sexta-feira, 13 de março de 2015

quinta-feira, 12 de março de 2015

ESTA É A HORA : 15 DE MARÇO , 2015, 14 HORAS !!!

video


ESCLARECENDO :

MÍDIA PRODUZIDA ORIGINALMENTE EM PPS, UTILIZANDO O EXTINTO SITE CBJ.NET, DE AUTOR DESCONHECIDO, DISTRIBUÍDA ATRAVÉS DE E-MAISL.

EM 2015 TRANSFORMADA EM VÍDEO PARA DIVULGAÇÃO EM APOIO A MANIFESTAÇÃO DE 15 DE MARÇO.

TRABALHO DE ADAPTAÇÃO DE MÍDIA EXECUTADO POR PESSOA DE QUEM AGUARDO PEDIDO E/OU AUTORIZAÇÃO PARA DIVULGAÇÃO DO NOME.

DIVULGUEM !!!!!!!

domingo, 11 de janeiro de 2015

Com o menor saldo em três anos, poupança exibe o estrago feito pelo PT na economia

poupanca_05Casa do terror – Mais uma prova do monstruoso equívoco em que se transformou a política econômica do primeiro desgoverno da petista Dilma Vana Rousseff. De acordo com o Banco Central, a caderneta de poupança registrou, em 2014, a menor diferença, em três anos, entre depósitos e saques em três anos. Os dados foram divulgados pelo BC nesta quarta-feira (7).
No ano passado, a captação líquida da poupança foi de R$ 24 bilhões, queda de 66,2% em relação ao saldo registrado em 2013, quando alcançou R$ 71 bilhões. O montante de 2014 só foi superior aos R$ 14,2 bilhões registrados em 2011.
O saldo da poupança em 2014 é fruto de depósitos de R$ 1,64 trilhão e saques de R$ 1,616 trilhão. No ano, o rendimento da poupança foi de 7,08%. Em dezembro passado, a captação líquida da poupança foi de R$ 5,43 bilhões, valor 51,5% inferior ao do mesmo mês de 2013, quando foi registrado R$ 11,2 bilhões. Contudo, em relação a novembro, houve aumento de 114,2%.
O fraco desempenho da poupança em 2014 é resultado da alta da inflação, que derrete o salário do trabalhador e impede que o cidadão faça suas economias. Outro fator que contribui para o péssimo resultado do mais popular investimento é que para driblar a crise econômica cresceu a transferência de recursos da poupança para outros produtos financeiros com rendimento superior ao da caderneta.
O derradeiro ingrediente dessa receita indigesta é que o brasileiro ganha mal e foi instado a cair de cabeça no universo do consumismo, apenas porque Lula, o alarife, precisava posar de herói diante da crise internacional que chacoalhou diversas economias ao redor do planeta. A estratégia míope do governo do PT foi adotada pela presidente Dilma Rousseff, que continuou apostando no consumo interno como antídoto contra a crise. Sem ter como honrar os compromissos financeiros assumidos na esteira dos insanos pedidos do Palácio do Planalto, a saída foi sacar o dinheiro da poupança e pagar os financiamentos em atraso.
O cenário da poupança não deve melhorar neste ano, pois a economia brasileira está à beira do precipício. Fora isso, como já mencionado, a inflação continua resistente e em trajetória de alta e a renda real (acima da inflação) das famílias deve seguir a trilha do descenso. Em outras palavras, não haverá dinheiro para destinar à caderneta de poupança

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Discípula de Lênin, o terrorista-chefe, Dilma não convenceu em nota oficial sobre o atentado de Paris

Conversa mole – Horas depois do atentado terrorista ao jornal francês Charlie Hebdo, em Paris, na quarta-feira (7), que deixou doze mortos e onze pessoas feridas, a presidente Dilma Vana Rousseff divulgou nota oficial em que classificou o ataque como “sangrento e intolerável”. Apesar do texto rebuscado que expressa consternação, recomenda-se não acreditar fielmente nas palavras da nota palaciana.
“Foi com profundo pesar e indignação que tomei conhecimento do sangrento e intolerável atentado terrorista ocorrido nesta quarta-feira, 7 de janeiro, contra a sede da revista “Charlie Hebdo”, em Paris. Esse ato de barbárie, além das lastimáveis perdas humanas, é um inaceitável ataque a um valor fundamental das sociedades democráticas – a liberdade de imprensa”, declarou a presidente.
Mais adiante, ainda na mesma nota, Dilma destacou: “Nesse momento de dor e sofrimento, desejo estender aos familiares das vítimas minhas condolências. Quero expressar, igualmente ao Presidente Hollande e ao povo francês a solidariedade de meu governo e da nação brasileira.”
Dilma, como é de conhecimento público, não pensava dessa maneira nos tempos em que engrossava a luta armada contra a ditadura. O UCHO.INFO não está a defender o regime militar, como jamais fez, mas não cultua a Lei de Talião, do olho por olho, dente por dente. A plúmbea era brasileira só ocorreu porque os militares evitaram, naquele momento, a instalação de um regime comunista no País, a exemplo do que tenta fazer a presidente da República e sua turba e esquerdistas. Em suma, o Brasil estava fadado a enfrentar um regime totalitarista, de direita ou de esquerda, o que não justifica as arbitrariedades cometidas pelos militares, verdadeiras ignomínias.
É importante salientar que Dilma Rousseff, na condição de integrante de um partido que acertadamente foi classificado como organização criminosa – os escândalos de corrupção provam isso – não tem moral para criticar os opróbrios terceiros, até porque o PT agiu de forma semelhante ao dos terroristas de Paris em relação ao covarde e cruel assassinato de Celso Daniel, então prefeito de Santo André, e à misteriosa morte do outrora prefeito de Campinas, Antônio da Costa Santos, o Toninho do PT.
Ademais, nos tempos de luta armada, os esquerdistas que agora reforçam as alas do PT usaram de métodos idênticos aos dos terroristas que protagonizaram o atentado ao jornal Charlie Hebdo, ou seja, não se pode aceitar esse chororô de Dilma como sendo verdadeiro.
Aliás, não custa lembrar que a esquerda tupiniquim tem em Vladimir Ilyich Ulyanov, o Lênin, um dos seus símbolos maiores. Líder do Partido Comunista em um dos responsáveis pela Revolução Russa de 1917, Lênin era um adepto confesso do terrorismo, ideia que foi disseminada entre os membros do Conselho dos Comissários do Povo da União Soviética. Certa feita, Lênin cunhou frase que traduziu o barbarismo de seus ideais: “Somos favoráveis ao terrorismo organizado – isto deve ser admitido francamente.”
De tal modo, que ninguém se deixe enganar pelo conteúdo da nota oficial rabiscada pela assessoria palaciana e assinada por Dilma Rousseff, pois a presidente incentiva nos bastidores a censura à imprensa, enquanto diante das câmeras diz, mentirosamente, que prefere o ruído da democracia ao silêncio do totalitarismo. A exemplo dos terroristas que assassinaram os jornalistas e chargistas do Charlie Hebdo, na capital francesa, Dilma não aceita o contraditório. Só não usou a força por enquanto porque o Brasil ainda é, em tese, uma democracia, mas os profissionais da imprensa que se opõem ao governo petista conhecem o alto preço que se paga por estar na contramão.
Apenas para fins de registro, mais uma vez, em 2004, semanas após o UCHO.INFO ter divulgado as gravações telefônicas do caso Celso Daniel, o site foi tirado do ar, como se a democracia brasileira não abrigasse com galhardia o direito à liberdade de expressão. Anos mais tarde, depois de ter os telefones grampeados, o editor do site foi ameaçado de morte, recado dado por um estafeta criminoso do PT a um destacado integrante do Judiciário nacional, que por sua vez acionou as autoridades policiais para as devidas providências.
Resumindo, carece de convencimento a consternada (sic) nota oficial da Presidência da República sobre o atentado terrorista que feriu a liberdade de expressão e causou indignação em todo o planeta. Dilma precisa voltar à escola de teatro, uma vez que sua capacidade de representação está à míngua.

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Chuva com vento instala o caos em São Paulo, mas autoridades respondem com descaso

Luz de vela – É difícil imaginar que a quarta maior cidade do planeta, São Paulo, para por causa de uma chuva rápida e acompanhada de vento. Pode parecer enredo de filme de terror, mas é exatamente isso que aconteceu no final da tarde desta quinta-feira (8), quando uma chuva de pouco mais de meia hora colocou dezenas de semáforos em pane, causou mais de vinte pontos de alagamento, deixou milhares de paulistanos sem energia elétrica, fechou o aeroporto de Congonhas, um dos mais importantes do País, e derrubou o telhado de um hangar.
No apagar das luzes de 2014, buscando uma explicação convincente para a crescente incompetência de sua administração, o prefeito Fernando Haddad comparou as tempestades de verão que caem sobre a capital paulista nessa época do ano com o furacão Katrina, que em agosto de 2005 destruiu a cidade de New Orleans, nos Estados Unidos.
Buscar desculpas além das fronteiras verde-louras tornou-se uma mania entre petistas incompetentes, como a presidente reeleita Dilma Vana Rousseff, que no seu primeiro e desastroso mandato culpava o cenário internacional pela crise econômica que continua chacoalhando o Brasil. A petista errou durante quatro anos seguidos na condução da política econômica, mas a culpa é dos gringos.
Deixando de lado as questões econômicas e retomando o caos que se instalou em São Paulo, o prefeito Fernando Haddad desconhece a força de um furacão e o rastro de destruição que deixa essa bizarra e furiosa manifestação da natureza.
Nos Estados Unidos, país que Haddad decidiu se agarrar para explicar os alagamentos e centenas de árvores que recentemente desabaram na Pauliceia Desvairada, mesmo sob os fortes ventos de um furacão os semáforos funcionam, as árvores demoram a cair e poucos são os pontos de alagamento. Lembrando que não se pode comparar a força de um furacão com o vento que embala uma chuva mais teimosa e barulhenta.
O editor do UCHO.INFO enfrentou três ferozes furacões na terra do Tio Sam, mas em nenhum momento ficou no escuro, teve de atravessar alagamentos ou viu semáforos inoperantes. Aliás, Fernando Haddad, o prefeitinho, deveria enfrentar uma dezena de furacões para, pelo menos, arejar as ideias.
No escuro
Em relação à interrupção do fornecimento de energia em vários bairros da cidade de São Paulo, a empresa AES Eletropaulo mais parece uma usina de irresponsabilidade. Inúmeras regiões da cidade ficaram no escuro durante mais de cinco horas, mas a assessoria de imprensa da Eletropaulo se limitou a dizer que nos registros da distribuidora havia reclamações pontuais de falta de energia. Em todas as regiões da maior cidade brasileira faltou luz, mas a empresa finge ignorar a realidade alegando interrupções pontuais.
Em qualquer país minimamente sério, com autoridades responsáveis, a Eletropaulo já teria perdido a concessão, além de receber multa milionária por causa do péssimo serviço que presta aos consumidores. Milhares de negócios deixaram de funcionar na capital paulista, na noite desta quinta-feira, por causa da falta de energia, assim como centenas de consumidores residenciais perderam medicamentos que dependem de refrigeração, como insulina, por exemplo. Resta saber quem arcará com esses prejuízos.
Por outro lado, quem ousou telefonar para a Eletropaulo em busca de alguma informação, deparou-se com um enfadonho atendimento eletrônico. Qualquer informação extra, fornecida por um operador de teleatendimento, exigia do consumidor paciência para aguardar quase uma hora. Mesmo assim, a informação só era obtida depois de seguidas chamadas para a central da empresa. A legislação vigente determina que o atendimento telefônico de consumidores deve ocorrer em no máximo um minuto, mas na terra da malandragem as empresas colocam máquinas para falar com pessoas, forma encontrada para driblar a lei.
O caso é de polícia, sem sombra de dúvidas, mas vale lembrar que o Brasil é e sempre será o reino do faz de conta. Até porque, a reeleita Dilma vendeu aos incautos cidadãos a ideia de que o Brasil é a versão melhorada do País de Alice, aquele das maravilhas, sem que até agora alguém tivesse reclamado do embuste oficial. Eis o Brasil!
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Preços dos alimentos dobram em dez anos e aumento médio do salário mínimo despenca na era Dilma

Calculadora quebrada – Quando Luiz Inácio da Silva, o agora lobista, começou a girar pelo planeta à caça de honrarias que incautos lhe concederam porque acreditavam que o ex-metalúrgico havia iniciado um importante processo de combate à miséria, o UCHO.INFO afirmou que tudo não passava de um enorme equívoco, pois na verdade o que Lula fez, enquanto presidente, foi aumentar o contingente de miseráveis no vácuo de uma estabanada política econômica, que continua a castigar os brasileiros.
Malandro experimentado, até porque foi esculpido com o cinzel dos próceres da ditadura militar verde-loura, Lula passou a colecionar títulos de “doutor honoris causa”, apenas porque os que lhe concederam os tais prêmios desconhecem a realidade do País.
Nas muitas críticas que fizemos a essas premiações recheadas de fanfarrices e visão obtusa da realidade, deixamos claro que o ressuscitar da inflação faria com que o número de pessoas sem acesso à alimentação aumentaria sobremaneira com o passar do tempo. Não se trata de bola de crista ou profecia do apocalipse, mas de analisar os fatos com responsabilidade e experiência.
De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), nos últimos dez anos os preços dos alimentos subiram 99,73%, índice que supera a inflação oficial do período. De acordo com o IBGE, o Índice Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que mede a maquiada inflação oficial, registrou avanço de 69,34%, entre 2005 e 2014. Nesse intervalo de tempo, os alimentos consumidos em casa subiram 86,59%, mas comer fora de casa teve um aumento de 136,14%.
A preocupação maior nessa rocambolesca novela em que se transformou a economia brasileira, cada vez mais atolada na crise, é o grau de mitomania dos integrantes de um governo incompetente, paralisado e corrupto, que insiste em vender a ideia de que o Brasil é versão moderna e tropical do País de Alice, aquele das maravilhas, que sempre aparece nas propagandas oficiais.
Durante a recente corrida presidencial, a petista Dilma Rousseff fez questão de enfatizar em suas aparições de campanha que o seu governo e o PT sempre lutaram pela valorização do salário do trabalhador. Quando este site criticou a fala mentirosa da presidente da República, os terroristas cibernéticos contratados pelo partido sempre trataram de promover ataques aos nossos computadores, como se isso causasse algum tipo de intimidação.
O PT só conseguiu chegar ao poder central porque iludiu milhões de brasileiros ao disseminar a tese boquirrota de que a única salvação da humanidade encontra-se nos partidos de esquerda, em especial na legenda comandada por Lula, o Messias de camelô que arruinou a economia nacional.
Se com base nos dados do IBGE comer ficou muito mais caro do que a inflação, algo de errado há na economia brasileira, que nos últimos quatro anos foi a passarela do mau humor e da truculência da presidente Dilma, que conseguiu dar continuidade ao estrago iniciado pelo antecessor.
Calvário pela frente
Para aqueles que creem que o Brasil chegou ao fundo do poço da crise, a ordem é subir a bainha da calça, porque ainda há de respingar muita água recheada de surpresas negativas. No momento em que decidiu manter o atual cálculo de reajuste do salário mínimo, Dilma decretou o calvário do trabalhador brasileiro, que nos próximos anos terá de se contentar com aumento salarial muito aquém do devido. Isso porque o ritmo de valorização do salário mínimo deve perder 505 ou mais do fôlego na passagem do primeiro para o segundo governo de Dilma.
Entre 2011 e 2014 – período que englobou o primeiro mandato de Dilma Rousseff – o salário mínimo teve elevação média anual de 2,9%, taxa que mostra-se acanhada quando comparada às da era FHC e Lula.
A fórmula atual de reajuste do mínimo está atrelada à variação do Produto Interno Bruto de dois anos antes e à taxa do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) do ano anterior. Isso significa que em 2016, tomando como base o PIB de 2014 e a inflação de 2015, será de no máximo 0,2%, como já noticou o UCHO.INFO em diversas ocasiões.
Esse quadro desanimador é resultado de uma conjuntura econômica pífia, vítima da irresponsabilidade e do ufanismo do governo. Com isso, entre 2015 e 2018 – período do segundo mandato de Dilma – o aumento médio anual do salário mínimo será, na melhor das hipóteses, de 1,2%. Isso se Deus provar que é brasileiro, se a equipe econômica fizer a lição de casa e se Dilma abandonar a certeza de que entende de economia.
Contas para lá e para cá, na era Dilma o aumento médio anual do salário mínimo deverá alcançar no máximo a marca de 2%, taxa anoréxica se comparada à da era Fernando Cardoso (4,7%) e à de Lula (5,5%).
Logo depois que se instalou no Palácio do Planalto, Lula adotou o enfadonho discurso da “herança maldita”, como se FHC fosse culpado pelas lambanças do petista. O palavrório típico de alarife se estendeu ao segundo mandato do ex-metalúrgico e, vez por outra, foi balbuciado por Dilma. Acontece que a presidente reeleita só pode reclamar da herança maldita deixada por ela a si mesma. Em suma, é caso de hospício.

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Carta de Olavo de Carvalho a Otávio Frias Filho


Desprezado senhor,

A propósito da matéria publicada em http://blogdomorris.blogfolha.uol.com.br/…/laerte-no-brasi…/:

Segundo esse senhor ou dona Laerte, "a guerra jihadista contra o mundo é uma idéia louca, alimentada por Bushes da vida, Olavos de Carvalho da vida". É incrível a leviandade com que palpiteiros me atribuem qualquer estupidez que lhes passa pela cabeça, sem quaisquer escrúpulos, sem qualquer consulta aos meus textos e sem conhecer absolutamente NADA do que penso e digo. Quem assim procede não merece respeito nem consideração, é apenas um cafajeste, um bandidinho pé-de-chinelo. Nem vou perguntar o que tenho a ver com Bush ou com jihadistas, porque quem me lê -- o que não é o caso dessa pessoa -- sabe que é absolutamente nada e não vejo razão para insistir no óbvio só porque um ignorante com presunção de onissapiência o nega. Não espanta que as opiniões políticas dessa criatura nasçam de uma pura preferência sexual, o que consiste exatamente em pensar com o cu ou com o pau.
Associar o meu nome ao de George W. Bush já é absurdo em si, mas culpar-nos aos dois pelo jihad é puro delírio psicótico, que em tempos normais nenhum jornal publicaria. O jornalismo brasileiro desceu mesmo ao nível do esgoto. Responder a essa porcaria com um xingamento já seria conceder-lhe honra demais. Responsabilizo pessoalmente o sr. Octavio Frias Filho pela publicação dessa enormidade e anuncio que, se ele não me pedir desculpas em público, cuspirei na sua cara tão logo tenha o desprazer de encontrá-lo.
Olavo de Carvalho

Mídia Sem Máscara - Jihadismo de uns, farisaísmo de outros

Mídia Sem Máscara - Jihadismo de uns, farisaísmo de outros


Em junho de 2014 minha mulher e eu fomos conhecer Istambul. Não por coincidência, procedíamos de Roma. Quiséramos, de fato, experimentar esse salto abrupto, proporcionado por pouco mais de duas horas de voo, entre as duas cidades milenares - a Roma do Ocidente e a Roma do Oriente.

Encontramos uma Istambul fortemente ocidentalizada. O trânsito caótico, aliás, lembra muito o de Roma. No entanto, sobre a buzinação dos automóveis e o ruidoso assédio dos comerciantes é possível ouvir, cinco vezes ao dia, a miríade de minaretes reproduzirem a voz do muezin chamando à oração. É assim que a gente se lembra, frequentemente, de estar num país islâmico.
Durante séculos, o panorama das cidades do mundo cristão foi marcado pela visibilidade das torres das igrejas. Elas se erguiam acima das demais edificações, ganhando altura e sinos exatamente para assinalarem a presença do sagrado. Com o tempo, porém, nos grande centros urbanos, os arranha-céus superaram as torres, os sinos calaram e as igrejas sumiram na paisagem. Em Istambul, diferentemente, os minaretes, sempre visíveis, preservam sua importância simbólica para a religiosidade da população muçulmana.
Daquele primeiro contato com um país islâmico, ficaram-nos duas importantes constatações. Primeiro, foi o fato de que, em momento algum, qualquer de nós - minha mulher e eu - ocidentais, católicos, praticantes, nos sentimos estranhos perante a religiosidade da população local, suas expressões de fé, suas mesquitas, seus cantos e suas práticas religiosas. Tudo nos pareceu bom, digno e respeitável. Ficou ainda mais difícil, então, entender a existência, no Ocidente, de pessoas e organizações que, se dizendo agredidas por manifestações públicas de religiosidade, pretendem aboli-las.
Segundo, foi perceber que não existe, na Turquia, interdição ou rejeição a outras religiões, seus símbolos e suas práticas. Certamente entre outros, há templos católicos, evangélicos e sinagogas, revelando o caráter moderno e civilizado do povo. Um bom exemplo dessa virtude torna-se nítida no interior de Santa Sofia, ou Agia Sophia (Sagrada Sabedoria). Aquela magnífica construção foi catedral de Constantinopla durante 11 séculos. Com a tomada da cidade pelos seljúcidas, em 1453, foi convertida em mesquita. Em 1935, virou museu. Ao visitá-la, observam-se, por toda parte, símbolos cristãos e tentativas de recuperar mosaicos com temas católicos que haviam sido recobertos com tinta durante seu uso como mesquita. Deixamos Santa Sofia pensando sobre a extravagante sensibilidade que faz certas pessoas, em pleno século 21, se sentirem constrangidas, agredidas, com a visão de um crucifixo ou de outro símbolo religioso em local público.
Estas reflexões, me levam, enfim ao ataque terrorista à redação do Charlie Hebdo. Assim como há o ateísmo como doença mental (presente em todas as experiências comunistas do século 20), existe a religiosidade como doença mental, perceptível nos fanatismos e no jihadismo que, com violência crescente, se verifica no islamismo. A intolerância é um mal que pode afetar tanto os crentes quanto os ateus. Não é um mal inerente à crença ou à descrença. É um mal do indivíduo.
Os cartunistas do semanário francês não foram as únicas e singulares vítimas dessa insanidade que iniciou no século 7º e nunca teve fim. Em mais de meia centena de países, seja como vítimas do ateísmo, seja como vítimas de fanatismos religiosos, morrem 20 cristãos por dia no mundo. Centenas de milhares são constrangidos a migrar. Cinco dezenas de países os discriminam negativamente. No Iraque, por exemplo, desde 2003, a população católica perdeu 700 mil membros. Outros 450 mil deixaram a Síria. Duas centenas de igrejas cristãs foram destruídas na Nigéria, durante o último mês de outubro. Mas esses fatos não ganham manchete, não levam ninguém às praças do mundo civilizado, e não geram, na diplomacia de Dona Dilma, qualquer manifestação.
O nome disso é farisaísmo. Enquanto defende a liberdade de criação dos cartunistas franceses, designa para a pasta da Comunicação de seu próprio governo um ferrenho adversário da liberdade de imprensa, que deixou isso bem claro já no discurso de posse.

www.puggina.org

Mídia Sem Máscara - O Ocidente acuado

Mídia Sem Máscara - O Ocidente acuado


Esses radicais já provaram que não aceitam nenhum tipo de diálogo, nenhuma argumentação, humor ou crítica. Ser civilizado não significa abrir mão do poder de fogo na hora da luta,
e sim lutar com honra.
 
Diversos países europeus vêm, já há alguns anos, assumindo uma postura totalmente equivocada no tocante à imigração de refugiados muçulmanos para seus territórios. Parece que os líderes da Inglaterra, França, Espanha e Suécia, entre outros, não conseguiram enxergar a diferença brutal que existe entre acolher um refugiado em sua casa e passar a escritura da casa para o refugiado.
O continente que foi palco da grande maioria das guerras que já aconteceram no mundo, o berço da filosofia, da arte e do conhecimento científico que construíram a civilização ocidental, uma terra onde estão enterrados dezenas de milhões de soldados que lutaram pelas liberdades que tanto valorizamos, está de joelhos diante do avanço do islamismo. O episódio de hoje, em Paris, onde terroristas muçulmanos invadiram a sede do jornal Charlie Hebdo, matando 12 pessoas e ferindo 11, é mais um dos resultados que os governos da Europa vêm colhendo com sua política covarde. Os terroristas, radicais que queriam vingar as piadas feitas com sua fé, não tiveram nenhuma misericórdia com os jornalistas que ali estavam, e cometeram essa chacina com a mesma tranquilidade com que eu ou você matamos um pernilongo que tenta nos picar. Aliás, para os radicais islâmicos, nós não passamos disso: somos seres descartáveis, sem valor algum, somente por não professarmos a mesma fé.
A mídia mundial, que parece sofrer de um embotamento nunca visto antes, insiste que estamos diante de uma minoria ínfima, pois a grande maioria dos muçulmanos são pessoas de bem e pacíficas. Mas a coisa não é bem assim. Os serviços de inteligência de Israel, EUA, Inglaterra e Rússia estimam que entre 15% e 25% dos muçulmanos são radicais, ou seja, acreditam que sua fé é a única salvação para o mundo e que o modo de vida ocidental deve ser exterminado para que o islã possa reinar soberano. Isso significa algo entre 180 e 300 milhões de pessoas dedicadas a destruir o que nós chamamos de casa, o mundo e a cultura ocidental. Como disse, com brilhantismo, Brigitte Gabriel, neste vídeo disponível com legendas no Youtube, são esses radicais que fazem a diferença, e não os 75% a 85% de muçulmanos pacíficos. Os pacíficos não detêm os radicais, não impedem seus ataques, não pegam em armas para combatê-los; sua única contribuição é permanecerem quietos, muitas vezes mudos diante de tragédias como essa.
Do outro lado vemos a civilização ocidental acuada. Na Europa, onde pouquíssimos países permitem o porte de arma aos cidadãos de bem, as chances de que alguém esteja armado durante uma agressão como a de hoje são mínimas. Além disso, a postura que tem sido adotada, a de “somos civilizados e resolvemos as coisas civilizadamente, não com violência” é um tanto ridícula diante do tamanho da ameaça. Não parece, de forma alguma, que estamos vendo os mesmos países que enfrentaram a loucura do nazismo. Há apenas 70 anos os soldados aliados deram suas vidas em batalhas sangrentas para que a liberdade fosse preservada, e a loucura e a matança tivessem um fim. O que está acontecendo é um desrespeito ao sacrifício de tantos; é covarde e vergonhoso.
Já passou da hora dos países europeus imporem limites aos que acolhem como cidadãos. Imigrantes são convidados, e eu sei bem disso, pois sou um deles. Vivo fora da minha pátria, e procuro respeitar os costumes e as leis de onde estou. Mas não é isso que acontece hoje nesses países que citei. Na Inglaterra, por exemplo, bairros inteiros de Londres e de outras grandes cidades são completamente dominados pelos muçulmanos, que impõem sua própria lei, a sharia, criando zonas onde o Estado não tem mais poder. Em algumas cidades da Suécia os policiais não entram em alguns bairros muçulmanos, com medo de enfrentar os radicais. A França segue pelo mesmo caminho. Em Israel, onde há dois meses uma sinagoga foi atacada, a resposta do ministro de Segurança, Izthak Aharonovich, foi imediata: facilitar o porte de armas aos cidadãos. Esta é a única maneira de colocar medo nos radicais agressores, pois um cidadão armado não é como um policial, que anda fardado e com a arma exposta; um cidadão de bem armado é sempre uma preocupação para um terrorista, a última coisa que ele quer encontrar pela frente. Policiais são fáceis de se evitar – nenhum atentado terrorista é impedido pela presença de policiais, pois os terroristas esperam que a polícia saia do local, ou escolhem um local longe da presença de forças de segurança. Um cidadão carregando uma arma escondida é impossível de ser evitado.
Como diz o nome de uma canção da banda Metallica, “Fight fire with fire” – combatamos fogo com fogo. Esses radicais já provaram que não aceitam nenhum tipo de diálogo, nenhuma argumentação, humor ou crítica. Ser civilizado não significa abrir mão do poder de fogo na hora da luta, e sim lutar com honra. Não precisamos decapitar pessoas e nem assassinar inocentes para combater os radicais; mas também não podemos achar que o faremos com canetas e conversas. É hora de mostrar e usar a força.


Flavio Quintela
, escritor e tradutor de obras sobre política e filosofia, é autor do livro “Mentiram (e muito) para mim”.

Mídia Sem Máscara - O atentado na França

Mídia Sem Máscara - O atentado na França

Os esquerdistas são os facilitadores do avanço islamita no Ocidente.
Como o tempo agora é de radicalização e há mortos e feridos nas calçadas das grandes cidades, não é mais possível ignorar os perigos.

Guardadas as devidas proporções, em face dos números dos mortos, o atentando ocorrido ontem em Paris é da mesma natureza do que aquele que derrubou as Torres Gêmeas. É a prova de que o terrorismo islâmico continua ativo em toda parte. Mesmo nos EUA tivemos alguns episódios de franco-atiradores mortais. A novidade é que o fato ocorreu na França, país que tem demonstrado grande simpatia pelos militantes da causa islâmica em várias oportunidades. Em 1995, a mesma Paris já tinha sido objeto de um atentado a uma estação de metrô, que deixou muitos mortos, mas parece que tudo se apagou da memória. Fiquei indignado com a morosidade registrada pela polícia francesa para reagir. As imagens do policial assassinado friamente parecem revelar que ele nem portava arma de defesa pessoal. Presa fácil, galinha morta.

O que move os celerados? Um ódio doentio ao Ocidente, ao seu modo de vida, à sua liberdade, ao cristianismo. Essa gente é semelhante aos nazistas: o que importa é matar e não se importam em se matar. Ao fim e ao cabo, de suas ações brotam sempre cadáveres, seus e/ou dos outros. É a própria cultura da morte que estamos vendo. Não penso haver islamitas do bem; eles se camuflam e, quando a ocasião aparece, transformam-se em guerreiros de Alá. Basta ver como tratam suas mulheres e as punem se vacilarem no uso do véu, para dizer o mínimo.

Um dos pontos de ódio mais relevantes dos islamitas ao Ocidente diz respeito à liberdade que as mulheres conquistaram aqui. De fato, a igualdade entre ambos os sexos é uma realidade, algo intolerável para a mentalidade tribal que os islamitas carregam em si. Para eles, mulher é apenas objeto de sexo e procriação e nada mais, não lhes permitem o exercício da liberdade e da criatividade. São as mulheres as grandes perdedoras na eventualidade de uma sociedade islâmica se estabelecer na Europa, continente no qual isso pode ocorrer com brevidade histórica.

O Islã é ainda mais iracundo com Israel, um símbolo da superioridade moral, política e tecnológica do Ocidente que vive como um enclave em meio ao magma populacional islâmico. O ódio aos judeus é apenas uma variante para o ódio ao Ocidente.

O drama é que as políticas públicas de defesa do Ocidente supõem que os seguidores do Islã são gente normal e que pensa como a gente, valoriza as coisas como as valorizamos. O mesmo se pensava dos nazistas, antes que chegassem ao poder. Esse é o mais terrível engano. Nenhuma sociedade islâmica, talvez que a possível exceção da Turquia, tolera as liberdades com a conhecemos, de opinião, de imprensa, política. Mesmo a Turquia vive sob ataque dos radicais. Há uma mentalidade monárquica dominante, cujo poder deve emanar do clero muçulmano. Vimos isso de forma lapidar na Irã depois de Khomeini. Imediatamente após tomar o poder, as mulheres tiveram restrições impostas e tudo que era Ocidental foi abolido. Foi um retrocesso civilizacional inequívoco.

Os partidos de esquerdas costumam apoiar a causa dos islamitas e a França, toda vida, tem sido esquerdista. Há algo de irônico nisso. A rigor, os esquerdistas são os facilitadores do avanço islamita no Ocidente. Como o tempo agora é de radicalização e há mortos e feridos nas calçadas das grandes cidades, não é mais possível ignorar os perigos. A esquerda usa isso para hipertrofiar o controle policial sobre os cidadãos, quando o certo seria mudar tudo, a começar pela política de desarmamento civil, infame, que reduz a população a alvo fácil dos facínoras, que nunca estão desarmados.

Pior é que a visão dos governantes ocidentais está pautada por um suposto laicismo, que baniu a força religiosa do cristianismo do dia a dia do Estado. Esse mundo supostamente laico, ateu, não tem força moral para barrar o avanço do Islã, cuja população se multiplica a velocidade muito maior do que a do Ocidente. É um problema dramático e lento, mas que projeta uma catástrofe populacional em poucos anos. A ocupação do Islã na Europa está usando as portas das maternidades.

O que esperar? Mais do mesmo. A cada atentado bem sucedido, um espasmo e um espanto, uma reação estupefata diante da catástrofe. Vimos as multidões marchando sobre Paris, como se os dois meliantes matadores de civis indefesos pudessem se impressionar com isso, como se os futuros meliantes fossem recuar. A multidão estúpida não tem força alguma diante de uma vontade férrea, que só pode ser enfrentada se a atitude do poder de Estado for modificada. Estamos longe disso, todavia. O renascer das instituições inspiradas no cristianismo é o único antídoto contra a barbárie islâmica.

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Mídia Sem Máscara - Cerca de 200 igrejas cristãs foram destruídas por onda de violência

Mídia Sem Máscara - Cerca de 200 igrejas cristãs foram destruídas por onda de violência

Relatório documenta o que a mídia em geral deixa de noticiar.

Houve uma onda de violência anti-cristã realizada por muçulmanos ao redor do mundo, o que incluiu a destruição de cerca de 200 igrejas cristãs na Nigéria durante um curto período por volta de outubro, de acordo com um novo relatório do Instituto GateStone.
A organização de Raymond Ibrahim, um especialista em islamismo e Oriente Médio que tem documentado suas descobertas no livro “Crucificados de Novo: Desmascarando a Nova Guerra do Islamismo Contra os Cristãos”, apresentou uma estimativa da recente onda nesta sexta-feira.
"Em apenas dois meses, de agosto a outubro, cerca de 200 igrejas cristãs foram destruídas na Nigéria pela organização islâmica Boko Haram e pelos seus aliados muçulmanos, depois que eles capturaram cidades e aldeias nos estados do nordeste de Borno e Adamawa", disse o relatório. "Nas palavras do Rev. Gideon Obasogie, o diretor de Comunicação Social Católica da Diocese de Maiduguri no estado de Borno, "a tomada do território pelo grupo, em ambos os estados, deixou 185 igrejas incendiadas e mais de 190.000 pessoas deslocadas devido o [Boko Haram]".
Ibrahim comentou que, "também em outubro, o Centro de Estudos do Cristianismo Global nos Estados Unidos concluiu que, ‘cerca de 100.000 cristãos são assassinados anualmente por causa de suas crenças religiosas, ou seja, um a cada cinco minutos. Além disso, em muitos países, muitas outras minorias religiosas sofrem violência e perseguição. Em países como o Iraque, Síria, Nigéria, Camarões, Sudão, Paquistão, Somália e Egito, os cristãos idosos, mulheres, homens e seus filhos vivem em condições de total insegurança. Eles são expulsos de suas casas; jogados na prisão por blasfêmia e brutalmente mortos durante as celebrações litúrgicas, as igrejas são queimadas. As meninas são raptadas e forçadas a se casarem’".
Entre os outros incidentes de violência muçulmana contra os cristãos, durante esse período de outubro, que foram descobertos por Ibrahim incluem:
Um relatório da mídia árabe descreveu como uma "bomba caseira" explodiu ao lado da Igreja Evangélica de Deus em Minya, no alto Egito. O relatório disse que não houve vítimas.
E na Alemanha, uma "Igreja Cristã Copta no país europeu foi atacada e incendiada". De acordo com o relatório, "O prefeito de Berlim condenou o ataque e o incêndio deliberado da Igreja Ortodoxa Copta Santo Shenouda e Santo Atanásio em Berlim por extremistas ..."
Em seguida, no Iraque, houve atentados que "atingiram e devastaram a Igreja da Ressurreição, perto da cidade de Qaraqosh. O local de culto cristão estava sendo usado como base para os jihadistas, que tinham derrubado a cruz do telhado do edifício".
Nas Filipinas, "Um ataque com granadas em uma igreja durante o culto deixou duas cristãs mortas – Felomina Ferolin, uma enfermeira de 54 anos de idade, e a professora Gina Cabilona, de 39 anos de idade – e a outros três feridos". De acordo com as informações coletadas, "Dois homens em uma moto dispararam um lançador de granadas na porta da Igreja Unida de Cristo antes de fugirem".
E, de acordo com o relatório de Ibrahim, no Sudão, a "força aérea lançou quatro bombas em uma Igreja Episcopal ... nas Montanhas de Nuba". Um pastor relatou que toda a propriedade foi dizimada.
Os ataques, por vezes, assumiram a forma de decisões judiciais, relatou Ibrahim.
Ele disse que no Irã, três cristãos foram condenados a seis anos de prisão por estarem envolvidos em igrejas domésticas. Jason Demars, do Ministério Present Truth, disse no relatório que as autoridades iranianas querem "silenciá-los – depois querem levá-los para longe em um local onde seja difícil de se chegar, para que as suas famílias não os encontrem".
E, no Cazaquistão, dois homens cristãos, Vyacheslav Cherkasov e Zhasulan Alzhanov, receberam penas de prisão por distribuírem literatura cristã depois que as autoridades alegaram que um dos livros incitava ao ódio religioso.
O livro era "Jesus: Mais que um Profeta", que é uma coleção de testemunhos de pessoas que fugiram do islamismo para o Cristianismo.
Ibrahim relata que no Líbano, um cristão convertido do islamismo foi forçado a esconder-se porque o seu pai e os seus irmãos estavam procurando-o para "cortarem a minha garganta".
O relatório GateStone disse que na Malásia, um líder muçulmano estava convocando o povo para encontrar Bíblias e queimá-las.
E no Paquistão, um tribunal confirmou a pena de morte para Asia Bibi, uma mãe cristã que foi acusada de blasfêmia.
No Sudão, um muçulmano convertido ao Cristianismo escapou de um atentado contra a sua vida, quando um homem armado entrou em sua casa e abriu fogo. E no Uzbequistão, um homem cristão foi multado em 50 vezes o salário mínimo mensal do país por ter "literatura religiosa".
Ibrahim escreve que em seu relatório, a compilação não pretende ser exaustiva.
"Embora nem todos, ou mesmo a maioria, dos muçulmanos estejam envolvidos, a perseguição aos cristãos está se expandindo. O relatório 'A Perseguição Muçulmana aos Cristãos' foi desenvolvido para reunir alguns – não todos – dos casos de perseguição que vêm à tona a cada mês. Ele documenta o que a mídia em geral muitas vezes deixa de noticiar. Ele argumenta que essa perseguição não é aleatória, mas sistemática, e ocorre em todas as línguas, etnias e locais", explicou ele.

segunda-feira, 5 de janeiro de 2015

Dilma desautoriza ministro e mostra que novo governo será autoritário e incompetente

nelson_barbosa_01Na contramão – O segundo governo de Dilma Rousseff começou igual ou pior que o anterior. Ainda nas horas de estreia da nova administração, Dilma desautorizou o ministro Nelson Barbosa, do Planejamento, em mais um ato de truculência e destempero comportamental. O que mostra que a presidente reeleita não apenas padece de falta de opinião, mas é refém de setores políticos que insistem em jogar para a plateia, como se a lógica não devesse prevalecer.
Ao tomar posse na pasta do Planejamento, Barbosa disse que o governo enviaria ao Congresso Nacional, ainda este ano, uma nova proposta de reajuste do salário mínimo para o período 2016-2019. Não demorou muito para a presidente, que descansa com a família na base naval de Aratu, na Bahia, determinar que o ministro desmentisse sua própria declaração. Ou seja, a economia brasileira tende a continuar na barafunda que todos conhecem e que colocou o País à beira do precipício da crise.
Para um governo que tem dificuldade de manter o equilíbrio fiscal e busca o aumento de receitas, valorizar o salário do trabalhador é o mínimo que deve fazer, caso queira incentivar o consumo e impulsionar o recolhimento de impostos. Do contrário, o Brasil continuará na trajetória descendente.
Quando Dilma anunciou a atual fórmula de reajuste do salário mínimo, que continuará em vigor, e decidiu que o aumento se daria por decreto presidencial, o UCHO.INFO de pronto afirmou que a medida tinha tudo para ser um tiro pela culatra, especialmente porque o Palácio do Planalto desde então aposta no consumo interno como forma de reverter a crise econômica.
A fórmula vigente reajusta o salário mínimo com base em dupla indexação: o crescimento do PIB de dois anos antes e o índice de inflação, medida pelo INPC, do ano anterior. Como já destacou inúmeras vezes o UCHO.INFO, o salário mínimo de 2016, tomando por base o crescimento da economia em 2014, terá aumento real próximo de zero, uma vez que o avanço do PIB no ano passado deve ficar abaixo de 0,2%. Isso significa que o plano desenhado por Joaquim Barbosa, ministro da Fazenda, e Nelson Barbosa, titular do Planejamento, foi pelo ralo apenas porque a presidente é teimosa, além de ser poço de incompetência quando o assunto é economia.
Únicos nomes respeitáveis da equipe ministerial, Levy e Barbosa certamente não aguentarão desaforos presidenciais por muito tempo, até porque ambos têm o dever de preservar os respectivos currículos. Ou seja, é grande a chance de o novo governo de Dilma Rousseff ser mais do mesmo ou algo ainda pior do que se viu até agora.
Assim, como Joaquim Levy, o ministro do Planejamento começou a trabalhar muito antes do fim do desastrado primeiro governo de Dilma, tendo despachado, no período de transição, no Palácio do Planalto, ao lado do gabinete presidencial. Em outras palavras, Barbosa discutiu a questão do reajuste salarial com diversos assessores palacianos, começando pelo chefe da Casa Civil, Aloizio Mercadante, que continua dando palpites na economia do País.
É no mínimo irresponsabilidade imaginar que Nelson Barbosa anunciou mudanças no cálculo do reajuste do salário mínimo sem o consentimento da presidente da República. E se assim o tivesse feito, nada de errado existira, pois ele e Levy foram chamados por Dilma para colocar a economia verde-loura nos trilhos, o que não acontecerá tão cedo. Em suma, o segundo governo de Dilma começou muito mal e tem todos os ingredientes para piorar. Afina, a presidente se rende à pressão exercida nos bastidores pelos companheiros de legenda.

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Brasil registra 1º déficit na balança comercial em 14 anos, reflexo dos seguidos equívocos do governo

balanca_comercial_03Prova dos nove – A balança comercial brasileira registrou, em 2014 déficit de US$ 3,930 bilhões, o primeiro desde 2000, informou nesta segunda-feira (5) o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. O resultado é o pior do comércio exterior brasileiro desde 1998, quando o déficit da balança verde-loura atingiu US$ 6,623 bilhões.
As importações feitas por brasileiros em 2014 somaram US$ 229 bilhões, ao passo que as exportações totalizaram US$ 225,1 bilhões. Portanto, o déficit de US$ 3,9 bilhões se explica pelo fato de o volume de importações ter ultrapassado o de exportações.
A economia mundial andando de lado e a crise econômica que chacoalha a Argentina, um dos principais compradores de produtos brasileiros, estão entre os fatores que contribuíram para a piora na balança comercial do País.
A última vez que o país registrou déficit nas transações com outros países, antes do ano passado, foi em 2000, quando as importações superaram as exportações em US$ 731,7 milhões.
Esse cenário mostra de forma clara que a indústria nacional continua à míngua, sem que as autoridades federais tomem alguma providência para reverter a situação. Em meados de 2005, o UCHO.INFO alertou o governo para o perigo que representava os primeiros passos de um processo de industrialização, que com o passar do tempo tornou-se pior e mais grave. À época, os palacianos deram de ombros para o nosso alerta, pois a ordem era salvar Lula do furacão que se formou no rastro do escândalo de corrupção que ficou nacionalmente conhecido como Mensalão do PT.
O resultado desanimador da balança comercial em 2014 reflete a crise que vem corroendo lentamente o Brasil, enquanto Dilma Rousseff, a presidente reeleita, e seus aduladores insistem em colocar a culpa no cenário internacional, como se o desgoverno petista fosse vítima de outras economias.
A política econômica adotada por Dilma nos últimos quatro anos foi tão pífia, que a previsão de crescimento do Produto Interno Bruto em 2014 não passa de 0,18%, índice vergonhoso se comparado aos de outros países. Para que o leitor compreenda o efeito das lambanças patrocinadas pelo PT no último quadriênio, a Colômbia, que há anos enfrenta sérios problemas com a guerrilha, a previsão de crescimento do PIB é de 4,8%.
Quando comparamos o PIB de 2014 do Brasil com países que integram o chamado grupo de emergentes, a situação piora sobremaneira. A economia da Índia, por exemplo, deve registrar crescimento de 5,6% em 2014; a da China, 7,4%; a do México, 2,4%; e a da África do Sul, 1,4%.

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Empresa de papel empurra ações da Petrobras para baixo e impulsiona criação de nova CPMI

http://ucho.info/?p=88131

petrobras_06Ação mafiosa – Quando deixou a Secretaria-Geral da Presidência na última sexta-feira (2), ocasião em que passou o cargo ao sucessor Miguel Rossetto, o coroinha palaciano Gilberto Carvalho, conhecido por ser dependente de declarações polêmicas, disse que petistas não são ladrões. Dois dias depois desse falácia, o jornal “O Globo” trouxe, na edição de domingo (4), matéria que afirma que a Petrobras criou uma “empresa de papel” para construir e operar uma rede de gasodutos.
Carvalho pode dizer o que quiser, até porque o Brasil ainda é uma democracia, e como tal privilegia a livre manifestação de pensamento, mas não há como negar o inegável. O escândalo da “empresa de papel” da Petrobras não apenas prova o banditismo político que tomou conta do PT nos últimos doze anos, mas anula a movimentação dos governistas no Congresso nacional para evitar a criação de uma nova CPMI para investigar os desmandos praticados na petrolífera nacional.
O jornal “O Globo” revelou, a partir de auditoria sigilosa realizada pelo Tribunal de Contas da União (TCU), que a Petrobras usou um escritório de contabilidade fluminense para constituir a empresa Transportadora Gasene S.A., responsável pela construção de gasodutos entre o Rio de Janeiro, Bahia e Espírito Santo.
Técnicos do TCU identificaram que um dos trechos do empreendimento teve os custos superfaturados em mais de 1.800%, além de outras irregularidades, como a dispensa ilegal de licitação, a inexistência de projeto básico e pagamentos sem a correspondente prestação de serviço. O trecho problemático está localizado entre o Polo de Gás Cacimbas, no município de Linhares (ES), e Catu, na Bahia, e foi inaugurado pelo governo do PT, em março de 2010, com direito a festa. Participaram da solenidade o então presidente Luiz Inácio da Silva, a então chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, além do presidente e da diretora de Gás e Energia da estatal, José Sérgio Gabrielli e Maria das Graças Foster, respectivamente.
Os escândalos que têm corroído o caixa e a reputação da Petrobras são tantos, que nesta segunda-feira (5) as ações da empresa (ON) registraram queda de 8,11% e foram comercializadas a R$ 8,27, menor valor desde 2004. É fato que a queda no preço do petróleo no mercado internacional também contribuiu para mais esse recuo, mas é preciso destacar que os investidores ficam desconfiados quando o assunto é ação da Petrobras.
Desde que a Operação Lava-Jato, da Polícia Federal, desmontou a ciranda de corrupção que funcionava em algumas diretorias da empresa, a Petrobras vem sofrendo seguidos aranhões em sua imagem, outrora respeitada, não sem antes ver seus cofres serem saqueados por marginais que operavam a mando de partidos políticos e com a explícita anuência do Palácio do Planalto.
Em seu defensivo discurso de posse, a presidente Dilma Rousseff decidiu passar rapidamente pelo escândalo do Petrolão e saiu em defesa da estatal. Disse a presidente reeleita: “Vamos defender a Petrobrás de seus predadores internos e inimigos externos. Por isso, vamos apurar com rigor tudo de errado que foi feito, fortalecer cada vez mais e criar mecanismo que evitem que fatos como este possam voltar a ocorrer”. Ora, os maiores predadores da Petrobras são o PT e alguns partidos da criminosa base aliada, como PMDB e PP, entre outros.

Mídia Sem Máscara - Mídia ativa, público passivo

Mídia Sem Máscara - Mídia ativa, público passivo


Nos países onde a opinião pública tem boa noção de seu valor e força, manipulações e abusos do tipo que ocorrem entre nós são rapidamente corrigidos.

Triste a nação que renuncia à tarefa de transmitir valores morais às suas gerações!


Jornalistas costumam dizer que a imprensa tem costas largas, sendo objeto de críticas merecidas e imerecidas. É verdade. Mas também costuma ter costas quentes, pois o poder de que desfruta lhe proporciona uma boa proteção. Numa sociedade de massa, entre muitos outros papéis, a mídia desempenha tarefa relevante na formação da opinião pública, ou seja, no modo de pensar, nos usos e costumes, nos critérios de juízo e na formação dos padrões morais e de conduta que os indivíduos passam a reproduzir no cotidiano.
Atirarei alguns chapéus ao vento. Há veículos e profissionais de imprensa que deformam as consciências; deprimem os padrões culturais da sociedade; criam hoje os mitos que lhes convêm para derrubá-los amanhã quando já não servirem mais; estimulam o relativismo e atacam os valores morais; servem ao patrão estatal da vez, e por aí afora. Em muitos e muitos casos, tais acusações são tão corretas quanto provavelmente sejam corretas outras suspeitas em que esses mesmos se envolvem. Mas o mesmo dedo acusador que aponta com precisão as culpas da mídia dá sinais de ser uma bússola desorientada quando se trata de vasculhar a própria conduta.

A moderna comunicação é um canal de duas vias onde o público desempenha o papel importante e onde os fenômenos de ação e reação determinam cadência permanente (note-se, a propósito, que a omissão é uma forma bem medida de reação). Cabe indagar, então, especialmente àqueles cuja consciência permite identificar os malefícios causados pela eventual ou permanente irresponsabilidade social dos veículos: quais são suas reações pessoais ante o problema? Como você interage? Em que sua atitude difere daquela adotada pelos consumidores menos sensatos ou omissos? Quantas vezes tornou conhecidas suas divergências, ou mesmo seu apoio, ao julgar merecido? E mais: a que veículos de comunicação concede estímulo, assinatura, leitura, audiência ou patrocínio?

Nos países onde a opinião pública tem boa noção de seu valor e força, manipulações e abusos do tipo que ocorrem entre nós são rapidamente corrigidos. Por isso, estou cada vez mais convencido de que, com freqüência, as vítimas somos co-responsáveis pelos males a que nos submetem, pois bastariam, em muitos casos, vinte ou trinta manifestações por telefone ou e-mail para modificar certos usos ou abusos.

Triste a nação que renuncia à tarefa de transmitir valores morais às suas gerações! Enquanto as famílias cuidam apenas da subsistência; enquanto as escolas são oficialmente usadas para absolutizar o relativismo moral; enquanto as Igrejas se ocupam preferentemente de questões sociais e políticas; enquanto os meios de comunicação abusam de seu poder para seduzir e, ao mesmo tempo, desmiolar seu público; e enquanto as instituições semeiam joio no meio do trigo, quem, afinal de contas, vai orientar a sociedade para o bem?



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Mídia Sem Máscara - Deformidades mentais

Mídia Sem Máscara - Deformidades mentais

A amostra mais reveladora da política brasileira nos últimos tempos não é o Petrolão, mas o caso Bolsonaro.

Pelo menos desde os estudos de François Furet, que datam de duas décadas atrás (especialmente Le Passé d’une Illusion, 1995), já não é permitido a nenhuma pessoa intelectualmente responsável ignorar que a formação comunista não introduz apenas algumas crenças falsas na mente humana, mas deforma gravemente a sua percepção da realidade em geral, nas grandes como nas pequenas coisas, na esfera da política e da História como na da moral e dos sentimentos.

Isso transparece em praticamente qualquer atitude pública de um líder ou militante comunista, mas com diferentes graus de nitidez. Em certos casos é preciso escavar fundo, em outros a deformidade se evidencia logo ao primeiro exame, só permanecendo invisível ao próprio indivíduo que a ostenta e aos membros do seu círculo que padecem do mesmo handicap.
Como é regra geral entre psicopatas, bem como entre os histéricos que os imitam, os comunistas não revelam suas verdadeiras intenções quando estão com medo, mas quando se sentem seguros contra um inimigo minoritário que lhes parece indefeso o bastante para ser estraçalhado sem grande dificuldade. Encorajados pela vantagem numérica, passam da desconversa escorregadia à ostentação do ódio mais descarado e inumano, sem medo de ser felizes com a desgraça alheia.
Por isso, entendo que a amostra mais reveladora da política brasileira nos últimos tempos não é o Petrolão, mas o caso Bolsonaro. A própria diferença de proporções entre um escândalo mundial e uma intriga de galinheiro já implica que num deles os sintomas apareçam com mais clareza. Se no primeiro o que se observa é uma corrida desperada aos subterfúgios, às desculpinhas e ao confusionismo mais alucinante, no segundo cada novo assanhadinho  que acrescenta sua voz ao coro dos decapitadores se esmera em exibir, não só com despudor, mas com orgulho obsceno, toda a feiúra e sujeira da sua alma. 
O mais recente deles foi o comentarista de futebol e política, Juca Kfouri, que, no intuito de criminalizar per fas et per nefas o deputado da direita, modificou a frase ofensiva dita à deputada Maria do Rosário e bem documentada em vídeo, de “Jamais estupraria você porque você não merece”, para “Só não estupro você porque você não merece”, transformando um sarcasmo cruel, mas inócuo, numa apologia do estupro, se não numa ameaça de cometê-lo. Kfouri, com toda a evidência, não julga Bolsonaro pelo que este disse, mas pelo que gostaria que ele tivesse dito para mais facilmente poder condená-lo.  
Raras vezes a má-fé de um caluniador se revelou de maneira tão escancarada. Confiram em http://blogdojuca.uol.com.br/2014/12/bolsonaro-e-a-covardia-de-24-partidos/. Se existisse no jornalismo brasileiro um pingo da tão propalada “ética”, o autor dessa fraude abjeta, caso não pedisse desculpas ao ofendido, seria expulso da profissão a cusparadas.
Na mesma semana, a deputada federal Manuela D’Ávila (PCdoB-RS) afirmou que “quando ele (Bolsonaro) diz que Maria do Rosário não merece ser estuprada, diz subliminarmente que algumas mulheres merecem e que ele é sim um potencial estuprador”. Vejam em http://www.brasil247.com/pt/247/rs247/164759/Manuela-'Bolsonaro-é-um-potencial-estuprador'.htm. Como já expliquei aqui, o verbo “merecer” foi usado pelo deputado para insinuar, de maneira canhestra e, a meu ver, com patente injustiça, que a ofendida não tem os dotes físicos requeridos para despertar desejo em estupradores ou em qualquer homem que seja. A sra. D’Avila transfigura o gracejo de mau gosto numa afirmação literal de que algumas mulheres merecem realmente sofrer violência sexual. Mas, se foi isso o que o deputado quis dizer, por que excluiria desse destino brutal justamente a mulher que naquele momento ele desejava hostilizar, reservando o “mérito” para as que nada haviam feito contra ele? Isso seria um anti-insulto completamente vazio, um flatus vocis sem nenhum poder de fogo. A interpretação que a sra. D’Avila faz  do episódio revela a mesma sanha kfouriana de forçar a semântica para dar às palavras do deputado a acepção de uma ameaça criminosa, não recuando nem mesmo ante o ilogismo mais gritante. A incapacidade de perceber sarcasmo é às vezes sintoma de doença mental, às vezes prova de analfabetismo funcional. Em qualquer dos dois casos, como pode a sra. D’Avila estar qualificada para sondar “intenções subliminares” numa frase cujo sentido e cujo tom lhe escapam tão completamente? Como aceitar que tão ostensiva demonstração de inépcia lingüística habilite sua autora a bancar a psiquiatra forense?
Não é a primeira vez que o deputado é alvo de ataques desse tipo, tão odientos quanto despropositados. Um cartaz do PT, recentemente distribuído pela internet, responsabilizava-o moralmente pelos cinqüenta mil estupros registrados no Brasil (número que discutirei num artigo vindouro), sem explicar, é claro, como os rigores da legislação anti-estupro exigida pelo sr. Bolsonaro poderiam ter produzido tão paradoxal resultado.
Fiel a essa lógica invertida, a sra. Jandira Feghali, do PCdoB, não só xingou novamente o deputado de “estuprador”, sem apontar quem diabos ele teria estuprado, como também pediu a cassação do seu mandato pelo crime de haver respondido com grosseria à agressão intempestiva, sem provocação ou motivo, que sofrera da deputada Maria do Rosário Nunes (v. http://sigajandira.com.br/site2/jandira-reage-a-bolsonaro-e-pede-cassacao-de-mandato/).
Não vejo por que defender o deputado. Pela enésima vez ele vai provavelmente vencer e humilhar seus perseguidores. A própria Manuela D’Ávila reconheceu a inocuidade jurídica do antibolsonarismo organizado, ao declarar que o deputado “se empodera pelas recorrentes absolvições” (sic) – como se absolvições nada valessem face à ciência superior de uma mocinha que mal entende o que lê. E a explosão caluniosa do sr. Kfouri foi causada pela sua frustração diante do fato de que só quatro entre os vinte e oito partidos do Congresso aderiram ao pedido de cassação.
No entanto, é irresistível, diante da estranheza do fenômeno, investigar o que poderia tê-lo causado. É o que farei nos próximos artigos. A coisa é muito mais reveladora do que o leitor pode imaginar à primeira vista.

P. S. -- Eu seria o último a supor que o sr. Kfouri fingiu conscientemente sua indignação ante o que chamou de “covardia” dos partidos não-aderentes. O fingimento histérico não é jamais premeditado: é um modo de ser arraigado e constante, uma segunda natureza: a mente deformada pela auto-intoxicação comunista não precisa deformar-se de novo e de novo para cada encenação subseqüente – o teatro permanece em função ininterrupta, não deixando espaço para que o ator perceba algum hiato entre o personagem representado e a sua condição real de pessoa humana. É por isso que, diante da conduta histérica, falham por completo os critérios usuais de distinção entre a sinceridade e a hipocrisia.


Publicado no Diário do Comércio.
http://olavodecarvalho.org

Mídia Sem Máscara - Os ovos de Veríssimo

Mídia Sem Máscara - Os ovos de Veríssimo
A exemplo de qualquer país comunista, Cuba não permite que instituições externas monitorem seus dados.

O escritor Luiz Fernando Veríssimo, competente quando faz humor e engraçadíssimo quando escreve sério, furou o teto da falta de noção no texto publicado em 22 de dezembro, em Zero Hora. Ao longo da coluna, para justificar a terrível violência institucional do totalitarismo chinês e cubano, LFV foi argumentando com base em omeletes e ovos. Meios e fins. Quebrar ovos para fazer omeletes. Deixou de lado o totalitarismo soviético porque, pelo jeito, não serviu à tese. Mais valem dois argumentos na mão do que uma tese voando.

A paixão ideológica tem razões que a razão desconhece. Os leitores sabem distinguir um ovo de uma pessoa humana, não há necessidade de contra-arrazoar. Vou ao que conheço mais, que é a publicidade comunista em torno do IDH cubano. Atribuir confiabilidade a dados sociais fornecidos por qualquer governo comunista é uma enorme ingenuidade. É o mesmo que acreditar em Fidel Castro. Ou em Lula. Ou em Dilma. Dou um exemplo que serve ao caso. Fidel, no dia 8 de janeiro de 1959, no discurso que fez ao entrar em Havana, logo após a sua revolução (Che Guevara chegara antes), falou assim às mães cubanas: "Hoy yo quiero advertir al pueblo, y yo quiero advertir a las madres cubanas, que yo haré siempre cuanto esté a nuestro alcance por resolver todos los problemas sin derramar una gota de sangre.  Yo quiero decirles a las madres cubanas que jamás, por culpa nuestra, aquí volverá a dispararse un solo tiro" (íntegra). As mães cubanas aplaudiram. E ele, ato contínuo, começou a quebrar ovos no paredón. Bem como conviria à omelete de LFV.
Mentira, agitação e propaganda são a alma do sistema. A exemplo de qualquer país comunista, Cuba não permite que instituições externas monitorem seus dados. Por outro lado, o governo considera que, como fornece alguns itens de alimentação a preço altamente subsidiado, e proporciona estudo e atenção de saúde gratuitos à população, os ínfimos salários que paga aos trabalhadores não são representativos do que eles realmente ganham. Com isso, infla a variável renda agregando a ela os investimentos do governo. Se todos os países fizerem a mesma coisa!... É o que se chama IDH de granja, onde os frangos têm casa, comida e veterinário para cuidar de sua saúde, mas não têm liberdade, nem propriedade, nem dignidade (os estrangeiros têm direitos vedados aos próprios cubanos); não podem decidir sobre o que ler. Não há onde nem como buscar a própria felicidade.

Ah, sim, pois é, tem a Educação. Já no início dos anos 50, os padrões educacionais de Cuba se alinhavam entre os mais elevados do mundo. O que o regime fez, a par, certamente, de uma ampliação do sistema, foi transformar o ensino em "doutrinação para o comunismo", como todo regime comunista faz com vistas à própria estabilidade. Essa é uma obrigação constitucionalmente imposta ao Estado e às famílias. Ora, educar para o comunismo é quase o mesmo que não educar absolutamente, porque resulta em cerceamento da liberdade, junto com a qual, vão-se o interesse próprio, a criatividade, a inovação, a iniciativa pessoal e a recompensa do mérito.

É muito ovo quebrado para pouca omelete.


Mídia Sem Máscara - Obama vem para salvar Castro

Mídia Sem Máscara - Obama vem para salvar Castro

Cada fragmento de evidência observável prova que viajar para Cuba e fazer negócios com essa máfia stalinista enriquece e consolida estes proprietários da economia de Cuba fortemente armados e treinados pela KGB.
 Só neste ano os russos perdoaram 30 bilhões de dólares que os Castro ainda os devia.
ord
Você notou o exato momento da salvação econômica dada por Obama a Castro, de acordo com o anúncio do dia 17 de Dezembro, sob o pretexto de "mudar [nossas] relações com o povo [a ênfase é minha] de Cuba"?
Não? Mas você tem observado os preços nas bombas de gasolina, certo? Estas duas questões estão intimamente ligadas. Ah, por falar nisso, todas as evidências indicam que o "povo" real de Cuba, na verdade, quer as sanções americanas contra o regime stalinista que o tortura [1]. Por isso, o presidente Obama deveria parar de insultar a inteligência dos Observadores de Cuba com a pretensão de falar e agir em nome deles. Eis a reação que tiveram nesta semana com o presente de Natal antecipado que Obama deu ao ditador stalinista que os tortura:
"Infelizmente, o presidente Obama tomou a decisão errada. A liberdade e a democracia não serão alcançadas para o povo cubano através dos benefícios dados por ele - não ao povo cubano - mas ao governo de Cuba. O governo cubano só vai aproveitar para fortalecer a máquina repressiva, reprimir a sociedade, o povo, e permanecer no poder" - Berta Soler, líder do "The Ladies in White", o maior grupo dissidente de Cuba.
"[Alan Gross] não foi preso pelo que ele mesmo fez, mas pelo que poderia ser ganho com a sua prisão. Ele era simplesmente uma isca, e eles estavam cientes disso desde o começo... O Castrismo venceu" - Yoani Sanchez, a dissidente cubana mais famosa no exterior.
"Sinto-me como se tivesse sido abandonado no campo de batalha" - Dr. Oscar Elias Biscet, ex-preso político cubano premiado com a Medalha Presidencial da Liberdade pelo Presidente Bush.
A lista de dissidentes cubanos apunhalados e indignados é muito, muito maior.
De qualquer forma, a Venezuela - o "papaizinho" [2] pós-soviético de Cuba - está atualmente em situação econômica difícil com a queda abrupta do preço do petróleo, seu principal produto de exportação. A salvação econômica do regime de Castro parece incerta, daí o "aqui vou eu para salvar o dia" do presidente Obama.
Mas vamos encará-lo. Por mais de meia década, o regime stalinista de Castro prendeu, torturou e assassinou milhares de pessoas (incluindo cidadãos americanos), mas a maioria dos americanos parece não dar a mínima. Muito bem. Então vamos consultar mais um dissidente cubano - um que consome um pouco de carne vermelha. Vamos avisar ao cidadão comum e à dona de casa (que de forma muito compreensiva acham todas essas coisas de direitos humanos relativas a um país estrangeiro totalmente irrelevantes) que talvez seja a hora de prestar mais atenção ao problema:
"Se os Estados Unidos permitem financiamento para Cuba, então seriam os contribuintes americanos que sustentariam o regime Castro. Uma vez que ele corre para bater à porta [por crédito], o regime Castro está focado agora nos Estados Unidos", declarou Rene Gomez Manzanoin, dissidente cubano e três vezes considerado prisioneiro de consciência pela Anistia Internacional.
Bom, a Câmara de Comércio dos Estados Unidos, o lobby agrícola, o Council on Foreing Relations e os agentes de influência de Castro (e eu me repito) evitam de forma compreensiva esta questão como uma praga, daí a sua invisibilidade na mídia. Portanto, ouça: por mais de uma década, o chamado embargo americano, tão difamado pelo presidente Obama, estabeleceu que o regime stalinista de Castro pague um "adiantamento" [3] por todos os produtos agrícolas americanos através de um banco de terceiros; nenhum exportador-importador - contribuinte americano - financia vendas desse tipo. E é isso que enfurece Castro e motiva seus agentes de influência dos Estados Unidos [4].
Promulgada pela equipe de Bush em 2001, essa política de adiantamento [5] tem sido monumentalmente benéfica para os contribuintes americanos, colocando-os entre os poucos no mundo que não são trapaceados pelo regime Castro, que proporcionalmente à população é o maior devedor do mundo, com uma dívida externa estimada em 50 bilhões de dólares, uma classificação de risco próxima à da Somália e um registro ininterrupto de calotes. A Standard & Poors se recusa até mesmo a avaliar Cuba, considerando os dados econômicos apresentados pelo seu apparatchiks stalinista como absolutamente falsos. Só neste ano os russos perdoaram 30 bilhões de dólares que os Castro ainda os devia.
É interessante que um dissidente cubano possa compreender este assunto com mais precisão do que aqueles "defensores dos contribuintes americanos", Rand Paul e Jeff Flake, que aplaudiram fortemente o presente de Natal que Obama deu esta semana a Castro. Da Casa Branca, "Informe: Traçar um novo curso para Cuba":
* Instituições americanas terão permissão para abrir contas correspondentes em instituições financeiras cubanas para facilitar o processamento de transações autorizadas.
* A definição regulamentar do termo estatutário "dinheiro adiantado" será revisada para especificar que ele significa "dinheiro antes da transferência do título"; isso proporcionára um financiamento mais eficiente do comércio autorizado com Cuba.
Opa! Apesar de um pouco superficial, certamente soa como se estivéssemos nos movendo na direção contra a qual Rene Gomez nos alertou. Essa questão foi explicada recentemente com mais detalhes por um colunista do interior no SunNews network do Canadá [6].
Obama alega que temos "isolado" Cuba. Novamente, pare de insultar nossa inteligência, Senhor Presidente. A saber:
Em 1957, quando Cuba era uma "colônia econômica dos Estados Unidos", como é dito constantemente pela mídia (embora os investimentos americanos em Cuba representassem apenas 14% do PIB da ilha), os Estados Unidos exportaram 347,5 bilhões de dólares em valor de mercadoria para Cuba.
Em 2013 (quando Cuba estava sendo "estrangulada pelo bloqueio econômico americano", como constantemente é dito pela mídia), os Estados Unidos exportaram 457,3 milhões de dólares para Cuba. De fato, para cada ano de Obama no gabinete do "Cuba-embargo", os Estados Unidos exportaram mais bens para Cuba que em 1957.
Em 1957 (quando Cuba era um "parque de diversão para turistas americanos", como constantemente é dito pela mídia), 263.000 pessoas dos Estados Unidos visitaram Cuba.
Em 2013 (quando Cuba estava sendo diabolicamente "bloqueada" pelos Estados Unidos, de acordo com a mídia), estima-se que 500.00 pessoas dos Estados Unidos visitaram Cuba. Então, com Obama, visitam Cuba duas vezes mais pessoas que nos anos de ouro da década de 1950.
Em 1958, - com um "ditador apoiado pelos Estados Unidos", com os americanos "controlando a economia cubana" (de acordo com a mídia, embora, de fato, as companhias americanas empregassem 7% da força de trabalho de Cuba) - a equipe da embaixada dos Estados Unidos em Cuba era de 87 pessoas, incluindo os funcionários cubanos.
Hoje, que supostamente não há qualquer relação diplomática com Cuba (de acordo com a mídia) a equipe da Seção de Interesse dos Estados Unidos tem 351 pessoas, incluindo os funcionários cubanos. Na verdade, por mais de uma década os Estados Unidos tiveram o dobro de funcionários diplomáticos em Havana que no Canadá e no México juntos. Na zona cinzenta ocupada pela mídia americana isso é "isolamento diplomático".
De ordem executiva em ordem executiva, o presidente Obama já aboliu as restrições de viagens e envios do presidente Bush ao feudo patrocinador do terrorismo de Castro. Abriu o oleoduto a um ponto em que o fluxo de caixa dos Estados Unidos para Cuba foi estimado em 4 bilhões de dólares no último ano; enquanto Cuba - uma orgulhosa província da União Soviética - recebia anualmente de 3 a 5 bilhões de dólares dos Sovietes. Em resumo, quase todos os anos desde que Obama assumiu a presidência, escoou mais dinheiro dos Estados Unidos para Cuba que dos sovietes no auge do seu patrocínio à ilha caribenha. Na zona cinzenta ocupada pelos principais órgãos de mídia isso é conhecido como "embargo econômico".
Em suma, a demonstração é: registro de turismo e investimento estrangeiro em Cuba = registro de repressão do povo cubano. Cada fragmento de evidência observável prova que viajar para Cuba e fazer negócios com essa máfia stalinista enriquece e consolida estes proprietários da economia de Cuba fortemente armados e treinados pela KGB. Desta maneira, eles continuam sendo os mais empolgados guardiões do status quo do stalinismo e Patrocínio-do-Terror de Cuba.
Esta semana eles estão todos brindando com Obama, rindo e esfregando as mãos. Então, protejam suas carteiras, amigos [7].

Referências
:
[1]. Cf. [http://www.capitolhillcubans.com/2014/06/over-830-cuban-democracy-activists-sign.html].
[2]. "Sugar-daddy", "o velho rico que sustenta a jovem namorada".
[3]. "Cash up front".
[4]. Cf. [http://www.amazon.com/Longest-Romance-Mainstream-Media-Castro/dp/1594036675/ref=sr_1_1?s=books&ie=UTF8&qid=1376276049&sr=1-1&keywords=the%20longest%20romance%20humberto%20fontova&tag=viglink20738-20].
[5]. "Cash-up-front policy".
[6]. Cf. [http://www.sunnewsnetwork.ca/video/3949008632001].
[7]. Cf. [http://www.amazon.com/Longest-Romance-Mainstream-Media-Castro/dp/1594036675/ref=sr_1_1?s=books&ie=UTF8&qid=1376276049&sr=1-1&keywords=the%20longest%20romance%20humberto%20fontova&tag=viglink20738-20].


Publicado na FrontPage Magazine.
Tradução: Bruno Braga