sábado, 24 de agosto de 2013
BLOG DO ALUIZIO AMORIM: VINDA DE CUBANOS SERVE PARA DEMONIZAR MÉDICOS BRAS...
BLOG DO ALUIZIO AMORIM: VINDA DE CUBANOS SERVE PARA DEMONIZAR MÉDICOS BRAS...: Lula presidiu a reunião do Foro de São Paulo no dia 02 deste mês de agosto na capital paulista. O Foro reúne todos os comunistas latino-am...
BLOG DO ALUIZIO AMORIM: A DIABÓLICA REDE DA SUSTENTABILIDADE DAS DROGAS E ...
BLOG DO ALUIZIO AMORIM: A DIABÓLICA REDE DA SUSTENTABILIDADE DAS DROGAS E ...: Marina Silva, o Plano B de Lula e seus sequazes A ex-senadora Marina Silva afirmou que "pelo menos 70%" da Rede, partido qu...
segunda-feira, 19 de agosto de 2013
Gabinete Soninha Francine: Arco do Futuro do Pretérito
Gabinete Soninha Francine: Arco do Futuro do Pretérito: 2012 - "É aí que entra o trabalho de um prefeito com coragem, projeto, apoio federal e disposição para resolver os problemas da cida...
BLOG DO ALUIZIO AMORIM: MINISTRA CÁRMEN LÚCIA ANALISARÁ RELATÓRIO QUE COMP...
BLOG DO ALUIZIO AMORIM: MINISTRA CÁRMEN LÚCIA ANALISARÁ RELATÓRIO QUE COMP...: Ministra Cármen Lúcia A ministra Cármen Lúcia, há sete anos no Supremo Tribunal Federal (STF), é conhecida por não se envolver nas ruid...
BLOG DO ALUIZIO AMORIM: CUBO CARD, A MOEDA PARALELA DA ONG 'FORA DO EIXO',...
BLOG DO ALUIZIO AMORIM: CUBO CARD, A MOEDA PARALELA DA ONG 'FORA DO EIXO',...:
CUBO CARD, A MOEDA PARALELA DA ONG 'FORA DO EIXO', BASE DA MILITÂNCIA DO PT, É DENUNCIADA POR COMERCIANTES DE CUIABÁ.
O
pacote de notas multicoloridas, semelhantes às de jogos de tabuleiro,
enche uma gaveta no caixa do restaurante de José Ignácio Lima, no centro
de Cuiabá.
O que
os papéis representam, porém, está longe de ser brincadeira. "São R$ 21
mil, ou quase 2.000 refeições, que tento receber há três anos, sem
sucesso", diz Lima.
As
notas, de 1, 5, 10 e 50, são Cubo Cards, "moeda alternativa" lançada em
2003 pelo Espaço Cubo, um grupo “cultural” que se transformou no Fora do
Eixo, sob a liderança do ativista Pablo Capilé.
A foto
acima, sem o crédito, bomba nas redes sociais alertando os comerciantes
essa “moeda paralela” com a qual a ONG Fora do Eixo paga seus
fornecedores.
A entidade dirigida por Capilé, é acusada de deixar um rastro de calotes na praça de Cuiabá.
sábado, 17 de agosto de 2013
Mídia Sem Máscara - No que respeita à língua, do Brasil só vem merda
Bom...eu disse que não assumiria a nova ortografia podre.
Mídia Sem Máscara - No que respeita à língua, do Brasil só vem merda
Que me perdoem os amigos brasileiros, mas já não aguento mais! Puta que pariu! Em matéria de política da língua “portuguesa”, a grande diferença entre Portugal e o Brasil é que a de que a oposição ao Acordo Ortográfico, a existir no Brasil, não é organizada, ao passo que os defensores brasileiros do Acordo Ortográfico estão fortemente organizados – e a razão pela qual os putativos opositores brasileiros ao Acordo Ortográfico não estão organizados é a de que (apesar da aberração do Acordo Ortográfico) pensam que “o Brasil vai tirar vantagem”. Mas não vai.
Um sinal não é a mesma coisa que um símbolo. O símbolo tem um conteúdo, em que é simbolizado o representado (ver definição acima de “representação”), enquanto que os sinais são escolhidos arbitrariamente.
Orlando Braga edita o blog Perspectivas.
Mídia Sem Máscara - No que respeita à língua, do Brasil só vem merda
Escrito por Orlando Braga
| 16 Agosto 2013
Artigos - Cultura
"Alguns
podem pensar que ao escrever “penço” estou cometendo um erro de
gramática. Não. O erro, isso mesmo, erro é ortográfico. Tanto já se
comentou por aqui em acerto e erro, adequado e inadequado, que acredito
que a confusão agora está completa."Marcia Meurier Sandri, Mestre em Língua Portuguesa UERIArtigos - Cultura
Que me perdoem os amigos brasileiros, mas já não aguento mais! Puta que pariu! Em matéria de política da língua “portuguesa”, a grande diferença entre Portugal e o Brasil é que a de que a oposição ao Acordo Ortográfico, a existir no Brasil, não é organizada, ao passo que os defensores brasileiros do Acordo Ortográfico estão fortemente organizados – e a razão pela qual os putativos opositores brasileiros ao Acordo Ortográfico não estão organizados é a de que (apesar da aberração do Acordo Ortográfico) pensam que “o Brasil vai tirar vantagem”. Mas não vai.
Enquanto
que os defensores portugueses do Acordo Ortográfico andam
envergonhados, os defensores brasileiros do Acordo Ortográfico andam
orgulhosos. E esta diferença faz toda a diferença.
Vamos
definir alguns conceitos recorrendo a um dicionário, antes de
prosseguir na desconstrução deste raciocínio tipicamente brasileiro.
Ortografia (do latim ortographia que por sua vez deriva do grego orthographia): parte da gramática que ensina a escrever correctamente as palavras de uma língua.
Gramática: (do latim grammatica que por sua vez deriva do grego grammatike): tratado dos factos da linguagem falada e escrita e das leis que a regulam.
Convenção: do latim conventio, que significa “pacto”: resultado de um acordo explícito ou tácito.
Já agora, a definição de “representação“:
termo que designa qualquer imagem ou pensamento que se forma no
psiquismo consciente, e que se supõe responder a um elemento exterior.
Do ponto de vista da filosofia, também podemos definir “representação”
como acto pelo qual o espírito torna presentes os seus objectos mediante
a construção de imagens mentais.Ortografia (do latim ortographia que por sua vez deriva do grego orthographia): parte da gramática que ensina a escrever correctamente as palavras de uma língua.
Gramática: (do latim grammatica que por sua vez deriva do grego grammatike): tratado dos factos da linguagem falada e escrita e das leis que a regulam.
Convenção: do latim conventio, que significa “pacto”: resultado de um acordo explícito ou tácito.
A seguir, o problema é o de saber se uma língua é um mero sistema de sinais – conforme defendido por Ferdinand de Saussurre, o fundador da linguística – ou, em vez disso, é um sistema de símbolos. E aqui está o busílis da questão.
Émile Benveniste ,
para além de ter refutado uma concepção “behaviourista” da linguagem
(que é o que está subjacente ao fundamento ideológico do Acordo
Ortográfico) demonstrou que uma língua é um sistema de símbolos e não um
mero sistema de sinais, quando ele verificou que as categorias lógicas
de Aristóteles reproduzem as categorias gramaticais da língua grega
antiga, sendo que a universalidade dessas categorias lógicas de
Aristóteles devem ser adaptadas para se tornarem inteligíveis em outras
línguas.Um sinal não é a mesma coisa que um símbolo. O símbolo tem um conteúdo, em que é simbolizado o representado (ver definição acima de “representação”), enquanto que os sinais são escolhidos arbitrariamente.
O
símbolo, para além do significado cultural que o sinal também pode ter,
tem um significado espiritual (relativo à experiência humana subjectiva
e que adquire uma experiência intersubjectiva ou colectiva) que o sinal
não tem.
Um
sinal só passa a ser um símbolo quando passa a ter um conteúdo com
relação a um representado, o que lhe retira a arbitrariedade previamente
existente. Um símbolo nunca se muda porque isso resultaria também na
dissolução do seu significado; um sinal pode ser mudado mantendo-se o
seu significado anterior.
A
ortografia, para além de ser um conjunto de sinais [por exemplo, o
alfabeto], é um sistema simbólico coeso que o Acordo Ortográfico
pretende destruir.
Muita
gente pensa que o significado da língua não se altera através da
eliminação das características etimológicas da língua, como por exemplo,
a supressão das consoantes mudas. Concebendo a língua como um sistema
de sinais, pensam que mudando a constituição de uma palavra – ou seja,
mudando um mero sinal – o seu significado mantém-se exactamente igual ao
significado anterior à mudança.
«Duravão
as Cortes e as instâncias dos povos querendo que S. A. se coroasse
dizendo que o havião aclamar. Porem S. A. impidio isso, porque os povos
estavão resulutos a isso, mais do que a pagar os tributos necessários.
Sucedeo nas Cortes em S. Roque, aonde se junta o estado da nobreza, como
em S. Domingos o eclesiástico, e o dos povos em S. Francisco, que
sentando-se acaso o Duque de Cadaval em o banquinho do Secretário delas,
que era o Marquês de Gouveia, que ainda se não começavão, o qual lugar é
no topo da casa, junto de um bofete, donde principião os bancos pela
casa abaxo em que se sentão os 30.»
- “Governo
do Príncepe Dom Pedro regente de Portugal”, citado do livro “Portugal,
Lisboa e a Corte de D. Pedro II e de D. João V – Memórias Históricas de
Tristão da Cunha de Ataíde, 1º Conde de Povolide”, página 99, 1990,
Chaves Ferreira – Publicações, S. A.
Mudando
as palavras mudam-se os símbolos – e não os sinais -, porque uma
língua, para além das palavras, tem uma morfologia e uma sintaxe que
implicam previamente uma simbologia. E, para a esmagadora maioria dos
brasileiros, este texto não é “português” mas antes é chinês: tornou-se
ininteligível. Por isso é que a literatura brasileira é muito pobre se
tivermos em consideração a população do Brasil. E o que parece é que o
Brasil, não contente com a pobreza endógena da sua literatura, pretende
exportar a sua indigência literária para todo o mundo de língua
portuguesa.
Orlando Braga edita o blog Perspectivas.
Mídia Sem Máscara - Irmandade Muçulmana: temos informações comprometedoras sobre Obama
Mídia Sem Máscara - Irmandade Muçulmana: temos informações comprometedoras sobre Obama
O
filho de um líder da Irmandade Muçulmana no Egito que está preso afirma
que seu pai tem evidência que irá colocar o presidente Obama na prisão.
Tradução: Eliseu P. L. J.
Do WND: Muslim Brotherhood claim: We’ve got “goods on Obama”
Escrito por Jerome Corsi
| 16 Agosto 2013
Internacional - Estados Unidos
Internacional - Estados Unidos
O
filho de um líder da Irmandade Muçulmana no Egito que está preso afirma
que seu pai tem evidência que irá colocar o presidente Obama na prisão.
A
afirmação chegou num momento em que o governo de Obama, com a
assistência dos senadores John McCain, (R-Ariz) e Lindsey Graham, (R
-S.C.), e o envolvimento descarado do homem número 2 no Departamento de
Estado dos EUA, fez um esforço conjunto para libertar líderes da
Irmandade Muçulmana no Egito.
Em
uma entrevista para a agência de notícias Anatolia na Turquia, Saad
Al-Shater, o filho do líder encarcerado da Irmandade Muçulmana Khairat
Al-Shater, disse que seu pai “tem em mãos” evidência que irá colocar
Obama na prisão.
Em
uma pequena ameaça velada, Saad Al-Shater disse que uma delegação dos
EUA foi enviada ao Cairo por Obama para pressionar as autoridades a
libertarem os líderes encarcerados da Irmandade Muçulmana, incluindo seu
pai a fim de impedir a divulgação de informações explosivas.
Fluente
em árabe e ex-membro da Organização para a Libertação da Palestina,
Walid Shoebat traduziu o informe da agência de notícias Anatolia
conforme abaixo:
Em
uma entrevista para a agência de notícias Anatolia, Saad Al-Shater, o
filho de um líder da Irmandade Muçulmana (o preso Khairat Al-Shater),
disse que seu pai tem em mãos evidência que irá colocar o presidente dos
Estados Unidos da América, o presidente Obama, na prisão. Ele ressaltou
que a delegação de alto nível dos EUA atualmente visitando o Egito sabe
muito bem que o destino, futuro, interesses e reputação do seu país
está nas mãos de seu pai, e eles sabem que ele possui as informações,
documentos e gravações que incriminariam e condenariam seu país. Tais
documentos, ele diz, foram colocados em mãos de pessoas de confiança
dentro e fora do Egito, e que a libertação de seu pai é a única forma de
impedir uma grande catástrofe. Ele declarou que um alerta foi enviado
ameaçando mostrar como o governo dos EUA está ligado. As provas foram
enviadas através de intermediários, que os levou a mudar de atitude e
corrigir sua posição, e que eles têm tomado medidas sérias para provar
boa-fé. Saad disse ainda que a segurança de seu pai é mais importante
para os americanos do que é a segurança de Mohamed Mursi.
Escrevendo em seu blog,
Shoebat notou que seis diferentes fontes árabes confirmaram a
entrevista com Saad Al-Shater e o relatório das alegações de Al-Shater.
Shoebat
disse que a entrevista com Saad Al-Shater foi em 7 de agosto, fazendo
provavelmente com que a referência à “delegação de alto nível dos EUA
atualmente visitando o Egito” fosse sobre a viagem de McCain, Graham e o
vice-secretário de Estado dos EUA, William Burns
No
dia 6 de agosto, com o vice-presidente interino egípcio Mohamed El
Baradei, o ex-diretor-geral da Agência Internacional de Energia Atômica
da ONU, McCain e Graham chamaram Khairat Al-Shater e outros líderes
presos da Irmandade Muçulmana de “presos políticos”. Eles disseram aos
repórteres no Cairo que não libertar os prisioneiros da Irmandade
Muçulmana seria “um erro enorme”.
O
presidente interino do Egito, Mansour Adly, rejeitou o pedido da
delegação dos EUA, dizendo aos repórteres no Cairo que se tratava de uma
“interferência inaceitável na política interna”.
No
dia 6 de agosto, a Associated Press informou que o governo egípcio
planeja processar Khairat Al-Shater e os outros líderes da Irmandade
Muçulmana presos sob a acusação de incitar a violência em dezembro
passado, quando os membros da Irmandade Muçulmana atacaram manifestantes
sentados fora do escritório do então presidente Mohamed Mursi,
resultando na morte de 10 pessoas.
A
ABC News informou que Burns viajou separadamente na noite de domingo, 4
de agosto, para a notória prisão de Tora, no centro do Cairo, para se
reunir com Khairat Al-Shater, apesar das alegações da Irmandade
Muçulmana de que Al-Shater se recusou a se reunir com ele.
No
dia 6 de agosto em uma entrevista para a CNN, no Egito, McCain
mencionou o preso Khairat Al-Shater, conhecido abertamente como líder da
Irmandade Muçulmana, quando perguntado sobre indivíduos que poderiam
negociar com sucesso um futuro governo egípcio.
Os
senadores criaram polêmica em uma conferência de imprensa no Cairo
transmitida pela Al Jazeera, quando McCain chamou a expulsão de Morsi em
3 de julho de um “golpe”, uma palavra que o governo Obama tem resistido
usar.
Shoebat
publicou evidência documentando que Khairat Al-Shater tem sido
implicado no tráfico de armas através do Sinai e para dentro de Gaza bem
como negociando libertações de prisioneiros em troca de terroristas.
O
ex-jurista americano Joseph diGenova, representante legal para o
denunciante do caso Benghazi, Mark Thompson, afirmou nesta semana que
autoridades dos serviços de inteligência com conhecimento do ataque ao
consulado em Benghazi acreditam que o ataque estava ligado a 400 mísseis
terra-ar destinados aos rebeldes sírios que as autoridades
norte-americanas temiam que poderiam ser utilizados para abater um avião
ou atacar uma embaixada dos EUA.
Duas semanas após o ataque a Benghazi, o WND foi o primeiro a informar
fontes afirmando que o complexo de Benghazi era um centro de
inteligência e planejamento da CIA usado para recrutar e armar rebeldes
islâmicos para lutar contra o presidente sírio Bashar al-Assad.
Tradução: Eliseu P. L. J.
Do WND: Muslim Brotherhood claim: We’ve got “goods on Obama”
Assinar:
Postagens (Atom)
