aquilo que a gente acredita que seja verdadeiro”. Foi, portanto, para garantir o triunfo da verdade que Lula e Dilma selecionaram tão cuidadosamente os coveiros encarregados de enterrar a CPI da Petrobras.
A escolha de Renan Calheiros e Romero Jucá foi, simultaneamente, uma confissão de culpa e um sintoma de desespero. Agindo em parceria, o pecuarista sem rebanho e o fazendeiro do ar (veja o post na seção Vale Reprise) são mais que uma dupla. São um bando de assassinos da ética e da moral. A Polícia Federal e o Ministério Público deveriam anexá-los aos inquéritos e processos que envolvem estatal. São duas evidências contundentes de que, pelo andar da carruagem, o governo do PT e da base alugada pode acabar incluindo a Petrobras na lista das organizações criminosas sob a mira da Interpol.

1 minuto com Augusto Nunes: Se mentiras forjadas para enganar o povo fossem punidas com um dia de cadeia, muita gente no poder não escaparia da prisão perpétuahttp://fast.player.liquidplatform.com/pApiv2/embed/3f9381a3f4814468171e7cafca8357ea/7b4ac6a6354f9bfb2c71096568a83b38?jsApi=true&enableShare=false&autoStart=false&wideScreen=false#

BLOG DO ALUIZIO AMORIM: 'A LIBERDADE NÃO TRANSMITIMOS PELO SANGUE ...


Este vídeo é um apelo à luta pela preservação da liberdade. Foi postado no blog e no canal do YouTube do Rodrigo Constantino. Abre como uma famosa frase do ex-presidente norte-americano Ronald Reagan que sintetiza uma verdade evidente:  “A liberdade nunca está mais do que uma geração de sua extinção. Não a transmitimos aos nossos filhos pelo sangue. Devemos lutar por ela, protegê-la, e entregá-la a edles para que façam o mesmo.”
Portanto a luta pela liberdade deve ser permanente. Vejam o exemplo de Cuba, há mais de meio século sob o tacão de uma ditadura comunista feroz. E, neste momento, se assiste a luta do povo venezuelano contra o regime comunista de Nicolás Maduro que se transformou num ditador de tal forma que já reúne o poder de vida ou morte sobre qualquer cidadão, por meio dos grupos de assalto paramilitares, os denominados 'coletivos'.
Há 24 anos Lula e Fidel Castro fundaram o Foro de São Paulo, a organização comunista transnacional cujo objetivo é transformar todos os países latino-americanos em repúblicas comunistas do tipo cubano. E apesar de todas as advertência sobre o avanço concreto da desgraça comunista no Brasil, Venezuela, Argentina, Bolívia, Equador, no Uruguai, Nicarágua, El Salvador, boa parte dos cidadãos desses países votaram nos seus algozes acreditando no ilusionismo bolivariano e entregaram a eles o destino dessas nações. Outro tanto que não concordava continuou não concordando mas não fez nada, não lutou pela manutenção da liberdade.
Por enquanto, apenas os venezuelanos acordaram. Mas lá se vão 15 anos de governo chavista. Precisou que o torniquete comunista fosse apertado ao máximo em volta do pescoço de cada cidadão para que eles se levantassem decididos a recobrar a liberdade perdida. Cabe o velho adágio: antes tarde do que nunca!
O tempo passa depressa. A vida é um piscar de olhos ante o devir do universo. E a fruição da vida dos seres humanos funda-se exclusivamente na liberdade. Tanto é que a pena mais dura prevista nos códigos penais do direito moderno é a privação da liberdade, justamente por ser a liberdade o bem mais caro aos seres humanos!
Acrescente-se, sem qualquer sombra de dúvida, que todo bem estar terreno vincula-se à fruição da liberdade em todos os sentidos. A sua ausência é a morte em vida. É a desgraça, a doença, a miséria pela escassez dos gêneros alimentícios em decorrência da supressão do direito individual que impede o livre jogo do mercado que impulsiona a economia. A ausência de liberdade faz desaparecer o empreendedorismo que gera as empresas que plantam os alimentos em abundância, que os transportam e comercializam e permitem a vida sobre a Terra.
Não há necessidade de teorizar sobre esse tema. A humanidade chegou a este século XXI com uma população estimada em mais de 7 bilhões. Constata-se um extraordinário aumento da longevidade e evidentemente melhora da qualidade de vida. 
Entretanto, deve-se notar que os melhores indicadores de desenvolvimento estão nos países de alto capitalismo com democracia sólida. E países capitalistas democráticos só existem onde a liberdade é ampla e irrestrita. É uma tautologia fazer tal afirmativa. Mas talvez seja didaticamente necessária, haja vista ser incompreensível que apesar de todas as evidência há quem seja capaz de comercializar a sua liberdade em troca da vã promessa do paraíso terreno evocada pelos arautos do comunismo.
É hora portanto dos cidadãos do Brasil e de toda a América Latina pararem para refletir sobre tudo isso partindo para a luta pela liberdade de forma incondicional. E o exemplo concreto neste momento vem da vizinha Venezuela!
A vida só vale ser vivida se tivermos a liberdade. O resto é o resto, o lixo, a desgraça, a desagregação social, a fome e a miséria, ou seja, o inferno na Terra!
BLOG DO ALUIZIO AMORIM: 'A LIBERDADE NÃO TRANSMITIMOS PELO SANGUE AOS NOSS...: Este vídeo é um apelo à luta pela preservação da liberdade. Foi postado no blog e no canal do YouTube do Rodrigo Constantino

sábado, abril 05, 2014 VIDEO: DOIS SENADORES DETONAM O GOLPE DO PT CONTRA CPI DA PETROBRAS. JORNALISTAS QUE COBREM O CONGRESSO ESCONDEM O FATO.

Um leitor enviou ao blog o vídeo acima que revela os candentes debates ocorridos na última semana no Senado da República. Enfoca trechos dos discursos dos senadores Jarbas Vasconcelos, do PMDB de Pernambuco e Mário Couto, do PSDB do Pará. Suas intervenções detonam Renan Calheiros, Lula, Dilma, Zé Dirceu e toda a entourage petista que promoveu a operação-abafa no Senado para impedir que a roubalheira na Petrobras seja investigada.

O vídeo serve para demonstrar de forma cabal como a grande imprensa brasileira - sobretudo a maioria das redes de televisão - escamoteia o que se passa no Senado e na Câmara Federal. O que ferve no plenário e nas diversas comissões de ambas as Casas do Congresso, é arrefecido pela filtragem diária promovida pelos editores de jornais e televisões.

Provavelmente esses semoventes em seus aquários dentro das redações a serviço do PT, devem participar como convivas no banquete dos abutres que se adonaram do Brasil. Do centro da mesa o Barba, a Dilma e seus sequazes se divertem, atirando caraminguás estatais para ver quem pega primeiro.

O PT já exerce o 'controle social da mídia', sem que necessite decretar uma lei de censura à imprensa. Conta com a censura praticada pelos próprios jornalistas. Muitos são profissionais catadores de caraminguás variados, outro tanto mente, tergiversa e esconde informação pela inata vocação à idiotia comunista.

E fica a pergunta: por que a grande mídia brasileira não dá o nome correto aos bois! Notem que a palavra comunismo foi transformada em tabu intocável. Entretanto, a verdade tem de ser dita. Aqui neste blog se usa a palavra correta para designar as coisas. Ou o PT não é comunista?

A PRESIDENTE É UMA MIRAGEM

Por Maria Lucia Victor Barbosa (*)
Dilma Rousseff foi chamada por Lula da Silva de Mãe do PAC e sua imagem passada ao povo como a de uma competente administradora. O povo acreditou em que pese não se ter notícia de grandes feitos de Rousseff como ministra de Minas e Energia e depois como ministra da Casa Civil ao longo dos oito anos do governo Lula. Na verdade, a “gerentona” não conseguiu em tempos passados sequer manter uma lojinha daquelas de R$ 1,90.  Com relação aos dois cargos desempenhados no governo petista do Rio Grande do Sul Rousseff esteve léguas de distância de qualquer eficiência.
Lula da Silva, é claro, estava ciente do curriculum da afilhada, mas, para ser justa, ele não foi o único político brasileiro a cometer o engano de se cercar dos piores. Isso é costume entre aqueles que detêm o poder, pois temem que assessores os suplantem, coisa insuportável para egos descomunais. E, assim sendo, Lula da Silva escolheu os piores em termos de caráter e conduta, a começar pelo mentor do mensalão agora recolhido á Papuda, José Dirceu. Este, coisa de pasmar, seria o próximo presidente da República se Roberto Jefferson não o tivesse defenestrado.
Dirceu, baseado na crença de que os petistas pairam acima da lei e possivelmente fiado no apoio do poderoso chefão, tanto corrompeu que foi parar atrás das grades, mas não foi só. Junto com ele, condenados no mesmo julgamento do mensalão, importantes companheiros de seu partido e de outras agremiações denominadas bases de apoio seguiram para a cadeia. Algo inédito no Brasil e que aconteceu graças ao notável desempenho do ministro Joaquim Barbosa. Outros ministros do STF seguiram Barbosa, como o brilhante ministro Luiz Fux, além dos ministros Gilmar Mendes e Marco Aurélio de Mello. Demais ministros, lamentavelmente, procederam como advogados do PT. De todo modo, Lula da Silva ficou sem quadros para dar seguimento ao projeto de poder do PT, segundo o qual o partido deve permanecer eternamente no comando na nação. Então, inventou Dilma Rousseff.
A sucessora, mesmo sendo monitorada pelo chefe Lula conjugou sua incompetência ao que foi legado por ele e por ela mesma como ministra nas gestões anteriores. E de tal modo é arrasadora a herança maldita que Rousseff está legando ao Brasil que bem poderia ganhar outros cognomes, tais como: Furacão Rousseff, Mãe da Hecatombe da Petrobras, Rainha dos Apagões, Dirigente do Custo do Modelo Elétrico, Recordista de Impostos e Juros Altos, Campeã de Inflação, Padroeira da inadimplência, Vencedora do Prêmio Pibinho, Líder das Promessas não Cumpridas, Excelsa Chefe de Programas Inacabados, Grande Matriarca do Plano Afunda Brasil.
Muito outros títulos podem ser dados à governanta Rousseff para ilustrar seu governo. A lista é grande e não cabe em um pequeno artigo, mas vale citar trecho de uma matéria do O Estado de S. Paulo (25 de março de 2014 – Economia – B3) para se ter ideia do descalabro, que por sinal só vai aumentando:
“A decisão da Standart & Poor’s (S&P) de rebaixar a nota de crédito do Brasil está baseada em uma crítica generalizada da política econômica do governo Dilma Rousseff, inaugurada em 2011”. “A S&P critica a condução da política fiscal, o baixo ritmo de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB), o uso de bancos públicos para sustentar programas federais, o abatimento das desonerações na meta fiscal, o chamado superávit primário e a saída encontrada para bancar o setor elétrico”.
Detalhes variados estão na imprensa como trambiques, fraudes, negociatas do partido mais corrupto que já governou o Brasil, além de noticias da queda da indústria, da venda de automóveis, o começo das demissões, o descalabro da Educação e da Saúde e tudo mais que infelicita a vida dos brasileiros. Qualquer outro presidente já teria sofrido o impeachment.
Há um ponto, porém, que é crucial. Dilma Rousseff é uma miragem, um avatar mal feito, uma realidade virtual que não consegue sequer falar de modo coerente. O grande e real responsável pelo que está acontecendo se chama Lula da Silva, o presidente de fato que governa do seu gabinete das sombras. Por ele corrompeu-se, mentiu-se, fraudou-se, arrebentou-se a Petrobras. Tudo foi feito a seu favor. Ele não sabia?  Impossível. Por que suas desculpas esfarrapadas são piores que as do seu seguidor André Vargas e todo mundo acredita? Por que ninguém o denuncia e o chama para depor no Congresso? Porque ele é intocável? Estão todos envolvidos em suas maracutaias? Temem sua popularidade? De todo modo, se a oposição não tirar a coroa da cabeça do rei o corpanzil petista se fortalecerá ainda mais.  Afinal, sem Lula da Silva ou o Barba, como o chamou Romeu Tuma Junior, o PT não existe. Falta algum corajoso entender e mostrar isso.
(*) Maria Lucia Barbosa é socióloga www.maluvibar.blogspot.com.br