terça-feira, 16 de agosto de 2011
BLOG DO ALUIZIO AMORIM: GENERAL DETONA JOBIM E O MEGALONANICO
BLOG DO ALUIZIO AMORIM: GENERAL DETONA JOBIM E O MEGALONANICO: "A queda de Nelson Jobim do Ministério da Defesa, no último dia 4, trouxe à tona o ressentimento de oficiais das Forças Armadas com supos..."
sábado, 13 de agosto de 2011
Carta Abraham Lincoln ao professor de seu filho.
"Caro professor, ele terá de aprender que nem todos os homens são justos, nem todos são verdadeiros, mas por favor diga-lhe que para cada vilão há um herói, que para cada egoísta, há também um líder dedicado, ensine-lhe, por favor, que para cada inimigo haverá também um amigo, ensine-lhe que mais vale uma moeda ganha que uma moeda encontrada, ensine-o a perder, mas também a saber gozar da vitória, afaste-o da inveja e dê-lhe a conhecer a alegria profunda do sorriso silencioso, faça-o maravilhar-se com os livros, mas deixe-o também perder-se com os pássaros no céu, as flores no campo, os montes e os vales.
Nas brincadeiras com os amigos, explique-lhe que a derrota honrosa vale mais que a vitória vergonhosa, ensine-o a acreditar em si, mesmo se sozinho contra todos.
Ensine-o a ser gentil com os gentis e duro com os duros, ensine-o a nunca entrar no comboio simplesmente porque os outros também entraram.
Ensine-o a ouvir todos, mas, na hora da verdade, a decidir sozinho, ensine-o a rir quando estiver triste e explique-lhe que por vezes os homens também choram.
Ensine-o a ignorar as multidões que reclamam sangue e a lutar só contra todos, se ele achar que tem razão.
Trate-o bem, mas não o mime, pois só o teste do fogo faz o verdadeiro aço, deixe-o ter a coragem de ser impaciente e a paciência de ser corajoso.
Transmita-lhe uma fé sublime no Criador e fé também em si, pois só assim poderá ter fé nos homens.
Eu sei que estou pedindo muito, mas veja o que pode fazer, caro professor."
Abraham Lincoln, 1830
Não tenho como conferir a veracidade de imediato. Mas pelo que conheço e já estudei da vida deste grande
homem e estadista, é bem a cara dele!
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domingo, 31 de julho de 2011
Benute Santos: Valores
Benute Santos: Valores: "Já escrevi sobre a administração pública no período em que os presidentes eram militares. Neste período tive o privilégio de ocupar cargo no..."
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quinta-feira, 23 de junho de 2011
DESARMAMENTO - Pense nisso....
ARMAS X MÉDICOS
(A) O número de médicos nos EUA é 700.000.
(B) Mortes acidentais anualmente causadas por erros médicos são 120.000.
(C) Resultando que a proporção de mortes por médico é de 0,171
Estatísticas: cortesia do U. S. Departamento de Saúde e Serviços Humanos
Agora pense sobre isso:
Armas
(A) O número de proprietários de armas legais dos EUA é 80 milhões. (Sim, isso é 80 milhões)
(B) O número de mortes acidentaris por arma de fogo, por ano, considerados todos os grupos etários, é de 1.500.
(C) Portanto, o número de mortes acidentais por proprietário de arma é proporcionalmente de 0.0000188
Estatísticas: cortesia do FBI
Assim, estatisticamente, os médicos são aproximadamente 9.000 vezes mais perigoso do que proprietários de armas legais.
Lembre-se: "As armas não matam pessoas, os médicos fazem."
Armas
(A) O número de proprietários de armas legais dos EUA é 80 milhões. (Sim, isso é 80 milhões)
(B) O número de mortes acidentaris por arma de fogo, por ano, considerados todos os grupos etários, é de 1.500.
(C) Portanto, o número de mortes acidentais por proprietário de arma é proporcionalmente de 0.0000188
Estatísticas: cortesia do FBI
Assim, estatisticamente, os médicos são aproximadamente 9.000 vezes mais perigoso do que proprietários de armas legais.
Lembre-se: "As armas não matam pessoas, os médicos fazem."
FATO: Nem todo mundo tem uma arma,
MAS, quase todo mundo tem pelo menos um médico.
Isto significa que são mais de 9.000 vezes mais probabilidade de ser morto por um médico do que por um proprietário de arma legal.
Por favor alerte seus amigos para essa ameaça alarmante.
Pede-se a todos que enviem cartas sugerindo ao emérito Prócer da Probidade e Sabedoria, sua Excia Imortal, Sen. Jota Sarney, uma campanha de desmedicalização urgente do território nacional !!!!!
( Por receio de criar pânico generalizado que induzisse busca de ajuda médica, retemos as estatísticas referentes a advogados. )
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quarta-feira, 15 de junho de 2011
Lembrei hoje daquelas mulheres de Atenas!
Após discutir com algumas pessoas cuja deformação moral se apóia em frágeis alegações e ridículas e antiquadas frases feitas, tipo "Dona Maria vai pilotar fogão", fui conduzida até um texto muito infeliz que, pasmem, foi escrito por uma jornalista profissional com um curriculo que talvez muitos invejem. Eu não! Porque sei lá quais foram os meios usados para avaliar a competência da moça. Só posso afirmar que no meu jornal ou revista, não escreveria. Nunca daria espaço para textos que funcionassem como válvula de escape para recalques!
Como não sei se meu comentário será publicado, reproduzo aqui o texto e o comentário logo abaixo.
Desde já peço a compreensão e desculpas a meus amigos e colegas de ideais, pois o referido texto foi publicado num veículo que, absolutamente, não faz parte do meu "repertório". Tampouco conta com minha credibilidade e respeito. Mas fazer o quê? É o tipo de leitura do qual se vale o tal infeliz com quem discuti e onde a moça escreveu a estultice!
Segue o besteirol:
A mulher machista
Cynara Menezes 13 de junho de 2011 às 16:14h
O escritor Nelson Rodrigues tinha uma vizinha velha, gorda, patusca e cheia de varizes que era a maior inimiga da revolução feminista. À janela ou sentada em sua cadeira dobrável na calçada, cismava com as jovens mulheres em mutação. A dona-de-casa que arranjava emprego fora? Imoral. A mocinha que ia à praia pela primeira vez com um maiô duas peças? Indecente. A odalisca que mostrava o umbigo no carnaval? Ah, essa aí então é melhor nem comentar. Pois eu pensava que a vizinha gorda e cheia de varizes do Nelson Rodrigues tinha morrido. Que nada! Um outro vizinho do anjo pornográfico, também jornalista, achou que a patusca levava jeito para as letras. E não é que a velha virou colunista de jornal? Entusiasmada com a vida nova, deu uma guaribada no visual, esticou a cara e fez lipoaspiração. Parou até de andar com as pernas envoltas em gaze para disfarçar as veias inchadas, corrigidas na mesa de cirurgia. A vizinha de Nelson, porém, continua cheia de varizes –na alma. A chegada de uma mulher à presidência da República deixou-a furibunda. “Que espeto!” Segundo ela, todo mundo está careca de saber que a mulher pode até ser igual ao homem em algumas profissões, mas jamais na vida pública. Homens são profissionais da política; mulheres são amadoras, diz a vizinha patusca. A mulher por natureza é frágil, e sempre vai precisar do auxílio do homem, vaticina a velha gorda e varicosa. Além do mais, considerou que não havia nenhum sentido em celebrações. “Como assim primeira mulher no comando? Esqueceram da Princesa Isabel?” Cada ministra escolhida pela presidenta mereceu um muxoxo da vizinha de Nelson Rodrigues. Miriam Belchior? “Machona que nem a Dilma”. Maria do Rosário? “Falta pulso”. Luiza Bairros? “Só foi escolhida porque é negra”. Iriny Lopes? “Irrelevante”. Ana de Hollanda? “Ah, se não fosse irmã de Chico…” Gleisi Hoffmann? “Bonita, parece uma normalista. Ou a Barbie”. Ideli Salvatti? “Histérica e descompensada”. E para que, afinal, colocar tanta mulher no ministério, se homens são infinitamente melhor preparados? “Até por ser uma representante legítima do gênero”, disfarçou a matrona, “torço para que dê certo, mas acreditar, eu não acredito”. A vizinha gorda e cheia de varizes de Nelson Rodrigues não quer nem saber do que aconteceu no Chile, onde a presidente Michelle Bachelet governou o país com metade dos ministros do sexo feminino, além de 15 subsecretárias de Estado mulheres. Bachelet terminou seu mandato com 70% da aprovação dos chilenos e só não foi reeleita porque não existe reeleição por lá. “Mas não fez o sucessor”, desdenha a patusca. Bem a propósito, a única similar chilena da velha gorda e cheia de varizes de Nelson veio para o Brasil para se casar com um político da elite paulista. A velha patusca também não é mais viúva. Casou-se com um colega de jornal, colunista que nem ela, o Políbio Pompeu, senhor de sobrancelhas ásperas e eriçadas como as cerdas bravas do javali e que cultiva um enorme cravo negro nas dobras do pescoço. Pompeu adora dizer, a propósito da presidenta, que “as mulheres descasadas são seres infelizes”, ao que a vizinha gorda e cheia de varizes de Nelson Rodrigues bate na perna, dá uma gargalhada e comenta: “Batata!” A vizinha de Nelson passou pelo feminismo, mas entendeu tudo errado. Deixou de cuidar da casa, entregou os filhos a uma babá e se orgulha de não saber fritar um ovo. Mas, embora trabalhe no mesmo jornal e praticamente na mesma função que Políbio, seu salário é 20% menor do que o marido, o que ambos consideram perfeitamente natural. A velha patusca, gorda e cheia de varizes acha que o homem merece mesmo ganhar melhor do que a mulher, porque é mais racional e menos emotivo.
Sem falar que não tem TPM.
Cynara Menezes
http://www.cartacapital.com.br/politica/a-mulher-machista/comment-page-3#comment-82237
Cynara Menezes é jornalista. Atuou no extinto "Jornal da Bahia", em Salvador, onde morava. Em 1989, de Brasília, atuava para diversos órgãos da imprensa. Morou dois anos na Espanha e outros dez em São Paulo, quando colaborou para a "Folha de S. Paulo", "Estadão", "Veja" e para a revista "VIP". Está de volta a Brasília há dois anos e meio, de onde escreve para a CartaCapital.
Meu comentário:
Triste! Este texto foi mencionado por um infeliz que se achou no direito de questionar minhas convicções. Fui, portanto, conduzida até aqui por mera curiosidade, uma vez que ele se refere ao texto dizendo lembrar-se de mim. Acho terrível que uma jornalista considere positivo fazer uma analogia entre a aparência de uma infeliz (creio eu) gorda, varizenta etc..com seu intelecto. Terei que concluir que as menos favorecidas pela aparência serão sempre aquelas condenadas também à mediocridade intelectual? E o pobre coitado que lembrou-se de mim ao ler o texto acaba, talvez para decepção dele, de dar o aval que não gostaria de dar a todas as afirmações que fiz. Sou machista sim. Sou feminista sim. Perfeitamente iguais no intelecto, de resto homens são homens e mulheres são mulheres. E que Deus ajude a assim permanecerem! O primeiro sintoma de ignorância feminina é justamente alimentar essa competição idiota. Homens e mulheres se complementam! Não há nada que faça um melhor que o outro. Apenas SÃO diferentes! Intelectualmente iguais, repito, de resto DIFERENTES. Nem pior, nem melhor! Michele Bachelet foi melhor do que seria um homem com os mesmos projetos dela? FHC foi melhor do que poderia ter sido Ruth Cardoso? Sinto muito Cynara Menezes, mas você foi muito infeliz tanto no tema quanto no desenvolvimento de sua idéia. Creio que jamais me acostumarei a ler e ouvir o que esta geração rançosa e vingativa escreve com escárnio disfarçado de humor! Tenho comigo, por experiência do que já li, que todo ataque ao gênero humano é decorrente da própria insatisfação pessoal, da insegurança, da necessidade de auto afirmação, de uma enorme “precisão”de reconhecimento alheio. Espero que resolva isso, sinceramente. Se não, vai ser difícil fazer as pazes consigo mesma e tentar ser feliz!
PS: Mocinho bocó
Para sua decepção não sou gorda, nem varizenta, trabalhava com o intelecto, tenho formação superior, sei cozinhar, lavar, passar, eduquei muito bem 4 filhos - todos muito melhores que você - era muito bem paga na minha profissão e gostava muito da função que exercia como profissional fora de casa e gostava muito das minhas funções dentro de casa! Meu marido cumpriu seu papel masculino e eu cumpri o meu feminino! Um complementando o outro conseguimos formar uma família equilibrada, amorosa, respeitosa e bem resolvida!
Azar o seu que tem mente tacanha e pensa que uma coisa impede a outra.
Espero que sua mãe, algum dia, possa ter a oportunidade de se orgulhar do filho como eu posso dos meus! E que ela possa lembrar de ter sido producente dentro e fora de casa! E que você permita a ela, algum dia, ter a consciência tranquila de ter feito o melhor , em todos os aspectos da vida!
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Segue o besteirol:
A mulher machista
Cynara Menezes 13 de junho de 2011 às 16:14h
O escritor Nelson Rodrigues tinha uma vizinha velha, gorda, patusca e cheia de varizes que era a maior inimiga da revolução feminista. À janela ou sentada em sua cadeira dobrável na calçada, cismava com as jovens mulheres em mutação. A dona-de-casa que arranjava emprego fora? Imoral. A mocinha que ia à praia pela primeira vez com um maiô duas peças? Indecente. A odalisca que mostrava o umbigo no carnaval? Ah, essa aí então é melhor nem comentar. Pois eu pensava que a vizinha gorda e cheia de varizes do Nelson Rodrigues tinha morrido. Que nada! Um outro vizinho do anjo pornográfico, também jornalista, achou que a patusca levava jeito para as letras. E não é que a velha virou colunista de jornal? Entusiasmada com a vida nova, deu uma guaribada no visual, esticou a cara e fez lipoaspiração. Parou até de andar com as pernas envoltas em gaze para disfarçar as veias inchadas, corrigidas na mesa de cirurgia. A vizinha de Nelson, porém, continua cheia de varizes –na alma. A chegada de uma mulher à presidência da República deixou-a furibunda. “Que espeto!” Segundo ela, todo mundo está careca de saber que a mulher pode até ser igual ao homem em algumas profissões, mas jamais na vida pública. Homens são profissionais da política; mulheres são amadoras, diz a vizinha patusca. A mulher por natureza é frágil, e sempre vai precisar do auxílio do homem, vaticina a velha gorda e varicosa. Além do mais, considerou que não havia nenhum sentido em celebrações. “Como assim primeira mulher no comando? Esqueceram da Princesa Isabel?” Cada ministra escolhida pela presidenta mereceu um muxoxo da vizinha de Nelson Rodrigues. Miriam Belchior? “Machona que nem a Dilma”. Maria do Rosário? “Falta pulso”. Luiza Bairros? “Só foi escolhida porque é negra”. Iriny Lopes? “Irrelevante”. Ana de Hollanda? “Ah, se não fosse irmã de Chico…” Gleisi Hoffmann? “Bonita, parece uma normalista. Ou a Barbie”. Ideli Salvatti? “Histérica e descompensada”. E para que, afinal, colocar tanta mulher no ministério, se homens são infinitamente melhor preparados? “Até por ser uma representante legítima do gênero”, disfarçou a matrona, “torço para que dê certo, mas acreditar, eu não acredito”. A vizinha gorda e cheia de varizes de Nelson Rodrigues não quer nem saber do que aconteceu no Chile, onde a presidente Michelle Bachelet governou o país com metade dos ministros do sexo feminino, além de 15 subsecretárias de Estado mulheres. Bachelet terminou seu mandato com 70% da aprovação dos chilenos e só não foi reeleita porque não existe reeleição por lá. “Mas não fez o sucessor”, desdenha a patusca. Bem a propósito, a única similar chilena da velha gorda e cheia de varizes de Nelson veio para o Brasil para se casar com um político da elite paulista. A velha patusca também não é mais viúva. Casou-se com um colega de jornal, colunista que nem ela, o Políbio Pompeu, senhor de sobrancelhas ásperas e eriçadas como as cerdas bravas do javali e que cultiva um enorme cravo negro nas dobras do pescoço. Pompeu adora dizer, a propósito da presidenta, que “as mulheres descasadas são seres infelizes”, ao que a vizinha gorda e cheia de varizes de Nelson Rodrigues bate na perna, dá uma gargalhada e comenta: “Batata!” A vizinha de Nelson passou pelo feminismo, mas entendeu tudo errado. Deixou de cuidar da casa, entregou os filhos a uma babá e se orgulha de não saber fritar um ovo. Mas, embora trabalhe no mesmo jornal e praticamente na mesma função que Políbio, seu salário é 20% menor do que o marido, o que ambos consideram perfeitamente natural. A velha patusca, gorda e cheia de varizes acha que o homem merece mesmo ganhar melhor do que a mulher, porque é mais racional e menos emotivo.
Sem falar que não tem TPM.
Cynara Menezes
http://www.cartacapital.com.br/politica/a-mulher-machista/comment-page-3#comment-82237
Cynara Menezes é jornalista. Atuou no extinto "Jornal da Bahia", em Salvador, onde morava. Em 1989, de Brasília, atuava para diversos órgãos da imprensa. Morou dois anos na Espanha e outros dez em São Paulo, quando colaborou para a "Folha de S. Paulo", "Estadão", "Veja" e para a revista "VIP". Está de volta a Brasília há dois anos e meio, de onde escreve para a CartaCapital.
Meu comentário:
Triste! Este texto foi mencionado por um infeliz que se achou no direito de questionar minhas convicções. Fui, portanto, conduzida até aqui por mera curiosidade, uma vez que ele se refere ao texto dizendo lembrar-se de mim. Acho terrível que uma jornalista considere positivo fazer uma analogia entre a aparência de uma infeliz (creio eu) gorda, varizenta etc..com seu intelecto. Terei que concluir que as menos favorecidas pela aparência serão sempre aquelas condenadas também à mediocridade intelectual? E o pobre coitado que lembrou-se de mim ao ler o texto acaba, talvez para decepção dele, de dar o aval que não gostaria de dar a todas as afirmações que fiz. Sou machista sim. Sou feminista sim. Perfeitamente iguais no intelecto, de resto homens são homens e mulheres são mulheres. E que Deus ajude a assim permanecerem! O primeiro sintoma de ignorância feminina é justamente alimentar essa competição idiota. Homens e mulheres se complementam! Não há nada que faça um melhor que o outro. Apenas SÃO diferentes! Intelectualmente iguais, repito, de resto DIFERENTES. Nem pior, nem melhor! Michele Bachelet foi melhor do que seria um homem com os mesmos projetos dela? FHC foi melhor do que poderia ter sido Ruth Cardoso? Sinto muito Cynara Menezes, mas você foi muito infeliz tanto no tema quanto no desenvolvimento de sua idéia. Creio que jamais me acostumarei a ler e ouvir o que esta geração rançosa e vingativa escreve com escárnio disfarçado de humor! Tenho comigo, por experiência do que já li, que todo ataque ao gênero humano é decorrente da própria insatisfação pessoal, da insegurança, da necessidade de auto afirmação, de uma enorme “precisão”de reconhecimento alheio. Espero que resolva isso, sinceramente. Se não, vai ser difícil fazer as pazes consigo mesma e tentar ser feliz!
PS: Mocinho bocó
Para sua decepção não sou gorda, nem varizenta, trabalhava com o intelecto, tenho formação superior, sei cozinhar, lavar, passar, eduquei muito bem 4 filhos - todos muito melhores que você - era muito bem paga na minha profissão e gostava muito da função que exercia como profissional fora de casa e gostava muito das minhas funções dentro de casa! Meu marido cumpriu seu papel masculino e eu cumpri o meu feminino! Um complementando o outro conseguimos formar uma família equilibrada, amorosa, respeitosa e bem resolvida!
Azar o seu que tem mente tacanha e pensa que uma coisa impede a outra.
Espero que sua mãe, algum dia, possa ter a oportunidade de se orgulhar do filho como eu posso dos meus! E que ela possa lembrar de ter sido producente dentro e fora de casa! E que você permita a ela, algum dia, ter a consciência tranquila de ter feito o melhor , em todos os aspectos da vida!
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quarta-feira, 18 de maio de 2011
GANDRA MARTINS ADVOCACIA - LIÇÃO DO CONSELHO CONSTITUCIONAL DA FRANÇA
LIÇÃO DO CONSELHO CONSTITUCIONAL DA FRANÇA
(O Estado de São Paulo – 17/05/2011)
Idêntica questão proposta ao Supremo Tribunal Federal sobre a união entre
pessoas do mesmo sexo foi colocada ao Conselho Constitucional da França,
que, naquele país, faz as vezes de Corte Constitucional.
Diversos países europeus, como a Alemanha, Itália, Portugal têm suas
Cortes Constitucionais, à semelhança da França, não havendo no Brasil
Tribunais exclusivamente dedicados a dirimir questões constitucionais em
tese, embora o Pretório Excelso exerça simultaneamente a função de
Tribunal Supremo em controle difuso, a partir de questões pontuais de
direito constitucional, e o controle concentrado, em que determina, “erga
omnes”, a interpretação de dispositivo constitucional.
Pela Lei Maior brasileira, a Suprema Corte é a “guardiã da Constituição” - e
não uma “Constituinte derivada” -, como o é também o Conselho
Constitucional francês: apenas protetor da Lei Suprema.
Ora, em idêntica questão houve por bem o Conselho Constitucional declarar
que a união entre dois homens e duas mulheres é diferente da união entre
um homem e uma mulher, esta capaz de gerar filhos. De rigor, a diferença
é também biológica pois, na união entre pessoas de sexos opostos, a
relação se faz com a utilização natural de sua constituição física preparada
para o ato matrimonial e capaz de dar continuidade a espécie. Trata-se, à
evidência, de relação diferente daquelas das pessoas do mesmo sexo,
incapazes, no seu contato físico, porque biologicamente desprovidas da
complementariedade biológica, de criar descendentes.
A Corte Constitucional da França, em 27/01/2011, ao examinar a proposta
de equiparação da união homossexual à união natural de um homem e uma
mulher, declarou: “que o princípio segundo o qual o matrimônio é a união
de um homem e de uma mulher, fez com que o legislador, no exercício de
sua competência, que lhe atribui o artigo 34 da Constituição, considerasse
que a diferença de situação entre os casais do mesmo sexo e os casais
compostos de um homem e uma mulher pode justificar uma diferença de
tratamento quanto às regras do direito de família”, entendendo, por
consequência, que: “não cabe ao Conselho Constitucional substituir, por sua
apreciação, aquela de legislador para esta diferente situação”. Entendendo
que só o Poder Legislativo poderia fazer a equiparação, impossível por um
Tribunal Judicial, considerou que “as disposições contestadas não são
contrárias a qualquer direito ou liberdade que a Constituição garante”.
Sem entrar no mérito de ser ou não natural a relação diferente entre um
homem e uma mulher daquela entre pessoas do mesmo sexo, quero realçar
um ponto que me parece relevante e que não tem sido destacado pela
imprensa, preocupada em aplaudir a “coragem” do Poder Judiciário de
legislar no lugar do “Congresso Nacional”, que teria se omitido em “aprovar”
os projetos sobre a questão aqui tratada.
A questão que me preocupa é este ativismo judicial, que leva a permitir que
um Tribunal eleito por uma pessoa só substitua o Congresso Nacional, eleito
por 130 milhões de brasileiros, sob a alegação de que além de Poder
Judiciário, é também Poder Legislativo, sempre que considerar que o
Legislativo deixou de cumprir as suas funções. Uma democracia em que a
tripartição de poderes não se faça nítida, deixando de caber ao Legislativo
legislar, ao Executivo executar e ao Judiciário julgar, corre o risco de se
tornar ditadura, se o Judiciário, dilacerando a Constituição, se atribua poder
de invadir as funções de outro.
E, no caso do Brasil, nitidamente o constituinte não deu ao Judiciário tal
função, pois nas “ações diretas de inconstitucionalidade por omissão” IMPÕE
AO JUDICIÁRIO, APESAR DE DECLARAR A INÉRCIA CONSTITUCIONAL DO
CONGRESSO, intimá-lo, sem prazo e sem sanção para produzir a norma.
Ora, no caso em questão, a Suprema Corte incinerou o § 2º do art. 103, ao
colocar sob sua égide um tipo de união não previsto na Constituição, como
se poder legislativo fosse, deixando de ser “guardião” do texto supremo
para se transformar em “Constituinte derivado”.
Se o Congresso Nacional tivesse coragem poderia anular tal decisão,
baseado no artigo 49, inciso XI da CF, que lhe permite sustar qualquer
invasão de seus poderes por outro poder, contando, inclusive, com a
garantia das Forças Armadas (art. 142 ‘caput’) para garantir-se nas funções
usurpadas, se solicitar esse auxílio.
Num país em que os poderes, todavia, são de mais em mais “politicamente
corretos”, atendendo o clamor da imprensa - que não representa
necessariamente o clamor do povo -, nem o Congresso terá coragem de
sustar a invasão de seus poderes pelo Supremo Tribunal Federal, nem o
Supremo deixará, nesta sua nova visão de que é o principal poder da
República, de legislar e definir as ações do Executivo, sob a alegação que
oferta uma interpretação “conforme a Constituição.” A meu ver,
desconforme, no caso concreto, pois contraria os fundamentos que
embasam a família (pais e filhos), como entidade familiar.
É uma pena que a lição da Corte Constitucional francesa de respeito às
funções de cada poder, sirva para um país, cuja Constituição e civilização -
há de se reconhecer - estão há anos luz adiante da nossa, mas não
encontre eco entre nós.
Concluo estas breves considerações de velho professor de direito, mais
idoso do que todos os magistrados na ativa no Brasil, inclusive da Suprema
Corte, lembrando que, quando os judeus foram governados por juízes, o
povo pediu a Deus que lhes desse um rei, porque não suportavam mais
serem pelos juízes tutelados (O livro dos Juízes). E Deus lhes concedeu um
rei.
http://www.gandramartins.adv.br/art_detalhes.asp?id=1553
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