quinta-feira, 11 de dezembro de 2014

PORQUE NÃO EMITIREI NOTA DE RESPOSTA À COMISSÃO DA INVERDADE

PORQUE NÃO EMITIREI NOTA DE RESPOSTA À COMISSÃO DA INVERDADE
Se eu fosse emitir uma nota, em nome da minha família, em resposta ao relatório produzido pela Comissão da inVerdade, teria que começar questionando a parcialidade dos seus integrantes e seus evidentes conflitos de interesse para tratar da questão.
Em seguida, refletiria sobre os métodos empregados e sobre que tipo de regime os "perseguidos" durante o período avaliado buscavam implantar e quais foram seus resultados práticos, apenas em perdas de vidas e violações dos direitos humanos, nos países em que foram bem sucedidos.
Também abordaria, em escala desproporcional, o uso de tortura e violência das forças policiais nos dias de hoje, a onda de crimes sem precedentes que atinge o país com seus 60 mil homicídios por ano e indagaria se estas também podem ser consideradas políticas de Estado, com imputação de responsabilidade aos seus integrantes.
Teria ainda, inevitavelmente, de pedir ao governo que explique ao cidadão onde está a coerência em condenar, ao dispêndio de energia e recursos da Nação, um regime onde os supostos excessos cometidos ao longo de 21 anos resultaram em um número diminuto de mortes de criminosos, enquanto, ao mesmo tempo, o mesmo governo apoia abertamente, inclusive com impostos saqueados do povo brasileiro, ditaduras sanguinárias que violaram e continuam violando, sistematicamente, todos os direitos humanos mais fundamentais.
Em seguida, subiria o tom, afirmando categoricamente a mais completa ilegitimidade da Presidente da República em conduzir este processo, não somente por se tratar de uma terrorista conhecida que buscava (e ainda busca) implantar um regime semelhante a estes mencionados, ou, por esta ser cúmplice (melhor, integrante) de uma quadrilha que tomou de assalto e vem destruindo sistematicamente todas as instituições da República. Não. A ilegitimidade é fruto do não reconhecimento à sua eleição, uma vez que esta se deu utilizando-se de recursos advindos da tal quadrilha, da máquina pública, sob influência de forças estrangeiras integrantes do Foro de São Paulo e, finalmente, através de um sistema de votação repleto de conflitos de interesse e que é fraudulento por sua natureza. A Presidente da República, portanto, não passa de uma impostora no poder e é obviamente impedida de conduzir este e qualquer outro processo.
Terminaria, como Cidadão Brasileiro e descendente, há gerações, de alguns dos mais ilustres militares da Nação, agradecendo às Forças Armadas pelo seu papel histórico na preservação da integridade nacional e das liberdades do nosso povo e, ainda, exortando os Homens de Valor que ainda ocupem suas fileiras, independente de suas patentes, a se recusarem a aceitar o linchamento que suas histórias, instutições e pátria vêm sofrendo.
Como um homem bem mais sábio disse antes de mim, "entre dar tiros e soltar uma notinha de repúdio, existe uma vasta gama de opções'. E é por isso que eu não vou emitir tal nota. Mas o compartilhamento deste post é livre.

https://www.facebook.com/pfigueiredofilho/posts/762093583839949

domingo, 30 de novembro de 2014

ALUNO PROCESSA PROFESSOR


ALUNO PROCESSA PROFESSOR POR LHE HAVER TOMADO CELULAR EM SALA DE AULA. LEIAM O QUE AFIRMOU O JUIZ.

por Percival Puggina. Artigo publicado em
_____________
* Percival Puggina (69), membro da Academia Rio-Grandense de Letras, é arquiteto, empresário e escritor e titular do site www.puggina.org, colunista de Zero Hora e de dezenas de jornais e sites no país, autor de Crônicas contra o totalitarismo; Cuba, a tragédia da utopia e Pombas e Gaviões, integrante do grupo Pensar+.
 
http://www.puggina.org/fique-sabendo/aluno-processa-professor-por-ter-lhe-tomado-c/83 

sexta-feira, 14 de novembro de 2014

BILIONÁRIOS DO PETROLÃO QUE ROUBAVAM A PETROBRAS COM A COMPLACÊNCIA DE LULA E DILMA

sábado, novembro 15, 2014

REPORTAGEM-BOMBA DA REVISTA REVELA TUDO SOBRE A PRISÃO DOS BILIONÁRIOS DO PETROLÃO QUE ROUBAVAM A PETROBRAS COM A COMPLACÊNCIA DE LULA E DILMA, SEGUNDO ACUSAÇÃO O DOLEIRO YOUSSEF.

AQUI UM RESUMO DA REPORTAGEM-BOMBA DA REVISTA VEJA
Em um país de instituições mais frágeis, a prisão por suspeita de corrupção de altos executivos das maio­­res empresas nacionais não se efetivaria nunca ou produziria uma crise institucional profunda. Antes, portanto, de entrarmos nos detalhes dessa pescaria da Polícia Federal em águas sujas da elite empresarial, celebremos a maturidade institucional do Brasil — a mesma que foi posta à prova e passou com louvor quando o Supremo Tribunal Federal (STF) mandou para a penitenciária a cúpula do partido no poder responsável pelo escândalo do mensalão.
O 'CAPO', AMIGÃO DO LULA.
CHEFE – Ricardo Pessoa, dono da empreiteira UTC, nesta sexta-feira: o "capo" do cartel da Petrobras gostava de repetir que tinha um único amigo no governo – "o Lula"
Esse senhor pesadão, bem vestido, puxando uma maleta com algumas mudas de roupa e itens de higiene pessoal, não está se dirigindo a um hangar de jatos executivos para mais uma viagem de negócios. Ele está sendo conduzido por policiais para uma temporada na cadeia. A foto ao lado mostra o engenheiro Ricardo Pessoa, dono da empreiteira UTC, apontado por investigações da Operação Lava-Jato como o “chefe do clube”. Um clube muito exclusivo, diga-se. Dele só podiam fazer parte grandes empresas que aceitassem as regras do jogo de corrupção na Petrobras. Por mais de uma década, os membros desse clube se associaram secretamente a diretores da estatal e a políticos da base aliada do governo para operar um dos maiores esquemas de corrupção já desvendados no Brasil — e, por sua duração, volume de dinheiro e penetração na mais alta hierarquia política do país, talvez um dos maiores do mundo.
Dono de uma holding que controla investimentos bilionários nas áreas industrial, imobiliária, de infraestrutura e de óleo e gás, Pessoa foi trancafiado numa cela da carceragem da Polícia Federal. Ele e outros representantes de grandes empreiteiras que se juntaram para saquear a maior estatal brasileira e, com o dinheiro, sustentar uma milionária rede de propinas que abasteceu a campanha de deputados, senadores e governadores — e, mais grave ainda, segundo declaração do doleiro Alberto Youssef à Justiça, tudo isso teria se passado sob o olhar complacente do ex-presidente Lula e de sua sucessora reeleita, Dilma Rousseff.

Na ação policial de sexta-feira foram presos dirigentes de empresas que formam entre as maiores e politicamente mais influentes do Brasil: OAS, Camargo Corrêa, Mendes Júnior, Queiroz Galvão, UTC, Engevix, Iesa e Galvão Engenharia. Essas companhias são responsáveis por quase todas as grandes obras do país. Os policiais federais vasculharam as salas das empresas ocupadas pelos suspeitos presos e também suas casas. Embora tendo executivos seus citados por Youssef e Paulo Roberto Costa, o e­­x-diretor da Petrobras preso em março, que está contribuindo nas investigações, não foram alvos das investidas policiais da sexta-feira passada dirigentes de outros dois gigantes do ramo: a Odebrecht e a Andrade Gutierrez. O juiz Sergio Moro recebeu pedido dos procuradores para emitir ordem de prisão contra dois altos executivos da Odebrecht. Negou os dois, mas autorizou uma incursão na sede da empresa em busca de provas.
O ELO – Renato Duque, ex-diretor da Petrobras, que cobrava 3% de propina para o PT: preso depois que a Polícia Federal descobriu que ele tinha contas secretas no exterior
“Hoje é um dia republicano. Não há rosto e bolso na República”, declarou o procurador Carlos Fernando Lima, integrante da força-tarefa encarregada da Lava-Jato, a origem da investigação.
No rol dos empreiteiros caçados pela polícia estavam megaempresários, como Sérgio Mendes, da Mendes Júnior, João Auler e Eduardo Hermelino Leite, da Camargo Corrêa, Ildefonso Colares Filho e Othon Zanoide, da Queiroz Galvão, Léo Pinheiro, da OAS, e Gerson Almada, da Engevix. Uma parte dos alvos não havia sido localizada pela polícia até o fim da tarde de sexta. Alguns estavam em viagem no exterior e foram incluídos na lista de procurados da Interpol. O juiz Moro bloqueou 720 milhões de reais em bens dos investigados.
O papel central de Ricardo Pessoa, da UTC, no esquema foi detectado logo no princípio das investigações. Não demorou muito para que os policiais e procuradores não tivessem mais dúvida. Aos curiosos com sua prosperidade crescente nos últimos anos, Ricardo Pessoa dava uma explicação que, até o estouro do escândalo, parecia apenas garganta: “Só tenho um amigo no governo: o Lula”. Pessoa coordenava o cartel, do qual participavam treze empreiteiras. Esse grupo de privilegiados se encontrava para decidir o preço das obras na Petrobras, dividir as responsabilidades pela execução de cada uma delas — e, o principal, o valor da propina que deveria sobrar para abastecer os escalões políticos. Tecnicamente, esse era o grupo dos corruptores. Os diretores da Petrobras participantes do esquema eram os corruptos. De cada contrato firmado com a Petrobras, os empresários recolhiam 3% do valor, que se destinava a um caixa clandestino. O pagamento era feito de diversas maneiras: em dinheiro vivo e em depósitos no exterior ou no Brasil mesmo, em operações maquiadas como prestação de serviços, principalmente de consultoria — um termo vazio de significado, mas que transmite um certo ar de austeridade e necessidade.
As empreiteiras do esquema firmavam contratos de consultoria com empresas de fachada que embolsavam o dinheiro e davam notas fiscais para “limpar” as operações, que pareciam protegidas por uma inexpugnável confraria de amigos posicionados nos lugares certos em Brasília e na Petrobras. Os recursos desviados abasteciam o PT, o PMDB e o PP, os três principais partidos da base de apoio do governo federal. A investigação mapeou o caminho da propina paga por várias das integrantes do clube. Entre 2005 e 2014, o grupo OAS, por exemplo, repassou pelo menos 17 milhões em propinas apenas por meio do doleiro Alberto Youssef.
Além dos empreiteiros e de seus principais executivos, também foi preso o ex-diretor da Petrobras Renato Duque, apontado como o homem que, no fatiamento da propina, cuidava da parte que cabia ao PT. Esse elo que a polícia começa a fechar entre o diretor corrupto e a empresa corruptora tem atormentado deputados, senadores petistas e altos dirigentes do governo. Funcionário de carreira, Duque entrou na Petrobras em 1978 — um ano depois de Paulo Roberto Costa — por concurso. Galgou alguns postos ao longo de sua trajetória, mas sua nomeação como diretor, em 2003, surpreendeu a todos. Duque era, então, chefe de setor, alguns níveis hierárquicos abaixo da diretoria. Nunca antes na história da Petrobras um chefe de setor havia ascendido sem escalas à cúpula. A explicação logo se tornou pública. Duque era o escolhido de José Dirceu, com quem tinha um relacionamento antigo. Discreto e de temperamento afável, Duque procurava não ostentar. Entre 2003 e 2012, ele reinou absoluto na diretoria de Serviços. Paulo Roberto Costa revelou à Justiça que, por lá, 3% do valor dos contratos era repassado exclusivamente ao PT.
EXPLOSÃO – Fernando Baiano: o lobista, que está foragido, ameaça contar o que sabe e elaborou uma lista com beneficiários de propina ligados ao PMDB
A polícia já descobriu onde estão as contas bancárias que receberam parte desses recursos. Elas foram identificadas por Julio Camargo, dirigente da Toyo, outra empreiteira envolvida no escândalo, que também fez acordo com a Justiça para contar o que sabe. E ele sabe muito, principalmente sobre a distribuição de dinheiro ao partido que está no governo há doze anos e a alguns de seus altos dirigentes. Foi com base no depoimento de Julio que a polícia decidiu pedir a prisão temporária de Duque e colocar outro funcionário da Petrobras no radar: Pedro José Barusco, que atuou como gerente de engenharia. Barusco só não foi preso porque propôs um acordo de delação premiada. Os policiais também chegaram a uma personagem que leva o escândalo ao coração do PT: Marice Correa de Lima, cunhada de João Vaccari, tesoureiro do partido, outro investigado. Marice lidava com o que o doleiro Youssef chama de “reais vivos”. 

Em dezembro do ano passado, a cunhada do tesoureiro do PT recebeu no apartamento onde mora, em São Paulo, 110 000 reais. Origem das cédulas: a construtora OAS. Marice é também mais um elo a ligar o petrolão ao mensalão. 

A petista apareceu nas investigações do grande escândalo do governo Lula como encarregada de pagamentos. Outro alvo da operação de sextafeira, o lobista Fernando Soares, o Baiano, é apontado como o arrecadador do PMDB na Petrobras. Baiano estava foragido. Sua prisão vai ajudar a esclarecer outras frentes de corrupção na estatal — entre elas, a rede de propinodutos instalada no negócio da compra da refinaria de Pasadena, no Texas. E os resultados da Operação Lava-Jato estão apenas começando a aparecer. Do site da revista Veja
 
https://www.blogger.com/blogger.g?blogID=4143791224882650499#editor/target=post;postID=5152642424740138787

MANIFESTO PELA DEMOCRACIA - BLOG DO ALUIZIO AMORIM

sexta-feira, novembro 14, 2014

LIDERANÇAS LANÇAM "MANIFESTO PELA DEMOCRACIA" COM AS DIRETRIZES QUE ORIENTAM AS MANIFESTAÇÕES ANTI-PT PREVISTAS PARA ESTE SÁBADO EM TODO O BRASIL

O texto que segue, originalmente publicado no site Mídia Sem Máscara, contém as diretrizes que orientam as manifestações repudiando todas as ações nefastas ao Brasil perpetradas pelo governo do PT e pelo Foro de São Paulo, previstas para este sábado, 15 de novembro de 2014, e que deverão ocorrer em diversas capitais e outras cidades de vários Estados do Brasil. Essas diretrizes foram acordadas publicamente durante o hangout de Lobão,  prof. Olavo de Carvalho e outras lideranças, realizado no dia 15 deste mês de novembro via Youtube. Leiam:

MANIFESTO PELA DEMOCRACIA
Saímos às ruas para defender a democracia brasileira, seriamente ameaçada pelo projeto de poder totalitário do PT, instrumentalizado pelo Foro de São Paulo (organização terrorista que reúne partidos de esquerda e grupos criminosos do continente latino-americano) para implantar o bolivarianismo no Brasil e demais países da América Latina, sob o comando dos irmãos Castro.
Nosso movimento é pela democracia, pela soberania nacional, pela verdade, pela dignidade e pela liberdade. Sabemos que o PT está empenhado em extinguir as liberdades individuais, amparado no pior populismo e clientelismo, com as já evidentes consequências econômicas desastrosas, a generalizada degradação moral e a insegurança institucional, com o Estado e a sociedade civil aparelhados para uma hegemonia ideológica que coloca em risco as liberdades individuais.
O pleito de 26 de outubro, do segundo turno das eleições presidenciais, fez escancarar inúmeros casos de fraudes das urnas eletrônicas, em todas as partes do País. A própria “apuração secreta” no TSE, por si só, já é fraude, invalidando a lisura e a transparência das eleições, independentemente de fraudes pontuais que a tenham acompanhado. Principalmente porque uma nação não pode abdicar do direito à transparência eleitoral e ser obrigada, em vez disso, a aceitar calada e subserviente a palavra de um funcionário altamente suspeito, elevado pelo governo à condição de oráculo infalível, e o parecer técnico de uma empresa já acusada de fraude em outros países.
O Foro de São Paulo (fundado em 1990 por Fidel Castro e Lula) decide, de fora do País, iniciativas do Executivo brasileiro que extirpam os poderes do Congresso Nacional, caracterizando improbidade administrativa, crime eleitoral e violação ostensiva da Constituição, como, por exemplo, os empréstimos ilegais a Cuba, Angola e outras ditaduras comunistas e sanguinárias.  Com isso, consagra-se a ditadura petista em nosso País, travestida de democracia. É o que declararam os próprios golpistas do Foro de São Paulo, que o confessaram em assembléia deste ano, dizendo que é estratégia da esquerda latino-americana utilizar a democracia como “método revolucionário”, solapando ardilosamente, de modo sofisticado, as bases da própria democracia brasileira.
O impacto da fraude eleitoral foi o ápice da insatisfação geral, agravado pelo escândalo dos desvios de recursos da Petrobrás e da confirmação dos propósitos bolivarianos do PT (expostos, por exemplo, no decreto 8243, felizmente derrubado pela Câmara dos Deputados logo após a eleição). O sentimento geral do povo brasileiro é de indignação.
A imprensa fugiu da sua responsabilidade consagrada de informar, preferindo esconder-se na mais criminosa cumplicidade com os que ora se empenham na destruição da soberania nacional, esmerando-se em ocultar a primeira manifestação pró-impeachment, realizada em 1o.  de novembro, distorcendo os fatos, desqualificando, ridicularizando e hostilizando os cidadãos brasileiros, todos, de cara limpa, que se manifestaram nas ruas, de modo pacífico e ordeiro. 
Queremos aqui reafirmar neste manifesto que rechaçamos toda e qualquer proposta de separatismo e de golpe militar, pois queremos o Brasil unido e fortalecido democraticamente.
Queremos investigações cabais e a punição dos envolvidos nos casos de corrupção na Petrobrás; auditoria das urnas eletrônicas, especialmente do envolvimento da empresa Smartmatic com o TSE; rechaçamos a interferência do Estado para censurar a mídia, em especial a internet; queremos o fim da propaganda ideológica marxista nas escolas; e exigimos, ainda, que o Congresso Nacional investigue a atuação do Foro de São Paulo no Brasil e a participação criminosa da grande mídia no acobertamento dessa megaconjuração continental que tem o claro objetivo de espalhar por toda parte ditaduras nos moldes de Cuba. Escândalo dos escândalos, nesse quadro, é a grande força de cooperação militar do Conselho de Defesa Sul-Americano — as Forças Armadas da UNASUL —, para a qual os países membros contribuem com milhares de homens de suas Forças Armadas nacionais. Um imenso poderio militar sulamericano fiel ao comunobolivarianismo, que pode comprometer a paz do nosso continente e do mundo inteiro.
Todo o estado de coisas contra o qual nos voltamos atenta contra a legalidade e a soberania nacional. Queremos, com as nossas manifestações, salvaguardar a democracia e a soberania nacional, por um País livre e justo, com primazia da dignidade da pessoa humana e da irrenunciabilidade às liberdades civis, individuais e políticas.

Subscrevem este MANIFESTO, conforme as diretrizes acordadas no hangout de Lobão, Prof. Olavo de Carvalho e demais lideranças dos seguintes Movimentos:

- Movimento Viva Brasil (Bene Barbosa)
- Movimento Brasil Livre (Paulo Batista)
- Revoltados on Line (Marcello Reis)
- Caras Pintadas (Fábio Borisati)
- Movimento Legislação e Vida (Prof. Hermes Nery)
 
https://www.blogger.com/blogger.g?blogID=4143791224882650499#editor/target=post;postID=6680790447113058788

Oliver: ‘O sono dos insolentes’ Coluna do Augusto Nunes

13/11/2014 às 12:34 

Oliver: ‘O sono dos insolentes’

VLADY OLIVER
Faço parte de uma comunidade que ajuda gratuitamente pessoas que trabalham com os tipos de softwares com os quais trabalho, tirando dúvidas, fazendo sugestões ou simplesmente ouvindo seus argumentos. Infelizmente, a coisa parece um cursinho básico de inglês. As mensagens de erro desses softwares aparecem na tela e as pessoas “printam” (e publicam) sem ter a menor ideia do que o Gúgol traduziu. E qual o mote para um blog político? O mote é a tal “Smartmatic”, empresa cujas informações simplesmente não existem em português confiável. Mesmo os “esquerdistas ianques”, que tendem a dourar a pílula como toda a canalhada socialista a soldo aqui aboletada, não conseguem esconder os odores que emanam das reiteradas fraudes bolivarianas levadas a cabo pela quadrilha do Foro de São Paulo na latrino américa.

Se há suspeitas em todos os países que utilizaram os serviços da tal empresa na auditoria das apurações, o que fazem seus técnicos de braços dados com a turminha da nossa Justiça Eleitoral? Parece que o buraco na camada de ozônio da decência destes picaretas é realmente muito maior do que se imagina, não é mesmo? Fui um defensor do sistema eleitoral informatizado até que ele fosse inexplicavelmente “blindado” ao distinto público pagante. Com a chegada de exilados do sistema aos EUA e a denúncia dos métodos utilizados pela quadrilha, fica muito suspeito negar a transparência ao pleito. A indignação crescente da sociedade frente à postura magnânima e cartorial dos déspotas aprendizes começa a despertar a desconfiança internacional.
São diversos os temas cruzados entre o trabalho escravo exportado pela ditadura cubana e seu estoque de médicos sem a fronteira da decência cívica, as epidemias na ilhota coalhada de vagabundos fundamentalistas, que são acobertadas para que os Castro continuem a enviar navios negreiros para toda a América Latrina, a grana que eles amealham de republiquetas vagabundas como a nossa, que pagam pela nova escravatura e agora a tal “empresa de tecnologia”. As coisas estão fedendo, meus caros. Se for comprovado o que está sendo denunciado lá nos EUA, voltaremos a votar em urnas de tijolo, hehehe. As fraudes não foram só pontuais, nem movidas pelas ameaças dos cretinos aos beneficiários das bolsas miséria.
As abjeções retóricas se juntaram a ameaças físicas. Mais um escândalo. Enquanto isso, o PSDB, aquele partido que prometeu “uma oposição atuante a combativa” parece que foi dormir o sono dos insolentes. Você liga pra lá e ninguém atende. Só uma secretária eletrônica, que parece com a boca ocupada em outros microfones para dar uma satisfação – ou uma insatisfação – para um turba considerável de eleitores insatisfeitos com o produto recebido. Tem um PROCON pra devolver a mercadoria, se comprovado que ela está estragada? O cheiro já está insuportável por aqui.

terça-feira, 11 de novembro de 2014

PORTO ALEGRE CELEBRA OS 25 ANOS DA QUEDA DO MURO DE BERLIM E HOMENAGEIA ...

Saiba tudo sobre o Foro de São Paulo :: DireitaPatriota

Saiba tudo sobre o Foro de São Paulo

18/10/2014 00:01  PRIMEIRA PARTE:  O Foro de são Paulo (FSP), foi criado em 1990 por fidel castro em conjunto com o futuro presidente Lula, com o propósito de ser um aparato unificador do comunismo em toda a America Latina. sua intenção foi dar um novo alento so regime comunista de Cuba, após a queda do muro de Berlim e a queda da União Soviética. A idéa em 1990, era tomar inicialmente o controle politico de dois países poderosos da América Latina: Brasil e Venezuela, para dai financiar a rendição do resto do continente latino, submetendo-os ao Castro-Comunismo.
           Sendo o FSP uma ornanização politica, necessita dentro de cada país do apoio resoluto de organizações não-governamentais (ONG's), que são as que oferecem o músculo politico e que, por sua vez, são apoiadas grupos internacionais com aparência de legalidade servindo como cortina a seus propósitos. Saõ milhares de organizações com os os mais variados fins, por exemplo: feministas, ambientalistas, organizações de advogados, defensores dos direitos humanos, homossexuais indigenistas, ativistas de todo o tipo.
           Junto a estas ONG's, estão os meios de comunicação que em nome do "politicamente correto", se mobilizam em massa para defender os interesses destas organizações, que disseminam a desigualdade racial, economica, de opção sexual e etc; quando levantão bandeiras em defesa deste ou daquele grupo, pondo um seguimento da sociedade contra o outro.
           Tudo isto consegue importante apoio popular, uma vez que o Castro-comunismo tem um controle estrategico sobre estas ONG's, cuja a existência poucos reconhecem. A ideologia do Castro-comunismo encontra-se por toda a America Latina, infiltrado em univercidades e colégios, grêmios de artistas e intelectuais, tendo em lugares chaves academicos e formadores de opinião, subsidiados por partidos politicos afeitos ao comunismo.
           Dali controlam a ideologia que guia a todos, implantam as premicias filosóficas, com a idéia torcida do tratamento diferenciado do homem por sua raça, opção sexual ou classe social (sistema de cotas e outros diferenciamentos), ao em vez de se-lo pela capacidade de raciocinar. (conclusão obvia o separatismo)
            Tais metodos foram utilizados para fragmentar as nações onde quer que tenham a má sorte de ter membros do Foro de São Paulo, infiltrados no poder, quer diser toda a America Latina. 
 COMO ACONTECE NA PRATICA?
                    A colômbia, por exemplo, baseou sua Constituição de 1991 ( embrionada no M-19, Movimento 19 de abril - ver em: http://pt.wikipedia.org/wiki/Movimento_19_de_Abril), nestas premicias excludentes, com o fim de criar zonas, regiões onde o comunismo possa atuar livremente, burlando a soberania do país sobre o território; são Reservas Indigenas, Quilombolas e etc., em geral em áreas fronteriças (como esta acontecendo agora no Brasil), cidades inteiras desapropiadas e retirada do Exercito e da policia de fronteira destas regiões 'protegidas'.  A ideologia do FSP, é a confluência da esquerda e dos grupos terroristas de toda Ibero-America. Esta ideologia é uma mistura de "teologia da libertação", Ambientalismo, proteção Racial  Negro/Indigena, Movimento dos Sem Terra/Teto e tudo mais que os ajude na captação de apoio politico e financeiro. Objetivando a criação de um bloco comunista Ocidental. 
                Os menbros do Foro de Saõ Paulo, recebem ordem de organizar manifestações e marchas, exercer pressão politica internacional e enviar ajuda financeira aos países apoiadores ao regime de Castro. Os que chegam a aceder a orgãos de poder em seus países, tambem cumprem com esta 'religiosa' obrigação. O financiamento para o caso da Colombia vem do narco trafico com o braço armado das FARC, auxiliado pelo enfraquecimento da vigilancia das fronteiras dos países, pelos países menbros. 
                                                                                                                    FINANCIAMENTO: Quando desmoronou-se a União Soviética e acabou-se o financiamento da Internacional Socialista, Cuba advertiu aos membros do FSP que deveriam adotar o modelo do M-19; quer diser, assegurar sua auto-gestão por maio do narcotráfico, dai a necessidade de legalizar as drogas ou tornar mais brandos os impedimentos legais, e reconhecer as FARC como Instituição Politica. Incluem-se nestas medidas o enfraquecimento do Exercito, e criação de zonas de reserva indigena, quilombolas ou grandes áeras de preservação ambiental; como verdadeiros Corredores de Mobilidade para o Narcotráfico.
                Partido Comunsta Cubano, impulcionou a fundação do FSP, depois que o comunismo Soviético se retraiu, os Grupos e ONG's comunistas, viram perigar sua sobrevivencia financeira, então precisavam tomar medidas urgentes. Em 1990 0 Partido dos Trabalhadores (PT) do Brasil faz a Primeira conferência do Foro de São Paulo presidida pelo Presidente Luiz Inácio Lula da silva, e ali participaram 40 Organizações e Partidos Politicos de 13 países das Americas do Sul Central e Caribe. Com o objetivo de discutir como revisar a estratégia comunista revolucionária, em meio a crise do socialismo em todo o mundo. Estabeleceu-se que utilizariam tambem a mineração ilegal (com lucros astronômicos) e desvio de verbas, para financiar a ideologia comunista nos países Ibero- Americanos.

Propósito e bases políticas
A princípio o  Foro de São Paulo era uma Frente "Patriótica", como alegam seus membros, encarregada de propor ações. Porem, em pouco tempo Castro juntamente com Lula, consolidou o FSP, como uma estrutura de comando bem centralizada, encabeçada pelos grupos comuistas da America Latina, com o propósito de reconstruir o socialismo neste hemisfério, sob o comando de Cuba. e quem diz isso não é  este Documentarista, foi estabelecido no Congresso Internacional em janeiro de 1996. Antes disso, em 1991, se elaboraram os estatutos e elegeram-se os diretores. Vejam bem: Partido Comunista de Cuba, Partido dos Trabalhadores (Brasil), Movimento Bolívia Livre, Frente Farabundo Martí de Libertação Nacional(El Salvador), Partido da Revolução Democratica do México e os tupamaros no Uruguai. Em 1992 entraram nas direções a União revolucionária Nacional Guatemalteca e um grupo terrorista anônimo que segue as idéias do sendero Luminoso. 
                  Já em 1995 somaram-se à direção do FSP, os grupos narcoterroristas da Colômbia: FARC, ELN e M-19 ( que vinha sendo no meio internacional dado como desmoralizado), e ainda o Partido Laborista de Dominica, o P artido Revolucionário Democrático do Panamá e outros de menor prestígio dentro de seus respectivos países.
Agenda comum aos membros do Foro de São Paulo... 
                    O Foro de São Paulo tem uma agenda comum para a tomada de poder, um Manual para Tomada do Poder, que Luís inácio Lula da Silva, tão admirado por Henrique Capriles ( http://pt.wikipedia.org/wiki/Henrique_Capriles_Radonski ) ,ajudou a desenhar. A agenda consiste em:  Trabalhar pela Soberania Limitada ou o "Refino da soberania", que diz que a soberania não deve ser um escudo atrás do qual os Governos ou Grupos armados possam se esconder. Este projeto argumenta que a soberania deve ser posta em segundo plano na ação hemisferica colhetiva ("não existem países, mas sim um unico bloco politico"), no monitoramento de eleições, na resolução de conflitos, na supervisão de diálogos e acordos de paz e na defesa dos direitos humanos. mediante a supervisão e controle da OEA, da ONU, da Cruz Vermelha, Human Rights Watch e outras
                    O projeto de 1992, que está em curso, diz que "as nações do hemisferio devem promover  ativamente a solução negociada dos conflitos guerrilheiros que ainda existem na America latina" e tomar iguel posição nos conflitos de outros continentes. quer dizer, promove-se diálogos e acordos para suscitar a impunidade dos terroristas e os mecanismos para permiti o acesso ao poder deste mesmos terroristas, aliados ou membros do Foro de Saõ Paulo, ou que pro eles possam ser aproveitados.
                    O modelo para conseguir isto, disseram no encontro de 1993, é o de "Diálogos de paz", mediante o qual conseguem-se enormes vitórias políticas, não conseguidas com confronto armado em outras épocas, e o desmantelamento oculto dos Exercitos dos países membros. Assim fizeram nas 'negociações' de paz de El Salvador, onde as Nações Unidas serviriam de intermediárias para a tomada do poder por parte dos narcoterroristas da Frente Farabundo Martí de Libertação Nacional (FMLN).
                     Isto vem acompanhado, obviamente, de outras táticas: O exercício de uma "Comissão da Verdade", que publique mentiras como verdades oficiais e distorção dados históricos com depoimentos de carater suspeitos Na Colômbia o M-19 pediu uma comissão da verdade que teve muito êxito, tanto que os terroristas andam soltos, impunes e exercendo cargos públicos e fazendo política, enquanto os militares que combateram suas atrocidades, estão sendo presos, condenados pelo resto da vida às prisões antes ocupadas pelos narcoterroristas. (" O mesmo está acontecendo neste exato momento aqui no Brasil")
 O FSP diz que as nações da Ibero-América devem "redefinir a missão" de suas Forças Armadas e reduzir violentamente os orçamentos militares. Isto ao mesmo tempo em que deve-se re-educar aos militares, introduzindo-os à ideologia marxista. Por isto é  que vemos personagens como sociólogos, representantes de grupos étinicos e/ou  de grupos LGBT e outros dando aulas aos Oficiais de nossas Forças Militares federais e estaduais. O Foro de São Paulo disse em 1993, na declaração final do seu IV encontro em Havana: "As Forças Armadas constituem uma das ameaças mais sérias à construção da 'democracia' política na América Latina", Lula disse em 1994: "Creio que já temos forças armadas suficientes no mundo (...) Temos que diminuir o aparato Militar", Tomas Borge, sandinista e menbro do FSP, declarou: "Os exercitos servem para dar golpes de  Estado e para reprimir ao povo (...) São um câncer emnossos países(...) Não há razão para que continuem existindo".
 
Legalização das drogas... 
               O FSP diz que a guerra contra as drogas é um fracasso absoluto e que “devido a que os narcóticos são um problema tão formidável, deve-se examinar um grau amplo de alternativas, inclusive a legalização seletiva”. Já desde 1995 Evo Morales, nessa ocasião chefe da CAPHC, disse que aqueles que lutam contra o narco-tráfico têm uma “mentalidade hitleriana”, e que “defender a coca é defender a dignidade da soberania nacional”. Rigoberta Menchú, a estrela reluzente do comunismo indigenista (indigena), pediu então a Evo que lhe preparasse um documento que ela apresentaria ante a ONU para demonstrar que a coca é “um recurso natural e cultural dos povos andinos”, e para exigir “uma ação urgente da ONU para defender seu cultivo e consumo”. Façam-me o favor!
 
Política econômica
               O FSP defende os acordos de livre comércio, os TLC ( Tratado de Livre Comércio), sem restrições de nenhuma ordem. Por que? Porque eles restringem a soberania nacional. A intenção oculta destes TLC indiscriminados é limitar a eleição soberana das nações contratantes a fim de alcançar benefícios estabelecidos de comum acordo. Quer dizer, o comunismo castrista ataca no papel o livre comércio do neo-liberalismo, porém compartilha totalmente seu enfoque. Apóiam o Fundo Monetário Internacional (FMI) , muito embora não admitam, e a entrega da soberania a organizações internacionais de política econômica. Lula da Silva,  disse que “deve-se apoiar isto porque é socialismo prático, para se adaptar à realidade mundial”. Navarro Wolf, do M-19, diz que “louvo o Fundo Monetário Internacional por ter posto disciplina no manejo monetário, e isso ajuda na integração”. “Eu diria – disse Navarro – que essa é a parte positiva do neoliberalismo que forçou os empresários a ser mais responsáveis”.
 
Apoio ao Regime de Castro...
               Embora pareça estranho a vocês, há funcionários norte-americanos afeitos aos Castro. Fazem lobby para adiantar negociações nos bastidores com o regime dos Castro com a finalidade de normalizar as relações com os Estados Unidos. O argumento com o qual baseiam tais pretensões, é que“o regime de Castro já não é uma ameaça de segurança convencional e ideológica para nenhum país vizinho, e certamente não para os Estados Unidos”.“Além disso – diz o informe de 1995 – Cuba reduziu sua interferência nos assuntos de outras nações”. Isso disseram em 1995. Perguntem hoje à Venezuela, perguntem à Colômbia!
              Dizem os propagandistas do FSP que os candidatos de esquerda “não procuram usar a democracia como uma via para o socialismo”. Perguntem à Venezuela… Perguntem à Colômbia! Dizem também que – e isto Jorge Dominguez, membro do Grupo Especial de assuntos com Cuba, disse em 1993: “Qualquer dúvida que alguém possa ter sobre qualquer dos candidatos (da esquerda do FSP) é pueril, eles não estão fazendo agora o que faziam antes. Não estão disparando em mais ninguém, não estão colocando bombas por aí. O mesmo se aplica a uma variedade de outros grupos que deixaram a violência…”. Isso Dominguez disse em 1993… e isso mesmo dizem hoje os terroristas disfarçados com terno e gravata. (" Matam em filas de hospitais, com o crescimento da violência urbana, com o Crack, etc.)
               Os guerrilheiros de hoje são os lideres dos Movimentos Sem Terra/ Teto, políticos e intelectuais de dia, enquanto que na escuridão seguem ameaçando a democracia , planejando atentados, espoliando propiedades privadas, roubando o erário Público. E fazem tudo cobertos com o guarda-chuva da legalidade.
                             A ameaça que expansionista que se lança sobre as nações da América Latina, tem um nome: Foro de São Paulo.

Escrito por , e editado por JMauro.
 
Estatuto, Cronologia e Participação do Brasil
 
Por Anatoli Oliynik - 8 Out 2009
Em junho de 1988 foi realizada a 19ª Conferência do Partido Comunista da União Soviética. Naquela oportunidade debateram-se os caminhos da "PERESTROIKA" de Mikhail Gorbachev, e já se vislumbrava a eminente queda do Muro de Berlim, o que de fato aconteceu em 9/11/1989.
Com a queda do Muro e com o desmoronamento planejado do comunismo pela União Soviética, Fidel Castro e as esquerdas latino-americanas perderam seu tutor financeiro e ideológico, a Rússia. Era preciso, portanto, articular a criação de um organismo que pudesse manter viva a "chama ideológica marxista-leninista", bem como orientar e coordenar as suas ações comunistas no Continente.
Antes, porém, em janeiro de 1989, em Havana, por ocasião da reunião de cúpula do Partido Comunista de Cuba e o PT do Brasil foi estabelecido que, se Lula não ganhasse as eleições em novembro de 1989, deveria ser formada uma organização para coordenar as ações de toda a esquerda continental e que a liderança e organização do processo caberia a Luiz Inácio "Lula" da Silva. Portanto, Fidel já sabia dos planos arquitetados na 19ª Conferência do Partido Comunista e preparava terreno no Continente.
Aproveitando o poder parlamentar que tinha o Partido dos Trabalhadores (PT) no Brasil, Fidel Castro, com o apoio de Luis Inácio "Lula" da Silva, convocou os principais grupos terroristas revolucionários da América Latina para uma reunião na cidade de São Paulo. Acudiram ao chamado de Fidel e Lula, além do próprio PT e do Partido Comunista de Cuba, o Exército de Libertação Nacional (ELN), as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC), a Frente Sandinista de Libertação Nacional (FSLN) da Nicarágua, a União Revolucionária Nacional da Guatemala (URNG), a Frente Farabundo Martí de Libertação Nacional (FMLN) de El Salvador, e o Partido da Revolução Democrática (PRD) do México.
O primeiro Encontro aconteceu no Hotel Danúbio na cidade de São Paulo, no período de 1 a 4 de julho de 1990. O nome "FORO DE SÃO PAULO" foi adotado na segunda reunião realizada na cidade do México, no período de 12 a 15 de junho de 1991, quando reuniu 68 organizações de 22 países. E assim nasceu o FORO DE SÃO PAULO. Uma coalizão de terroristas revolucionários, partidos comunistas, partidos de esquerda, enfim, a escória do Continente latino-americano, Caribe e América Central.
Para dirigi-lo centralizadamente, foi criado um Estado Maior civil constituído por Fidel Castro, Lula, Tomás Borge e Frei Betto, entre outros, e um Estado Maior militar, comandado também pelo próprio Fidel Castro, além do líder sandinista Daniel Ortega e o argentino Enrique Gorriarán Merlo [1].
Em 1991, foram elaborados os estatutos do Foro e escolhida uma direção que ficou composta pelo Partido Comunista Cubano (Cuba), Partido da Revolução Democrática (México), Partido dos Trabalhadores (Brasil), Frente Farabundo Martí de Libertação Nacional (El Salvador), Movimento Lavalas (Haiti), Movimento Bolívia Livre e os 6 partidos integrantes da Esquerda Unida (Peru) e da Frente Ampla (Uruguai, uma frente constituída por diversos partidos e organizações, dentro da qual o Movimento Tupamaros é hegemônico). Em 1992, a URNG – União Revolucionária Nacional Guatemalteca, que agrupa várias organizações voltadas para a luta armada, foi admitida como membro dessa direção.
A partir do II Encontro, realizado no México no período de 12 a 15 de junho de 1991, o FORO DE SÃO PAULO passou a ter CARÁTER CONSULTIVO e DELIBERATIVO dos Encontros. Isso significa que as decisões aprovadas em plenárias e constantes das Declarações finais passaram, a partir de então, a ser consideradas DELIBERATIVAS, isto é, DECISÓRIAS EM TERMOS DE ACEITAÇÃO e CUMPRIMENTO pelos membros do Foro, subordinando-os, portanto, aos ditames dos Encontros na ação a ser desenvolvida em nível internacional e nos respectivos países. Tais deliberações obedecem a uma política internacionalista, com vistas à implantação do socialismo no continente, fato que transfere para um segundo plano os interesses nacionais e fere os princípios da soberania e autodeterminação. A Lei Orgânica dos Partidos Políticos (LOPP) e a Constituição da República definem que "A ação do partido tem caráter nacional e é exercida de acordo com o seu estatuto e programa, sem subordinação a entidades ou governos estrangeiros" (artigo 17 da Constituição e item II, artigo 5º da LOPP). Isso no conceito dos dirigentes dos países membros do FORO DE SÃO PAULO é letra morta.
O FORO DE SÃO PAULO foi descoberto por José Carlos Graça Wagner, um advogado paulista e que o denunciou publicamente em 1º de setembro de 1997, em painel realizado na Escola Superior de Guerra, que versava sobre o tema "Movimentos Sociais e Contestação Sócio-Política – a Questão Fundiária no Brasil". Com a sua morte, passou a acompanhar e denunciar a formação "eixo do mal" pelo Foro de São Paulo, o jornalista, filósofo e ensaísta, Olavo de Carvalho, o que lhe custou o emprego no jornal "O Globo" e muitos outros periódicos nos quais era articulista.
O FORO DE SÃO PAULO permaneceu no mais absoluto anonimato, eficientemente protegido pela mídia brasileira, toda ela engajada no esquerdismo marxista. O publico brasileiro, mais atento, somente tomou conhecimento e muito discretamente, quase que imperceptivelmente, por ocasião do 7º Encontro realizado na cidade de Porto Alegre em julho de 1997. Foi apenas uma discreta aparição que a imprensa brasileira procurou ocultar por meio da suspensão de todo e qualquer destaque que pudesse levantar suspeitas do que se tratava esse encontro, apesar de presentes 158 delegados, 58 partidos procedentes de 20 países, 36 organizações fraternas e cerca de 400 representantes de partidos e organizações de esquerda do continente.
No dia 2 de julho de 2005, por ocasião do XII Encontro ocorrido em São Paulo, se comemorou os 15 anos de fundação da organização, com discurso laudatório do presidente do Brasil cujo trecho selecionado é reproduzido a seguir:
"Foi assim que nós pudemos atuar junto a outros países com os nossos companheiros do movimento social, dos partidos daqueles países, do movimento sindical, sempre utilizando a relação construída no Foro de São Paulo para que pudéssemos conversar sem que parecesse e sem que as pessoas entendessem qualquer interferência política. Foi assim que surgiu a nossa convicção de que era preciso fazer com que a integração da América Latina deixasse de ser um discurso feito por todos aqueles que, em algum momento, se candidataram a alguma coisa, para se tornar uma política concreta e real de ação dos governantes. Foi assim que nós assistimos a evolução política no nosso continente."
"E é por isso que eu, talvez mais do que muitos, valorize o Foro de São Paulo, porque tinha noção do que éramos antes, tinha noção do que foi a nossa primeira reunião e tenho noção do avanço que nós tivemos no nosso continente, sobretudo na nossa querida América do Sul."
"Por isso, meus companheiros, minhas companheiras, saio daqui para Brasília com a consciência tranqüila de que esse filho nosso, de 15 anos de idade, chamado Foro de São Paulo, já adquiriu maturidade, já se transformou num adulto sábio. E eu estou certo de que nós poderemos continuar dando contribuição para outras forças políticas, em outros continentes, porque logo, logo, vamos ter que trazer os companheiros de países africanos para participarem do nosso movimento, para que a gente possa transformar as nossas convicções de relações Sul-Sul numa coisa muito verdadeira e não apenas numa coisa teórica."
(Discurso de comemoração dos 15 anos do Foro, julho de 2005)
A documentação acerca do FORO DE SÃO PAULO jamais teve ampla divulgação, tendo sido inicialmente publicado apenas na edição doméstica do GRANMA, órgão oficial do Partido Comunista Cubano. Na edição internacional nada transpirou. Mais tarde, passou a ter algum tipo de noticiário restrito em poucos jornais de alguns países e, até numa revista editada na Argentina chamada "América Libre", quase de circulação interna, dirigida por Frei Betto.
O objetivo do Foro de São Paulo é implantar governos socialistas na América Latina, via eleições "democráticas", que mais tarde serão convertidos em governos totalitários, a exemplo do modelo cubano em vigor, tudo sob a falsa retórica de "democracia", tal como eles, os comunistas entendem. Os campos de atividade do Foro são a subversão política e social de todo o continente latino-americano. Veja-se o caso de Zelaya na embaixada brasileira em Honduras. Tudo sob a falsa retórica da "democracia", repito. Trata-se, portanto, de uma organização que se mantém no anonimato para que seus projetos totalitários não sejam identificados antes que se complete o plano de dominação e implantação do pensamento hegemônico no Brasil e no continente Latino-americano. Para este desiderato o FORO DE SÃO PAULO conta com o apoio da ONU e da OEA.
Desde a sua fundação, o Foro realizou quinze encontros segundo a cronologia a seguir:
I – São Paulo (Brasil) de 1 a 4 de julho de 1990
II – Cidade do México (México) de 12 a 15 de junho de 1991
III – Manágua (Nicarágua) de 16 a 19 de julho de 1992
IV – Havana (Cuba) de 21 a 24 de julho de 1993
V – Montevidéu (Uruguai) de 25 a 28 de maio de 1995
VI – San Salvador (El Salvador) de 26 a 28 de julho de 1996
VII – Porto Alegre (Brasil) de 27 a 31 de julho de 1997
VIII – Cidade do México (México) novembro de 1998
IX – Manágua (Nicarágua) fevereiro de de 2000
X – Havana (Cuba) de 4 a 7 de dezembro de 2001
XI – Antigua (Guatemala) de 2 a 4 de dezembro de 2002
XII – São Paulo (Brasil) de 1 a 4 de julho de 2005
XIII – San Salvador (El Salvador) de 12 a 16 de janeiro de 2007
XIV – Montevidéu (Uruguai) de 23 a 25 de maio de 2008
XV – Cidade do México (México) de 20 a 23 de agosto de 2009
Como vimos, participam do FORO DE SÃO PAULO partidos e organizações de esquerda, reformistas e revolucionárias; Partidos Comunistas que se definem como marxistas-leninistas; organizações e grupos trotskistas; Partidos Comunistas que continuam se definindo como marxistas-leninistas-maoístas (da Argentina, Peru e Uruguai) e que possuem uma articulação internacional própria em 17 países; Partidos Socialistas filiados ou não à Internacional Socialista; organizações que continuam desenvolvendo processos de luta armada, como as FARC e ELN, na Colômbia e organizações que participaram da luta armada e hoje atuam na legalidade, como o Movimento 19 de Abril, também da Colômbia e os Tupamaros, do Uruguai.
Esta é, portanto, a breve radiografia do FORO DE SÃO PAULO, uma organização que os brasileiros não conhecem e a maioria nem sabe que existe, e cujo objetivo maior é comprar a sua alma para vendê-la ao demônio.
 
[1] Enrique Gorriarán Merlo foi o fundador do Exército Revolucionário do Povo (ERP) e posteriormente do Movimento Todos pela Pátria (MTP). Gorriarán Merlo foi, também, o autor do ataque terrorista em janeiro de 1980 ao regimento de infantaria La Tablada, em Buenos Aires, no qual morreram 39 pessoas, e foi quem encabeçou a esquadra que assassinou Anastásio Somoza em Assunção, Paraguai, em setembro de 1980. Organizou a máquina militar do Movimento Revolucionário Tupac Amaru (MRTA), o mesmo que tomou a residência do embaixador japonês em Lima.

Leia mais: http://www.direitapatriota.com/news/nota-aos-visitantes/Saiba tudo sobre o Foro de São Paulo :: DireitaPatriota